A firmeza e constância de um governante que convenceu os cepticos - Miguel Kapi
Huila - A crítica pode ser entendida como toda a observação específica referente a um determinado comportamento, que encoraja uma pessoa a melhorá-lo, reforçá-lo ou desenvolvê-lo. Criticar é parte integrante da comunicação efectiva, isto é, daquela que pressupõe um locutor e um interlocutor. Ela é a ligação entre as coisas que se fazem e se dizem e a compreensão do impacto que as mesmas exercem sobre as outras pessoas. Quando o objectivo é influenciar pessoas no trabalho, sabercriticar adequadamente é talvez a habilidade interpessoal mais significativa que se pode desenvolver. Em nossa opinião, essa habilidade é o elemento quediferencia.
Fonte: Club-k.net
Esta é de facto uma virtude que muitos angolanos e alguns Huilanos em particular deixaram de ter a bastante tempo. Cada dia que passa os nossos compatriotas tem estado a mergulhar na onda de críticas que em nada contribuem para o reforço do desempenho daqueles que dirigem a administração do estado a todos os níveis.
Verdade seja dita e aqui devemos ser modestos na apreciação desse fenómeno; muitas desta críticas são toleráveis e aceitáveis, porque alguns dos nossos governantes tem estado a chocar sistematicamente e de forma deliberada com as normas que regulam a gestão de instituições públicas, sendo entre muitas as mais visadas as que têm a ver com a observância rigorosa das norma jurídicas e da moral, a efémera probidade pública porque calar-se em tal situação é simplesmente cumplicidade.
O desenvolvimento do ser humano é ininterrupto e gradativo , obedecendo a certa ordem e regularidade. Porém o desenvolvimento social de uma comunidade se traduz num óptimo nível de qualidade de vida. Mas o "óptimo" é sempre relativo a um "menos óptimo", o que significa que só a comparação entre duas ou mais populações é que permite avaliar o nível de desenvolvimento social de um ou região.
O cidadão atento ao desempenho do actual executivo sabe que o Lubango de hoje já não é igual ao de Ramos da Cruz a quem se deveria imputar toda a confusão e todas as incompreensões havidas a pois a tomada de posse de Isaac dos Anjos que recebeu em troca críticas de toda a ordem cujas correntes esqueceram-se que essa actividade de reordenamento das cidade que passaria pelo desalojamento das populações que construíram as suas casas ao longo dos cursos de águas fluviais e da linha férrea deviam ter sido corporalizados pelo antigo gestor da província, o qual se conteve talvez por questões de ética partidária.
Gostaria voltar a enfatizar a ideia de que em fim de mandato, Isaac dos Anjos o erradamente diabolizado deixa inúmeros exemplos de um governante comprometido com o desenvolvimento comunitário, da cidade e da província no seu todo.
Todos os Huilanos incluindo os mais radicais, encontram consenso na governação deste homem formado em agronomia quando a questão é disciplina e trabalho, tendo eliminado oportunamente no seu pelouro os algozes, os tribalistas, os ociosos, os sornas que passavam o tempo nas suas fazendas, desviando grande parte do património para as suas propriedades. Ocaso Tchavola, foi uma “mancha num lençol branco” para o governo deste homem, que deixa a província com rumo, pese embora a condicionante sempre será a falta de recursos para a execução do plano de Desenvolvimento da Província
ARTIGOS RELACIONADOS EM OPINIÃO
ARTIGOS MAIS LIDOS EM OPINIÃO
LEIA TAMBÉM



















CLUB-K.net é um portal informativo angolano sem afiliações políticas e sem fins lucrativos cuja linha editorial consubstancia-se na divulgação dos valores dos direitos humanos, educação, justiça social, analise de informação, promoção de democracia, denuncias contra abusos e corrupção em Angola.
Actualizar comentários
O voto do povo é uma fachada, todos nòs soubemos que o MPLA jà ganhou.
Estao ai agritar a corroper o povo com maratonas e o caraças, isso é para fechar os olhos do povo, porque o voto
mesmo é la em casa real
que Poca verganha , mais JES, terà o seu fim, nao viverà eternamente.
Viva os angolanos, viva a nossa jovem democracia.