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Em Angola ninguém serve o pais? - Mario Cumandala

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Luanda - A minha não só ortodoxa temática acima, quando analisada, só pode ser produto de minha humilde tragetoria pelo sector privado desde os Estados Unidos, Reino Unido e actualmente em Angola.

Fonte: Club-k.net


Aqui minhas observações são premiadas por ilações consubstanciadas por empregadores tais com ALNG, por ande passei depois dos meus cincos anos de miséria na BP Angola. Para dizer que com este empregador ( ALNG) que levou-me ate ao Soyo, verifiquei os efeitos nocivos da angolanização prematura que e igual a um jogo de futebol de crianças do musseque. E por ultimo minha estreia no sector público de Angola, que envolveu uma breve passagem pelo MINEC, que dela nada de abonatoria tenho a dizer. Alias em termos de desvalorização do capital humano, e massa cinzenta, este “Ministério de Economia de Luanda” (já não tem presença nas províncias) lidera, e os meus ex-colegas, se que os tenho, nunca poderão negar isso. Mas aqui, nao vou falar da incompetência deste ministério, que é altamente alarmante (talvez numa outra cronica), mais falar do sector empresarial privado e publico de Angola.


Em estudos de economia de mercado, geralmente, cada economia desta opção da mão invisível, é dividida em dois sectores: a economia do sector público e a economia do sector privado.  O primeiro sector é a parte dos assuntos de uma nação soberana como Angola, assuntos especialmente económicos, que é controlada por órgãos do governo, como devia ser pelo MNEC, e o como o Instituto do Sector Empresarial Publico ( ISEP). Enquanto o último é a parte que é composta por empresas e organizações que não pertencem ou nao são controladas pelo governo. Muito embora, dentro desta distinção, existam casos onde o Estado investe em empresas do Sector Privado, dentro das PPPs ou empresas comparticipadas. Assim, o estado no final torna-se co-proprietário das mesmas. Esta aproximação, em certas economias é mesmo saudável para a competição e rentabilidade do sector privado. Mas em Angola, a dotação gratuita do capital operacional as empresas pelo Estado, através do ISEP, tanto para as empresas públicas como privadas, claramente tornou-se na génesis do cancro da economia Angolana.


A distinção acima entre os dois sectores, é sustentado em Angola só no papel. Numa análise da composição e do “modus operandi” das organizações do tal "sector privado" e a conexão mais complexa entre elas e “sector público” das instituições e governantes do Executivo, revela algo completamente contrário ao entendimento comum das duas expressões. Esta distorção está enraizada na corrupção generalizada e má administração que da a cada princípio em Angola, uma coloração e significado diferente.


Como resultado, temos a versão Angolana de quase todos os conceito acima, como o divertido conceito de que a nossa democracia e economia sao todos " home-grown", e isto nada mais é, que uma perversão dos princípios geralmente aceites numa economia de mercado e num pais em paz a 10 anos.


Como veremos em breve, muitas empresas dos sectores petrolíferos, diamantíferos, construção, transportes, agricultura e hotelaria e turismo, saúde, do "sector privado" em Angola são propriedades de funcionários públicos, (Governantes), seus familiares e amigos. Isso em si,  cria a impressão de que tais organizações são extensões do setor público e faz com que seja difícil saber, em termos reais, o que constitui o "setor público" e "setor privado", em Angola.


 No entanto, vou apresentar a minha percepção da verdadeira natureza do sector privado Angolano, ao olhar para a estrutura real e as operações das organizações dos dois sectores.
Esta análise, dividida em grupos, não pretende ser exaustiva.

Primeiro Grupo: No primeiro grupo, temos empresas e instituições construídas e operadas com recursos públicos que são privatizadas e vendidas, em circunstâncias suspeitas, para pessoas ou empresas ja conectadas ao Executivo Angolano, e, posteriormente, apresentadas como  organizações do sector privado.


Muitas vezes, essas instituições, ontem, governamentais são adquiridas primeiro pelos funcionários que estão empenhados em privatizá-las, a fim de justificar a sua privatização. Em seguida, elas são subvalorizadas e vendidas com um desconto, sem logica definida pelo valor de seus ativos e investimentos governamentais das mesmas.


Os fundos utilizados para comprá-los, que foram inicialmente roubadas dos Estado, são mais saqueadas após a sua 'remessa' pelos 'compradores' para os cofres do governo.


