Lisboa - O antigo Banco Espírito Santos de Angola (BESA), que desde o ano passado passou a se chamar “Banco Economico SA”, foi a instituição indicada para acolher os 25 biliões de dólares que o Presidente José Eduardo dos Santos solicitou as autoridades chinesas cujo acordo será assinado na próxima semana, em Pequim.

 Fonte: Club-k.net

Banco detido  por membros do  circulo presidencial 

De acordo com interpretações, de meios económicos independentes em Angola, a referida indicação/decisão coloca, por outro lado, o BESA numa posição destinada a “beneficiar” do controle da influencia dos chineses, em Angola.

O interesse dos chineses pelo BESA, começou a ser verificado antes de Outubro de 2014 através da Lektron Capital, uma empresa chinesa que entrou discretamente no capital social deste banco, com uma quota de 35%.

A estrutura accionista anterior era composta pelo BES português, (55,7%) Portmill (24%, general Kopelipa), Grupo Geni (18,99%, general Leopoldino do Nascimento (interesses da família presidencial)) e Álvaro Sobrinho, ex-CEO do BESA, 1,3% do banco.

No seguimento de medidas extraordinárias de saneamento impostas ao Banco Espírito Santo Angola pelo BNA, a Assembleia Geral Extraordinária do referido Banco Comercial, decidiu, a continuidade do accionista Geni, S.A. e a entrada para o capital, além da Sonangol, da Lektron Capital, S.A. e Novo Banco, S.A.

Os interesses da Portmil do general “Kopelipa” ficaram influídos neste novo sócio chines, a Lektron Capital.

 

Por decisão dos novos sócios, foram escolhidos dois cidadãos de origem indiana, Sanjay Bhasin e Girish Narula para liderar o BESA que deixou de estar intervencionado pelo BNA, desde 2014.



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