Carta anónima alerta que Carolina Cerqueira pode cair na jogada dos egoístas

Íntegra da carta aberta/anónima posta a circular na internet

 

COMUNICAÇAO SOCIAL COM CAROLINA SERQUEIRA  (RESTROSPECTIVA)


Pelo andar da carruagem e  nesta altura, bem se pode dizer que nem tudo que brilha é ouro. Também é bem verdade que ninguém, seja quem for ligado a este tema, pode dizer que não sabia, porque conselhos públicos não faltaram. Está bem que a ministra Carolina Cerqueira certa vez disse que não lê o Club-K, mas toda classe sabe que não é verdade, é simplesmente para se  justificar perante o pensamento caduco e antidemocrático dos seus camaradas de bancada que não se abrem para o desenvolvimento universal e impõem sobre o pensamento alheio. Para os ideais dos seus cdas até os laços familiares não têm que ser tidos em consideração. Por isso é que não há respeito pela opinião alheia. Não adiantam apelos em discursos de ocasião quando não estão criadas as estruturas.



Na senda da comunicação social, no inicio do mandato, a ministra tomou ou mandaram –na tomar medidas que convenceu a classe de que haviam de haver mudanças e que a coisa não ficaria só por um inicio. Até porque também nas pretensões do partido no poder, a base da tolerância zero decretada pelo P.R, era necessário erradicar todo BANDALHO RABELAIS, que tinha como seus executores, na RNA: Eduardo Magalhães, Silva Jr, Perpetua Cabral e outros ao redor como o Henrriques que segundo comentários internos se o Rabelais fosse reconduzido ele seria o PCA.



Na TPA: Hélder Barber, Gonçalves Yanjika, Ana Lemos e Tito Jr que faziam e desfaziam, desobedecendo os seus superiores hierárquicos sob alegação constante de que o Ministro me orientou, o ministro me mandou fazer. O objectivo foi sempre criar intrigas aos seus superiores hierárquicos para na recondução do Rabelais passarem a PCA e Administradores. Para o Manuel da Silva nem foi preciso esperar pela recondução, o Hélder Barber sob a capa do Yanjika eliminaram logo o ex director de informação tendo Yanjika recebido do Hélder Barber o protagonismo de director de informação. Tal protagonismo que os interessados pretendem manter. Mas já aí chegaremos.



A ministra Carolina Cerqueira, conseguiu contentar a classe com a proposta dos Conselhos de administração da RNA e da TPA. Mais do que isso, desanuviou a classe dos maus vícios do mandato anterior. Diga-se em verdade, são as melhores direcções para estes dois órgãos, depois de Rui Carvalho e Francisco Simone.



Só que perante este quadro existem, as influencias que os ex directores ainda vão exercendo e que fazem por isso no objectivo de serem tidos como influentes, serem nomeados e daí novamente a desestabilizarão por absoluto.



Tudo começou, com o erro do Cda Rui Falcão que foi fazendo pressão para que o Eduardo Magalhães fosse renomeado. O grande problema dos chefes em Angola é de não serem dirigentes. Acomodam-se nos gabinetes e contentam-se em a dar ordens. Para eles tanto faz porque as chatices não lhes afecta. Para eles o lema é: que se danem porque eu não serei atingido.



No entanto, palavra passa palavra e seguem-se os jogos de influencia e atropelos aos próprios ideais, partidários e governativos em que a tolerância zero perde expressão.



Vejamos, O Pedro Cabral, PCA da RNA, è uma jóia de pessoa, respeitador, disciplinado, calmo e amigo dos seus amigos. Não tem instinto mau. Ao contrário do Eduardo Magalhães que na época do Rabelais chegou-se ao Pedro Cabral e retirou-lhe dos noticiários verbalmente, sem motivo aparente, alegando simplesmente que foi ordem do ministro Rabelais. Como este criou tal ambiente entre os seus executores e não dava acesso aos profissionais da classe para poderem se esclarecer, foi assim que durante anos uns tantos incompetentes e intriguistas foram fazendo a caça a bruxa a pessoas inteligentes com uma opinião valida contrária aos ideais maquiavélicos deles.