Até à data, desafio o Estado Angolano a apontar para qualquer projeto específico que seja genuíno para o qual as receitas da privatização das instituições públicas em Angola foram canalizadas. Os novos proprietários após liquidarem as empresas e mesclar ou combina-las com sociedades já existentes, formam monopólio ou carteis para a exploração dos pobres Angolanos. Por exemplo, foi alegado que  o núcleo duro 'quem' comprou a MOVICEL, atropelou os mais elementares princípios da lei das privatizações em vigor Angola.


Segundo Grupo:  Este grupo é formado por empresas constituídas por  funcionários do governo, que utiliza os seus nomes ou (frequentemente) as de familiares e amigos como membros e conselheiros. O que esses funcionários do governo fazem? Eles canalizam quase todos os contratos suculentos em suas organizações para essas empresas, ao explorar as suas ligações em outras instituições governamentais para proteger empregos mais lucrativos para eles. Tais contratos são raramente executados de acordo com as mais corruptas especificações. 


Na maioria das vezes, desde o início, a intenção de fazer um trabalho de má qualidade é compartilhada pelas partes, mas a empresa fica muito bem paga e continua a ganhar patrocínio de instituições públicas. É o caso de muitas empresas de actuais membros do executivo que receberam dinheiros do INEA e ate hoje, nunca apresentaram nem um metro redondo ou quadrado de estrada. Por isso uma vez disse a um ministro do actual Executivo que pensava que era o rei de Angola; que nem todos nos bebemos das torneiras do Estado angolano, e isso e uma verdade inalienavel.


Terceiro Grupo: Este grupo que também é intimamente relacionado com o acima, é outro grupo constituído por empresas de propriedade de funcionários aposentados do Exercito e de alto escalão do governo que corruptamente enriqueceram-se enquanto em serviço. Essas pessoas tornam-se os contratantes imediatamente após deixarem o cargo público. Usam suas riquezas ilícitas para estabelecerem empresas do tipo blue chip, empresas de prestação de serviços nos sectores estratégicos e chaves, e continuam o saque de fundos do governo a título privado.


Quando tiverem um bom relacionamento com seus sucessores em exercício, eles facilmente obtem adjudicação de contratos muito lucrativos com base em “ quid pro quo”, e também explorar suas conexões em outras agências governamentais para o mesmo efeito. Claro, que alguém dirá: Com a Lei da Probidade Administrativa vigente em Angola, esta minha constatação,  esta no passado; meu conselho: só e cego quem não quer ver.


Quarto Grupo: O quarto grupo, é composto por empresas privadas ou organizações que dependem exclusivamente do patrocínio do governo, a fim de permanecerem à tona, pois estes empresários e empresas como ( Kangambas,  Maboques, Pumangola, etc,) não têm outro cliente (s) fora do governo e seus funcionários. Estas empresas (empresarios) fazem tudo - incluindo suborno e chantagem a funcionários influentes do governo - para garantir a adjudicação por parte dos governos, seus ministérios e agências.


Depois disso, eles fornecem bens e prestam serviços de baixa qualidade, não conseguem executar tarefas ou executam-nas mesmo mal, e, em seguida, compartilham a colheita com seus benfeitores. (Refira-se o caso contractos MINEC, que o Novo Jornal publicou que aterrorizou funcionários desta instituição violando as mais elementares leis gerais de trabalho e ao ponto de alguns deles serem despedidos).


Não se aceitara na Angola do futuro, sentar-se ao lado de um Brasileiro ou Portugueses técnico superior como todos nos, a auferir usd 30,000 mês mas outros benefícios e os angolanos a auferirem usd 1.500 que chegam atrasados dois meses depois. Isto é injustiça social. Gostaria de ter sido a eu a pessoa que denunciou o MINEC ao publico, porque isto não é angolanização.


As empresas e pessoas deste grupo poderão ser ou são de propriedade de políticos-cum-contratados, aposentados ou funcionários públicos no activo, que servem como guiches particulares. Dos rendimentos de tais contratos corruptos, algumas dessas pessoas fazem um show público de atos de filantropia e arrogam-se "filantropos" ou empresários da juventude. Isto e máfia e não filantropia, porque esta tem leis e implicações tributárias.


