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Livros angolanos expostos em Lisboa serão matéria de estudo

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Lisboa  – Alguns dos 50 títulos de livrosliterários angolanos, recém-expostos na “quinzena africana” da Escola Americana de Lisboa (CAISL), enquadrada nos festejos do Dia de África, serão matéria de estudo na cadeira de literatura daquela instituição, fundada há 56 anos.


Fonte: Angop


No final da primeira exposição de arte africana, cerca de 120 livros de diversos autores angolanos, divididos por mais de 50 títulos, foram oferecidos à CAISL pelo Ministério angolano da Cultura, por intermédio da promotora da iniciativa, a jornalista e socióloga angolana Luzia Moniz.


Segundo Luzia Moniz, “o gesto vai facilitar o estudo da literatura angolana na CAISL”, naquilo que qualifica de “diplomacia cultural”, pois, adianta, “Angola detém uma rica e vasta cultura que precisa de mostrar ao mundo”.


Entre as obras oferecidas, constam “Sagrada Esperança”, de Agostinho Neto; “Ilundo, Flores e Espinho”, “Quilanduquilo”, “Culturando as Musas”, “Ecos da Minha Terra”, “Missosso I, II, e III”, “Sunguilando”, “Uanga”, “Tudo isto Aconteceu”, “Temas da Vida Angolana e suas Incidências” e “Alimentação Regional Angolana”, de Óscar Ribas.


Figuram ainda “A Escrita em Processo”, de Boaventura Cardoso; “Lex&cal” (Lopito Feijó); “Actu Sanguineo” (Ondjaki); “Respirar as Mãos na Pedra” (José Luís Mendonça; “Nos Brilhos” (Manuel Rui); “De Vagares e Vestígios” (Luís Kandjimbo); “Sinais de Sílaba” (Nok Nogueira; “Pedestal de Argila” (Nanrikhova Trajanno); e “A Confluência do Tradicional e do Moderno em obra de Uanhenga Xitu” (Ana Lúcia Lopes de Sá).


Da literatura infantil angolana, destacam-se os autores Cremilda Lima, com “A Raposa e a Perdiz” e o “Maboque Mágico e Outras Histórias”, Fragata de Morais, com “A Sonhar se Fez Verdade”; Maria João António Fonseca, com “Contos da Nossa Terra”; Arnaldo Santos, com “Estórias da Kuxixima”; Octaviano Correia, com “Esquilo de Cauda Fofinha”; Zaid Dáscalos, com “Duas Histórias”; e Luandino Vieira, com “Ngola Mukongo”.


Por sua vez, a escritora angolana Antónia Domingos, doutoranda em literaturas africanas de língua portuguesa, na Universidade de Coimbra, de onde viajou para assistir a “quinzena africana”, considerou “excelente” a exposição, “por abordar uma Angola do passado e do presente, com diferenças substanciais, resultantes dos benefícios proporcionados pela Independência Nacional”.


Alguns alunos, tais como os angolanos Joshua Flores e Pedro Pessôa-Lopes e o chinês Chen Yao, em representação de duas das mais de 30 nacionalidades que frequentam a CAISL, disseram que o evento foi “uma grande oportunidade de melhor conhecer África”.


Além de professores, alunos e familiares, a exposição foi visitada por membros do corpo diplomático acreditado em Lisboa, académicos de Angola, Moçambique, Brasil e Portugal, bem como representantes de organizações da diáspora africana.


Inaugurada pela ministra-conselheira da Embaixada de Cabo Verde em Portugal, Cristina Pereira, a “quinzena africana” incluiu ainda uma palestra proferida por Pires Laranjeira, professor da Universidade de Coimbra, e uma exposição de trajes e acessórios escolares africanos, da estilista angolana Eduarda Camenha.







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-3 *** 05-06-2012 14:06 #1
bom rever a grande figura de Lucio Lara...grande heroi desta nação...quem ler a historia sabe a dimenção da pessoa...
+2 Cai fora 05-06-2012 15:37 #2
E doloroso ver esta figura pois lembra-me o quanto foi diabo ya verdadeiro demonio tal como JES atua origen também e duvidosa pois ninguem sabe ao certo de onde Ex ,,,,Benguela ,,,,,Kibala,ou luanda. a prendeu a ser diabo com a esposa Q era alemã judeu fugindo dos olho de Hitle pra se vingar das mortes dos seus com terras ti ensinou o Nazismo e enprementaram em Angola influênciando NETO no mesmo erro.conhencemo s ben atua historia como camarada no MPLA e como mentor da chasina em angola o 27 de maio de 77........MPLA PARTIDO DOS ASSASINOS o reconhecimento e o pedido de perdão xta pra Qdo.
-2 RPG/OlhosDeKangato 05-06-2012 17:36 #3
E quando o assunto é leitura e escritores da nossa terra, os comentadores vão opinar para outras paragens?
Esta é a Angola profunda.
+1 Lukeny 05-06-2012 19:24 #4
Mas quais "diferenças substanciais, resultantes dos benefícios proporcionados pela Independência Nacional"? E que assim é uma quase não coisa. Eu acho que farra dessas é isso só: farra. Viva Angola.
-1 Sao pedro 05-06-2012 21:09 #5
O Lara e uma referencia positiva outrossim também negativa marca de forma dura a Angola pôs independência e encena a trajedia contra o indígena e nao só....enfurecid o por lutas intramuros do seu proprio partido....lanç a ataques letais contra os próprios correlegionario s....deixando órfã para todo sempre.....inqu isidor para os autóctones e Salvador para os criolos será?eis a questão....?cab e aos historiadores esgotarem esta equação,,,porqu e Angola nunca mas foi a mesma em decorrência disto...
+3 Palmira Lopes 05-06-2012 22:27 #6
O que fazem os ditos diplomatas da embaixada de Angola pagos a peso de ouro.? organizam actos que incluem bebedeiras. estamos conversados. granda luzia monis
0 Mwangolé 06-06-2012 12:30 #7
É bom mostrar,outras Angolas,a Angola na sua dimensão cultural(Litera tura,Cinema,Tea tro,Música,Danç a,Gastronomia,A rtes Plásticas)etc,etc
A diplomacia cultural,ajuda a projectar o País com o melhor das suas gentes,das suas tradicões,dos seus costumes.
É fundamental permitir aos angolanos com competências,tr abalhar na verdadeira diplomacia cultural,banind o vários oportunistas que passam a vida a receber patrocínios sem perceberem ou conhecerem a angolanidade.
Angola,ñ é só Petróleo,Diaman tes,Corrupção,G enerais Endinheirados,F ilhinhos Ricos ou Oportnistas.Ang ola é muito...
0 José Domingos 06-06-2012 12:36 #8
Angola é grande e merece
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