Lisboa – As autoridades angolanas não fizeram menção pública do nome do ministro das finanças, Armando Manuel como integrante da delegação presidencial que deslocou-se a República da China, causando sensação de uma suposta ausência do mesmo.

Fonte: Club-k.net

A evidencia da referida sensação, esta também refletida no lançamento de um debate nas redes sociais questionando se “Há alguma explicação para a ausência do ministro das Finanças na delegação do Presidente da República que visita a China e onde se prevê assinar um novo acordo financeiro com valores a rondarem, ao que se diz, mais de 20 bilhões de dólares? “

 

De acordo com dados fiáveis, o ministro Armando Manuel encontra-se em Pequim desde a semana passada antecedendo a caravana presidencial. Esta semana, as autoridades apenas anunciaram publicamente como parte da delegação, o ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Edeltrudes Costa, e os titulares das pastas das relações exteriores, Georges Chicoty, dos Transportes, Augusto Tomás, do Comércio, Rosa Pacavira, e da Energia e Águas, João Baptista Borges.

 

No mês de Maio, Armando Manuel terá sido o ministro angolano que mais deslocou-se a China em trabalho, porem nenhuma das deslocações foi mencionada na imprensa angolana. Apenas citaram as deslocações de uma comitiva chefiada pelo Chefe da Casa Civil, Edeltrudes Costa e outra pela secretaria de Estado para as relações exteriores, Ângela Bragança.

 

O sigilo que se faz em torno da presença do ministro das finanças nesta caravana presidencial está a ser interpretada em meios que acompanham o assunto, como uma estratégia destinada a desviar as atenções de que a visita do PR a China seja para fins de financiamento. O discurso oficial das autoridades é de que viagem serve para o reforço da amizade entre os dois povos, Angola e China.



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