Luanda – Três monumentos históricos foram construídos desde 2003 pelo Ministério das Obras Públicas, sendo dois em Luanda e um no Kuito (Bié), para servir de testemunho às novas gerações dos anos de conflito vividos em Angola desde a luta de libertação da opressão colonial.
Segundo um documento do Ministério das Obras Públicas, a que a Angop teve acesso, em Luanda, trata-se das infra-estruturas em homenagem aos heróis da Batalha do Kifangondo (município de Cacuaco), do 4 de Fevereiro (Cazenga) e o cemitério monumento do Kuito (na província do Bié).
No âmbito do mesmo programa, acrescenta o documento, está prevista para Julho deste ano a conclusão das obras do Centro Cultural Agostinho Neto, na localidade de Catete (Bengo), que está a ser erguido para perpetuar os feitos e memória do primeiro presidente de Angola.
O documente refere ainda que constaram também das acções das Obras Públicas neste período, a reabilitação da parte exterior das fortalezas de São Miguel (Museu das Forças Armadas) e da Muxima (no Bengo), assim como o Museu de Antropologia.
A batalha do Kuito Kuanavale estará igualmente reflectida em monumento, ainda este ano, tendo o lançamento da primeira pedra para a execução do projecto ocorrido no mês de Março deste ano.
A batalha do Ebo (1987) e o acto simbólico do 4 de Abril (2002) estarão reflectidas em monumentos que serão erguidos futuramente nas províncias do Kwanza Sul e Moxico, respectivamente.
Neste momento estão em curso os trabalhos técnicos de preparação para o arranque destes dois projectos, inseridos no programa do Governo de Reabilitação e Construção de Infra-estruturas Sociais em curso no país.
A derrota do exército sul-africano na batalha do Cuito Cuanavale (sudeste de Angola) em 1987, forçou a alteração da estratégia do ocidente e da África do Sul, que optou por negociar o fim do seu envolvimento militar directo no conflito Angolano.
Foram assim concluídos os Acordos de Nova Iorque, em Dezembro de 1988, que permitiram a cessação das hostilidades militares entre Angola e a África do Sul, a retirada das forças Sul-africanas que ocupavam o sul de Angola desde 1982 e o início da descolonização da Namíbia.
A 04 de Abril de 2002 os generais Armando da Cruz Neto, então chefe do Estado-Maior-General das FAA, e Abreu Muengo "Kamorteiro", pela parte das ex-Forças Militares da Unita (FMU), assinaram o Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, pondo assim fim ao conflito armado, na presença do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, comandante-em-chefe das Forças Armadas Angolanas (FAA), e com o testemunho da comunidade internacional.
O acordo visou pôr termo ao conflito armado em Angola, garantindo, entre outras, a livre circulação de pessoas e bens, reconstrução de infra-estruturas e estabilidade económica, em suma, um desenvolvimento que já se verifica nos mais variados sectores do país.
Fonte: Angop











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Comentários
POrtanto, em Angola nunquem nem uma itinia,que consegue a guardar a sua identidade que os BKONGOS nossos nomes fantasticos.mas mesnos o do sul de Angola.e triste que, o Bakongo e sempre bafado pelo poder do MPLA descriminando os nossos nomes com verdadeira sinificaçao em kikongo (nossa identidade),e que pela força requeremos nomes POrtugues... BK nunca foi assumilar! Neste feito,
PODIAM meter o NETO como monimento,JES,Nando,Jaime,tudoas camaradas do mpla ...Malconhecem Angola,seria melhor um monimento dos inconito em Catete nos kibundu (Bundus)para todo dia as pombas cacam emsima. e o contrario des honras!!!!
POrtanto, em Angola nunquem nem uma itinia,que consegue a guardar a sua identidade que os BKONGOS nossos nomes fantasticos.mas mesnos o do sul de Angola.e triste que, o Bakongo e sempre bafado pelo poder do MPLA descriminando os nossos nomes com verdadeira sinificaçao em kikongo (nossa identidade),e que pela força requeremos nomes POrtugues... BK nunca foi assumilar! Neste feito,
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