E no entanto duas semanas apôs ao empossamento do Pedro Cabral, comentava-se a nível interno que a Comissão de Gestão é a ideal, só falta o Pedro Cabral pôr o Eduardo Magalhães no seu devido lugar porque este começou logo com fintas.



Por outro lado se deve dizer que é maior a guerra que se faz ao Cabral do que apoios. Quer dizer como não se exonerou oficialmente os ex directores, estes se mantiveram nos seus lugares anteriores a fazerem resistência passiva. O que foi bem notório a quando do levantamento do cabaz. Por causa da desorganização da empresa que forneceu o cabaz, pessoas bem conhecidas da RNA e que faziam parte das anteriores comissões de distribuição dos cabazes mais muitos ex directores, andaram por lá a denegrir o nome do PCA, atribuindo-lhe culpa pela desorganização da empresa MIAMOP. E grupos em álas diferentes acusavam-se, uns por estarem a favor do Cabral e outros contra. É evidente esta guerra declarada ao Cabral. Segundo comentários da protecção física, logo após ter saído um comunicado do PCA sobre a utilização do parque automóvel, o ex sub director Henrriques da CT, parou o carro do lado reservado a Comissão de Gestão e convidados, ocupando o lugar de duas viaturas e recusou-se a tirar de lá a viatura alegando que o Cabral sabe que aquela viatura é dele e por isso não tirava de lá a viatura. Foi necessária, depois de vinte minutos de discussão ardente, a intervenção da policia de ordem publica que se impôs com medidas severas.



A outra verdade é que com a inversão de valores, a nossa sociedade, passou a fazer de vitimas as pessoas, educadas que respeitam , regras e princípios, considerando estes de burros por serem calmos, compreensíveis e amáveis.



O que se passa concretamente com o Cabral é isto e um certo grupo de pessoas interessadas no lugar de PCA da RNA estão a usar influencias e querem fazer querer que o Pedro Cabral não serve para aquele cargo. Não é verdade.



Agora espanta a classe dos jornalistas, o facto de a ministra não ter esta visão concreta sobre o caso. E ao que parece a ministra está cair na jogada dos egoístas.



Porque se não, que explicações a ministra dá a classe dos jornalistas, sobre a nomeação do Hélder Barber como Assessor do PCA, Pedro Cabral no dia 29/12/2010 ?



Porquê que a ministra não sacrificou o Luandino de Carvalho e recolocava o Barber no minstèrio? Já assim, seria o ministério a suportar a mediocridade dele, de não transmitir nada a ninguém por falta de conhecimentos, de nunca estar presente sempre que necessário, a criar grupos divisionistas e fomentar intrigas.



Já que a Sra sabe, diga-nos: O quê que o Barber tem para transmitir ao Cabral? Um Hélder que não sabe realizar um programa de rádio nem editar um jornal. Um Barber que desde o tempo do falecido Alexandre Gourgel faz guerra aos colegas. Que abandonou a TPA sem entregar as pastas ao seu sucessor. A propósito o actual PCA da TPA, achou que não havia necessidades de se pagar 30 mil dólares mês no fornecimento de agua com cisternas, mandou uma equipa da edel averiguar a situação e detectou-se que dentro da TPA, haviam fechado propositadamente a central de fornecimento de agua da edel. Quem fazia os pagamentos a final? Quem ia a TVC buscar os milhares de dólares em dinheiro sem justificar os destinos? Quem comprou uma vivenda no talatona a pronto pagamento sem que o salário cobrisse?



Então onde é que estamos e com quem querem gozar fazendo de parvos?



Quer dizer, um indivíduo que é cúmplice do maior arruinador da comunicação social angolana, fez e desfez e sem que prestasse contas ao seu sucessor dos erros cometidos na TPA, ainda por cima incompetente já é nomeado a assessor do PCA da RNA.



Sra Ministra acredita que se alguém se sente inseguro/a, não é o Cabral, è quem dá ouvidos aos comentários difamadores e o facto de ser pacífico, não significa ser burro. A ministra tem que dar conta que esta é a jogada dos egotistas que pensam assim: o Cabral não choca, esse é que dá para lhe fazer guerra.


Se a Sra reparar, o Silva Jr também está na luta para receber um cargo na rádio. Acha que è por acaso?