Quinto Grupo: A quinta classe é composta de empresas detidas por estrangeiros e seus colaboradores Angolanos. Aqui, temos as empresas multi-nacionais que tendo adquirido o estatuto de nações soberanas, sao tratadas como extensões de seus países de origem. Assim neste grupo, temos as Petrolíferas Estrangeiras, as construtoras como Brasileiras, Portuguesas, Standard Bank, empresas Chinesas e outras. Estas empresas, quer sejam detidas exclusivamente por estrangeiros (o que é  permitido dentro da  legislação Angolana) ou em associação com as as empresas nacionais, criam a impressão de estarem no país para fazer negócio genuíno. A realidade é que sua missão é a maximização do lucro, mesmo com a perda e a dor de sua nação anfitriã, neste caso, sua e minha dor. Ajudadas por empresas locais, ( A BP Angola usa um slogan  que diz que ela e uma empresa de energia local – mesmo quando  de entre os 10 topos accionistas não figura nenhum angolano) ( esta demagogia so mesmo em Angola)  e colaboradores, fazem de tudo para saqueiar o país, secar e violar suas leis. Os escândalo de corrupção recentemente descobertos pelo MAKA ANGOLA envolvendo a empresa Cobalt Energy e  Halliburton EUA e algumas dirigentes  Angolanas  é um caso no ponto.


Sexto Grupo: Deste grupo fazem parte alguns angolanos proeminentes (iluminados), a quem são concedidos blocos de petróleo pelo governo ou concedidas licenças para explorar minas de diamantes e ouro alem do ouro negro e outros produtos petrolíferos refinados de importação. Estes poucos eleitos imerecidamente, alimentam-se do suor e de gorduras de todos nos.


Em um país com mais de 90% dos seus cidadãos no auge da pobreza extrema, onde o Executivo atribui seu fracasso abismal a escassez de fundos, e ao facto de que o MPLA já encontrou a pobreza, poucas pessoas recebem licença oficial para acumular uma imensa riqueza no mundo como em Angola. (Vale apenas ser angolano iluminado).


Onde está o sentido de tudo isso em um país produtor de petróleo, a ter indices de pobreza como os nossos? Os subsidios aos combustíveis e aos serviços de utilidade pública que devem cessar depois das eleições de 2012, dizem tudo. A frota de automoveis do estado quase 80% desta e composta por motores VX V8, e usufruem dos cartões gratuitos de combustíveis da Sonangol, numa lógica doente.


Sétimo Grupo: Esta categoria, é composta por empresas que, aparentemente, não podem depender muito de patrocínio governamental. No sentido real, e para as suas operações, contam com a indiferença e cúmplice das agências reguladoras em nao regularem e fiscalizarem suas atividades comerciais. Por exemplo, é certo que a indústria de construção em Angola explora os angolanos. As empresas de telefonia móveis, praticam taxas exorbitantes e pagam salários da idade da pedra, mais os órgãos reguladores, que eu saiba, não são tidos nem achados nestes sectores para impor ordem.


Essas empresas impõem aos consumidores qualquer tarifa que atenda à sua fantasia, e arbitrariamente revêem para cima todos os meses suas tarifas. Os órgãos do governo encarregados de sua regulamentação facilmente tornam-se vítimas de captura regulatória, por vontade própria ou devido a chantagem, permitindo que as empresas se alimentem-se de gordura sobre a essas adjudicaçoes corruptas e lucrar à custa do empobrecimento de todos nos.


Em minha humilde opinião, o acima exposto é a verdadeira natureza do sector publico e principalmente  privado. É este "setor Publico e  Privado" que o Executivo angolano desde 2002 com  a conquista da paz  deveria ter posicionado para  melhor servir a nação, gerênciar racionalmente os serviços básicos como, estradas, caminhos de ferro, água potável, hospitais, escolas, habitação e energia elétrica para os cidadãos!


Mas porque estes sectores  tornaram-se  dependentes (clientes) exclusivamente do patrocínio do governo, negócios corruptos com os gestores públicos, prémios de contratos obscuros de agências governamentais mas a inércia das agências reguladoras, o pais e hoje mais um paraiso para os estrangeiros de todas as nacionalidades, do que para os angolanos genuinos que ja muito deram para este pais.

Neste contexto, não é de admirar que, apesar de enormes dotações orçamentais anuais para projectos de capital e despesas gerais, nenhum progresso significativo foi feito em Angola em termos de criar riquesas para os angolanos ao longo dos anos. Quase que todos os fundos destinados a projetos de capital e as despesas gerais acabam nos bolsos dos gestores públicos activos ou aposentados, seus pontas de lanças e particulares que são parasitas de fundos do OGE.

