Lisboa - Alegações de má conduta financeira que fizeram manchetes no jornal português "Expresso", em Junho de 2014, acusavam Álvaro Sobrinho de uso indevido de fundos enquanto CEO do Banco Espírito Santo Angola (BESA), a agora subsidiária falida do grupo português Banco Espírito Santo.

Fonte: VOA

Contudo, esta não é a primeira vez que Sobrinho é ilibado de quaisquer acusações e o Expresso já tinha trazido ao de cima, anteriormente, alegações contra o então Chefe Executivo do BESA, acusações essas retiradas por um tribunal em 2012.


Em Dezembro de 2015, Sobrinho fez as seguintes declarações, durante uma investigação que terminou este mês (Abril de 2015): “O Expresso alega que 5,7 mil milhões de dólares 'desapareceram' do BESA, o que é equivalente a 95% do total de portfolio do crédito. Isso é absurdo. Além disso, eles alegam que mais de 500 millhões de dólares foram levantados do BESA. Nem sequer os bancos americanos têm essa quantia de dinheiro disponível. É uma assumpção ridícula".

As autoridades portuguesas rejeitaram instaurar qualquer acusação formal, devido à falta de provas contra Sobrinho, que procura agora ver-se compensado pelo grupo Impresa, que detém o Expresso, pelas falsas acusações de má conduta financeira.


Uma fonte da APO (African Press Organization) diz que este caso "representa um problema mais abrangente para os investigadores africanos e figuras de negócios que lidam na Europa, onde ainda existem alguns desentendimentos na prática de negócios entre as diferentes fronteiras geográficas".



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