Miala considerado “o melhor” para coordenar intelligence na região

Lisboa - O nome de Fernando Miala foi apontado na última cimeira da Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos (CIRGL), 18.Mai, Luanda, como alguém com “perfil indicado” para promover e sistematizar uma boa coordenação/articulação entre os orgãos nacionais de segurança e intelligence dos países da organização.

Fonte: AfricaMonitor.net

Não está devidamente apurado se o alvitre foi feito pelo próprio Presidente angolano, José Eduardo dos Santos (JES) ou pela representante do Ruanda na reunião, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Louise Mushikiwabo. As reacções de outras delegações foram, em geral, favoráveis.

 

A criação de uma plataforma de coordenação dos serviços de intelligence dos países da região, considerada “necessária” para elevar os níveis de eficácia da acção político-militar dos governos na luta contra ameaças de terrorismo e instabilidade, fora recomendada pelos ministros da Defesa e dos Negócios Estrangeiros da CIRGL.

 

A reunião dos ministros, que antecedeu de perto a cimeira, foi alargada aos principais chefes militares e dos serviços de intelligence. Concluiu-se aí que a falta de eficácia que os exércitos dos países da região revelam em missões de reposição ou manutenção da paz em conflitos ou estados de tensão, é devida a factores, entre os quais os seguintes: Inadequada preparação militar; Deficiências logísticas; Apoio insuficiente em termos de intelligence militar e reconhecimento.

 

Fernando Miala goza de boa reputação como perito de intelligence – interna e externamente. São-lhe reconhecidas boas aptidões em aspectos-chave do funcionamento de um serviço de intelligence: escolha do pessoal e sua formação; organização do trabalho com base em prioridades devidamente definidas.


É considerado pelos Presidentes Joseph Kabila, RD Congo, e Paul Kagamé, Ruanda. Um dos principais obstáculos à pacificação da região dos Grandes Lagos é o mau relacionamento que consabidamente existe entre ambos; na origem do fenómeno estão desconfianças mútuas até agora insolúveis.

 

Algumas dessas missões, formalmente justificadas pela sua experiência e conhecimento, desenvolveram-se nos países da região, nomeadamente a RD Congo. Considera-se que domina o “dossiê” da RD Congo e no contacto com os responsáveis do país apresenta a vantagem de ser portador de uma identificação étnica comum (é de origem bacongo).

 







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