A tão falada Lei de Probidade Administrativa e dos Contratos Públicos não mudou nada, pois ainda é “business as usual” na adjudicação de contratos com o governo trafico de influencia e o cartão partidário. Os contratos do governo ainda são atribuídos às categorias de 'sector privado’ e a as organizações cujo modus operandi vimos acima. Empresas do Sector Empresarial Publico que operam no vermelho a mais de 5 anos, ainda recebem dotação do estado. Isso não e servir a nação.


A verdade nesta triste constatação, é que os salários da função pública ainda continuam sem equilíbrio quando a inflação e a cesta básica. Não se pode viver de dois salarios minimos mensais. Enquanto isso,  a incidência de adjudicação de contratos corruptos, outras ofertas, salários exorbitantes e subsídios dos deputados  e os titulares de cargos políticos, o desperdício de grande recursos em projetos de elefantes brancos, patrocínio do Execxutivo na Guine Bissau, Sao Tome, Cabo Verde e  de diversos empreendimentos que beneficiam os países estrangeiros, etc,  continuam e são estes que destroem os fundos do governo que devia ser usados para a construção de uma sociedade mais justa e equilibrada.

Não é a falta de força de trabalho especializada, mas sim os capital desviados do OGE, que muito representam para a estagnação da vida dos angolanos e a falta de uma classe média real com capacidade de mobilidade social em Angola.

Por indução do acima exposto, posso dizer com confiança que em Angola so existe o público privilegiado e o empreendedor que bebe da torneira do estado mas  - ninguém serve o país -. Se esta tendência, feia, lamentável e perigosa não acabar, Angola, nunca vai trilhar uma senda de justiça social e equidade. Em meio a essas práticas corruptas, o proximo governo seja ele do MPLA, UNITA CASA-CE, mesmo com planos e projectos colossais em carteira, certamente, serão aniquilado pelo majestoso 7 acima enunciado. De contrario, que Deus tenha misericórdia desta nação abençoada com tudo e todos.