Então saiba que o vosso menino de fatos e gravatas bonitas, complexado e incompetente, não vai auxiliar o Cabral em nada. Ele quer os 15 mil dólares de salário pelo cargo, e como está habituado a desordem e ao absolutismo, vai se aliar ao Magalhães, Perpetua e Silva Jr para acabarem com o Cabral através de intrigas usando influencias dos tios.



É preciso ter em conta que a RNA, é empresa pública e se algum tio quer ajudar o sobrinho que este no mínimo seja competente e bem comportado. Ao contrário disto como eles já têm empresas criadas ponham-no lá como espião, ou se precisarem de um mordomo para as casas do mussulo então que o contratem porque o H.Barber até tem pinta e serve para isto. Não desrespeitem os jornalistas angolanos.



Para conselheiro do Cabral está ali o Administrador Mendonça, um profissional competente ou o Arlindo Macedo que é uma biblioteca rica sem aproveitamento, apenas discriminado.



A classe apela uma vez mais a ministra C. Serqueira para que não se cometa o mesmo erro na TPA, porque o PCA da TPA já mostrou que é super competente e faz o género da maioria, porque a maioria sempre esperou por mudanças absolutas desde o tempo do Carlos Cunha.



O Fernando Cunha conseguiu uma mudança parcial, não fez mais porque confiou nos de casa e o resultado foi o que foi. Os tais de casa fizeram crer ao ministro Rabelais que a casa funcionaria bem sem o Fernando Cunha.



Eliminaram o Cuinha e o Manuel da Silva foi logo a seguir e quem tomou o comando absoluto da casa, foi Yanjika e Ana Lemos sob protecção e instigação do Hélder Barber.




O quadro actual da TPa mostra que para a TPA ser de facto a casa mãe da televisão angolana, o Yanjika e a Ana Lemos não precisam ter cargos. Porque o Administrador Ernesto Bartolomeu sempre foi mais competente que os dois juntos, por isso é que foi sempre discriminado.



Mas agora conclui-se que sim. o Ernesto deixa o seu gabinete durante um período para dirigir a reunião editorial e não fica por aí, a seguir vai a redacção e as ilhas de edição todos dias, coordenar o Telejornal e outros serviços de noticias. E no entanto, está tudo a funcionar as mil maravilhas em todos aspectos porque o Ernesto não anda a procura de protagonismo. Já tem há muitos anos.


Então Sra Ministra e Sr PCA da TPA, a TPA não precisa de mais nomeações. A casa agora está a funcionar melhor do que antes.



O Ernesto pode acumular a Direcção de Informação, aliás, o que ele tem feito desde que tomou posse, e o Ramiro Matos vai reconduzido a Director Adjunto de Informação.



Esta é a realidade actual da TPA e deixou de haver intrigas, lutas de poder, queixas caluniosas etc.Aproveitem os conhecimentos da Mariana Ribeiro para uma melhorar a cara da TPA.



Quanto a área de  programas, entreguem a semba produções ou busquem alguém de fora porque a casa está desgastada e não produz nada há muito tempo. E dar cargo a alguém de casa para apenas mostrar fatos e gravatas é melhor ficar como está.



Por outro lado, o desporto segundo se comenta precisa de mudanças na sua liderança. O Dedaldino da Conceição é uma forte aposta, porque tal como o Ernesto, cresceu na casa e domina a área. Simplesmente foi discriminado e nunca teve uma oportunidade.



Sra Ministra e Sr PCA se querem trabalhar sossegados, com menos uma pedra no sapato, na TPA a coisa tem que ser assim, mais ou menos. O PCA é a pessoa ideal, não dá ouvidos a intrigas, não faz fofocas, é transparente, competente e educado, dá oportunidades iguais a todos, não discrimina os subordinados a favor dos chefes e já conseguiu meter cada coisa e cada pessoa no seu lugar, até o Yanjika que tentou desobedece-lo como sempre fez com os Directores anteriores alegando orientações do palácio presidencial.



É só ficar atento a certas pessoas. Quanto mais quererem se aproximar mais querem fazer tropeçar. Converse muito com os seus administradores para não se deixarem levar por pressões descabidas. E faça por aumentarem os salários porque não cobrem ao custo de vida actual. Força PCA, a maioria na TPA, está consigo.


*anónimo






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