NOTA DE IMPRENSA
Paris - O Vice-presidente da Frente de Libertaçào do Estado de Cabinda FLEC, agradece todos compatriotas Cabindês da diáspora e do interior, quadros e intelectuais, individualidades e outras personalidades que optaram pelo anonimato, do seu sacrifício , das suas deslocaçoes , da disponibilizaçao e mobilização a volta do presidente Nzita Henriques Tiago e encoraja os trabalhos da "Iniciativa Diaspora cabinda" pela CONSOLIDAÇAO DA FLEC na prossecução da sua missão HISTÓRICA de defesa dsa aspirações do povo de Cabinda.
Fonte: FLEC
As suas contribuiçoes morais como materiais para a promoção da busca de uma solução de paz definitiva para Cabinda serao consideradas e tido em conta pela direcçào política da FLEC, que permanece aberta ao diálogo entre todas as forças politicas de Cabinda assim com o governo angolano.
As Forças armadas de Cabinda devem continuar de respeitar a trégua unilateral proposta pela direcçao política, mantendo intacta as suas posições defensivas, permanecendo vigilantes as manobras dos serviços de inteligência angolanos e seus cúmplices.
O CASO CABINDA EXIGE A MOBIIIZAÇAO DE TODAS FORÇAS VIVAS DE CABINDA...ANGOLA DEVE POR FIM A VIOLAÇOES REPETIDAS DAS FRONTEIRAS COM A RDC E CONGO BRAZZAVILLE
Denunciamos os discursos com dupla linguagem as autoridades angolanas que consiste em apresentar propostas sobre saida de crise na RDC, ao mesmo tempo são incapazes de promover o diálogo em Cabinda, uma situação que mostra a vergonhae ingratidao das autoridades da CPLP e da União Africana ,do seu silêncio sobre a questão de Cabinda
Ao mesmo tempo, eu lanço um apelo solene a toda a comunidade Cabindesa da Bélgica, da França, da Suíça e outros paises de se juntar a nós para a grande manifestação em frente à Embaixada de Angola em Bruxelas no dia 09 de dezembro de 2012, exigindo a abertura de um processo de diálogo com os Cabindas e terminar com assassinato de responsaveis Cabindas nos campos de refugiados nos dois Congo e conceder lhes a proteção humanitária.
Um manifesto para as autoridades angolanas será entregue à Embaixada de Angola e a presidencia da União Europeia sobre a necessidade de encontrar uma solução para o dossié go Cabinda.
Para mais informações, liguem para os terminais : +32 483 257 718-32 496 138 986
Bruxelas, 23 de novembro de 2012
Reverendo Pastor Antonio da Silva Anny Kitembo











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Comentários
eu so apoio o dialogo se a Flec aceitar tirar a ideia de separacao. mais que isto nao queremos dialogar com os separatista, Cabinda nao é Angola, e cabinda nao é tambem Cabinda, mais cabinda é um pedaso da terra do reino do congo, onde fal a parte do Ponte negra, Baixo congo, uma parte do Kinshasa, Ba ndundu, uige, Zaire, uma parte do bengo e uma parte nos cameron.
esta Historia do dito simulo buco é uma vergonha cabinda nao comeso no simulo buco como defende a Flec.
Será que o governo ditatorial do Mpla já perguntou ao povo de Kabinda, se o mesmo quer ser independente, autónomo ou nao? Experimentem realizar um referendo livre e democrático, a ver qual será a vontade dos Kabindas! A solucao ideal seria: Sentar à mesa do Diâlogo, abrangindo todas as partes envolventes ao conflito, podendo-se assim encontrar um Denominador Comum, que levaria à Uniao Integral entre Kabindas e Mwangolês, em forma dum Estado Federativo (similar à Alemanha, Brasil,etc). E assim todos nós sairíamos a ganhar. Mas os Saotomenses do Mpla (JES, Manuel Vicente, Kopelipa, Nandó, etc) só nos querem dividir para melhor poderem reinar entre eles.
Podem ate proibir a populaçao protetorada de falar, mas dao-lhes o direito de serem livres na mente.
Idealizando as suas razoes dessa magoa.
NINGUEM PROIBE OUTRO DE RACIOCINAR, ALIAS O PIOR SAO AQUELES QUE NAO QUEREM RACIOCINAR FAZENDO-SE DE CEGOS.
SOMOS AGUIAS MESMO MORRENDO PROCURAMOS MORRER O MAIS ALTO DA MONTANHA.