*Economista e Ex-Funcionario do Ministerio da Economia







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0 Filomena 20-08-2012 21:40 #33
No novo governo queremos ministros com postura, queremos sangue novo, gente com experiencia de gestão da coisa publica. Os velhos e gatunos de outros governois estão em idade de reforma que vão fazer outras coisas, menos na nova fase de governação. O MPLA tem que entrar com novca estrategia de governação, JES saque os bandidos e coloquem-lhes em casa como eles colocaram durante muitos anos trabalhadores honestos
0 Freitas 20-08-2012 21:36 #32
A velha da guilhermina que vá procuyrar pratas nas calças do bebado do ex-marido, alias os dois bem se merecem, dos insignificantes . esta matumba só chegou a ministra face aos corredores que fez, pois é comadre do Kopelipa, que é pai do genro da mesma, portanto estão a ver como é que se sobe neste país. as subidas não são na maior parte das vezes por mérito, mas sim face aos parentescos, pois entre eles cada vez mais se enraizem ,formando uma autentica clã. Neste executivo o que conta não é a competencia, mas sim os laços de familiares e compadrios, assim realmente não vamos longe.
0 Massolo 20-08-2012 21:30 #31
O chefe do executivo futuro tem que ver esta injustiça, há muitos casos camuflados e as pessoas andam muito revoltadas e já dizem se ela continuar, qualquer dia vão lhe dar uma boa sova. há técnicos q saiem de casa as 4 horas da manha para ir sentar no parque do ministério, pois a mesma simplesmente qdo poe de parte fá-lo de forma mai cruel para desencentivar e desmoralizar os quadros. A mesma não respeita a idoneidade das pessoas e nem sequer quer saber que são quadros que ela encontrou e que quando ela sair estes quadros permanecerão. Não queremos juristas bandidios como o GIGI, que dizem que está a fazer fortes coirredores para ser ministro da justiça, este já roubou muito e o ministério precisa de alkguém sem vicios e que tenha espirito de desenvolvimento do sector. Os trabalhadores do MINJUS não quer comerciantes de processos e gatunos já descobertos da coisa pública. O GIGI que vá lá para o partido aonde nunca deveria ter saido. que vá morrer longe, cambuta
0 Massochi 20-08-2012 21:24 #30
È verdade não queremos a actual ministra , é uma arrogante, aproveita-se da honestidade das pessoas e cria e monta cenários de terror no trabalho. Há tecnicos séniores que vão ao ministérios jogar cartas, entretere-se nos computadores, sem contar os casos de muitos técnicos que estão forçosamente em casa., pois um ministério atrasado, deveria ter os quadros a desenvolverem o ministério, mas como ela pensa que o ministério é património dela, atropela tudo be todos e simplesmente , ultrapassa as leis dos funcionarios publicos e coloca as pessoas em casa. Aonde já se viu,num ministério da justiça. No periodo do seui mandado fez a vida negra a vários técnicos e diuurectores de craveira respeitados no mercado de emprego em angola, em alguns casos até inventou processos crimes,e como as pessoas não têmaonde se quichar estão em casa.
0 Filomeno 20-08-2012 21:14 #29
Esta quitandeira da Guilhermina Prata tem que sair do ministerio e ir para a cadeia. è uma gatuna, in,competente e que faz guerra aos quadros de renome, só quer estar ladeada de incompetentes, lambe botas e estrangeiros, como brasileiros e portugueses que lhe engendram as engernharias para desviar grandes somas de dinheiros do OGE e do cofre. O governo deve fazer um trabalho minocioso das condiçoes de trabalho nas províncias e nos municipios? não existemsecretár ias e cadeiras para se acomodarem, não tem uma politica de redistribuir o património do ministério, todo o equipamento que tira das instalações em bom estado leva para as empresas dela. tem directores que saõ autenticas figuras decorativas, ninguem opina em nada, nem mesmo os vice-ministros? Trata-se de uma individua arrogante e que como nunca trabalhou na administração, não sabe gerir o ministériuo e o que se vê é uma bagunça, desordem e um ministério mais atrasado de todos. Esperemos que nos coloquem aluém com espirito honesto e que saiba comnpreender os nossos problemas. Não queremo o Sr GIGI que é um arrogante e agtuno,nem o joão Lourenço. queremos um ministro que saiba gerir o ministério , os recursos humanos e financeiros
0 Filomeno 20-08-2012 21:05 #28
Não acham que deveriam fechar as portas e aconselhar ao Presidente a amestiar os casos de pouca vergonha? Em Angola temos um ministério da INJUSTIÇA e uma PGR que não fiscaliza nada, ou melhor só faz o que o Chefge máximo lhe determina e o que os seus comparsas lhe solicitam? E chamam a isto país democrático? Sinceramente, nós povo estamos a ver tudo. Ou façam justiça ou fecham as portas, para serem mais justos. Já que voçes do executivo são muito justos, promovem a justiça social, perante tantas denuncias externas e internas das vossas contas bilionárias e milionárias, que afectam todos os angolanos e que nós povo angolano é que vamos pagar as facturas destes roubos sujerimos:ou se pune todos ou nãpo se pune ninguém e assim estarão a ser mais justos. claro o PGR é um pau mandado do JES, pois graças a falcatrua que fez no julgamento do Miala para subir a PGR, outro bandiodo? Pergunta-se aonde em tão pouco tempo tirou dinheiro para comprar iates e mansoes,etc
0 Manuel Frito 20-08-2012 20:57 #27
Afinal de contas a PGR que temos o que está na fazer? Foram denunciados crimes económicos, roubos de bilioes e milioes de USD e até agora não se vê a punição destas pessoas? O que se nota é qque o sistema protege os ganters que todo o povo conhece e o mais garve é que os mesmos andam ai e ainda a lançar bocas e são promovidos a cargos de maior confiança do executivo. os ministros s~ºao exonerados e v~ºao para outros altos cargos, ou ainda vão a deputados, sinceramente, no parlamento devem estar individuos com postura, com perfil isento, sem manchas no seu perfil? Todo o povo sabe que os ministros roubam muito, pergunta-se o quê que a PGR já fez para punir estes ministros? A PGR o que tem feito é punir o povo desgarçado, que os minitros muitas vezes apontam como suas vítimas para esconder as suas falcatruas. Nós povo estamos atentos, o que a PGR deverria fazer é fechar as portas. Temos tantos criminosos, higino carneiro, Kopelipa, JES,Manuel Vicente, Sumbila, Xirimbimbi, Kundi paiama, Beto Kangamba, Guilhermina Prata, Fátima Jardim, Pedro Vandunem,etc,et c. Porquê que a PGR não os pune? Ham só existe para prender e montar processos ludibriados para lesar cidadaos e quadros técnicos inocentes?
0 Mami 20-08-2012 20:43 #26
Há tantos tribunais, inspecções, fiscalizações, tribunal de contas, que nada fazem, ou melhr não atacam o problema, pois para darem exemplos deveriam começar a punir os dirigentes que são os cabeças de tudo, nos ministerios ninguém faz absolutamente nada sem a anunencia dos responsáveis máximos, portanto os primeiros a levarem as pastilhas deveriam ser os ministros, estes é que são os mafiosos e pelois vistos os que intensificam os crimes. O tribunal de contas tem que possuir a cabeça pessoal de craveira e competente, tais como economistas, auditores, juizes com um perfil economico e que domine as contabilidades, os orçamentos e politicas públicas para averiguar os desvios do orçamentoi aprovado e o gasto.O tribunal de contas tem que fazer análises, controlos físicos e financeirois, dos projectos, dos programas e politicas públicas do governo. O tribunal de contas não pode ser um órgão aonde se escolhe esta ou aquela instituiçaõ para se inspeccionar, o tribunal de contas tem que ser isento, competemnte para punir os infractores e os responsáveis gatunos

Não é por acaso q o presidente do tribunal de contas está a 12 anos no poder, quando o se mandato era de 4 ou 5 anos, pelos vistos está a servir bem o actual executivo. por tudo isto conclui-se dizendo que as nossas instituições são um faz de contas de instituições. Abaixo a miséria em Angola
0 Angelino 20-08-2012 20:32 #25
O actual Governo e o partido no poder deveriam fazer uma análise séria em relaçao a luta que os nossos pais desencadeou em relação ao colonialismo? Hoje temos a impressao que não valeu a pena lutar para a independencia, pois estamos a ser escravizados sob nova forma, ou seja há uma nova colonização, e o mais grave é que agora é uma colonização entre angolanos. No passado nunca se ouviu falar de roubos de bilioes, de viver em lixos, hoje há tudo do pior. O que é feito da tão famossima lei da probidade tão badalada em 2008. Nota-se que a lei da probidade foi um instrumento legal que o executivo lançou como forma de reduzir o alarmante fenómeno da corrupção desenfreada, o que se notou foi precisamente um fenómeno contrário, ou seja houve um acentuar do fenómeno corrupção ao mais alto nível: hoje o que está na cabeça dos altos responsaveis do executivo é sacar o mais possivel, pois o páis está sem rumo, o tal tribunal de contas não nos dá conta dá conta dos gastos dos órgãos públicos. Os gestores, oiu seja os ministros atropelam todas as regars do OGE e o tribunal de contas não punbe nada. O povo não vê o trabalho do tribunal de contas. Aliás a quem diz que o actual Presidente do Tribunal de contas tb infringe as regras do OGE, as verbas do cofre do tribunal de contas tb não vai para o tesouro, ai tb há desvios de fundos públicos. Potanto está tudo dito, se quem deve punir tb está a cometer, qual o moral para pedir responsabilidad es aos outros órgãos?
0 Mário Brito 20-08-2012 20:12 #24
O futuro governo tem que fazer uma reflexão muito séria e colocar nas pastas governamentais e nas em presas do estado angolano pessoas com espirito de desenvolver o país, gente com senso de responsabilidad e, honesta, que respeita os trabalhadores, porque os ministros , secretáios de estado , PCAS , directores, etc, são também trabalhadores e o lugar aonde estão é rotativo, não é vitalicio. O que se nota actualmente é que os responsáveis qdo estão no poleiro esquecem-se que algum dia tb foram trabalhadores de base . Os responsáveis actuam nos órgãos que dirigem como se fossem donos de tais órgãos, como se os ministérios e empresas fossem suas propriedades atropelando tudo e todos. Há tantas queixas e descontentament os que o MAPESS não resolve e cujos processos laborais estão nos tribunais de trabalho. os actuais sindicatos nada fazem, até nem sei porque se descontar para os sindicatops qdo estes não resolvem os problemas dos trabalhadores. Pergunta-se par quê que existem as direcções de inspecção e fiscalização nos ministérios? Estas direcções são figuras decorativas, não fazem absolutamente nada, são mais um cuto para o orçamento do Estado.
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