Situação Politica e Social em Cabinda preocupa a UNITA
Nota de imprensa
Luanda - O Secretariado Executivo do Comite Permanente da UNITA, bastante preocupado com o agravamento da situação política e social em Cabinda, decorrente das medidas repressivas tomadas pelas autoridades polícias angolanas nos últimos dias contra o movimento reivindicatico dos trabalhadores da saúde, leva ao conhecimento da opinião pública, nacional e internacional, as seguintes posições:
1. Apoiar e solidarizar-se com o movimento reivindicatico de todos os trabalhadores da saude em Cabinda como direito consagrado na Constituição da República de Angola.
2. Condenar, nos termos mais enérgicos, a onda de repressão das forças da ordem e de segurança contra angolanos indefesos que em Cabinda reivindicam os seus legitimos direitos, constitucionalmente consagrados.
3. Lembrar que a recorrência ao uso da violência, a perseguição, a intimidação, os assassinatos e a supressão das liberdades fundamentais dos cidadãos de Cabinda são prática quotidina, expressão das violações dos direitos humanos que ocorrem nesta parte do territorio nacional. Fruto destes actos de repressão, e da prática sistemática da violência, a enfermeira Margareta Antunes Bunga, de 30 anos de idade, integrante do movimento reivindicativo, foi severamente espancada nas áltimas horas, acabando por abortar.
O Secretariado Executivo do Comité Permanente da UNITA exige ao Executivo angolano pôr cobro a esta prática da violência e estabelecer sem delongas um diálogo de concertação social com o movimento reivindicato dos funcionários da saúde em Cabinda.
O Secretariado Executivo do Comite Permanente da UNITA apela a União Africana a envidar esforços diplomaticos no sentido de se encontrar uma solução política definitiva para o conflito militar em Cabinda entre o governo angolano e a Frente de Libertação do Enclave de Cabinda, FLEC.
Luanda, 6 de Fevereiro de 2012
O Secretariado Executivo do Comité Permanente da UNITA
ARTIGOS RELACIONADOS EM POLITÍCA
ARTIGOS MAIS LIDOS EM POLITÍCA
LEIA TAMBÉM












CLUB-K.net é um portal informativo angolano sem afiliações políticas e sem fins lucrativos cuja linha editorial consubstancia-se na divulgação dos valores dos direitos humanos, educação, justiça social, analise de informação, promoção de democracia, denuncias contra abusos e corrupção em Angola.
Actualizar comentários
Não se devia pedir à UA, mas a UE, USA (comunidade internacional) porque muitos dirigentes membros da UA chegaram e estão no poder dizimando vidas, conclusão: são insensíveis.
Se existem dirigentes, é porque estão capacitados, então devem exercer as suas funções de modo a evitar estes constrangimento s, não podemos sempre admitir pela fala e esquecer a execução dos pormenores primordiais e afectantes a População. Para uma boa união devemos todos contribuir para que ela seja vista como via de desenvolvimento , e não excluir os outros ou apenas culpabiliza-los dos feitos e por fim não resolver nada. Juntos estamos p’ra pelo mesmo ideal PAZ e DEMOCRACIA, de Cabinda ao Cunene, pois o passado já não pode afectar o presente.
A provincia que dá mais dinheiro aos corruptos do Mpla e a que tem menos, votaram no Mpla agora é aguentar...
Já é hora de abrir os olhos meus patrícios, o Mpla nao presta nem para limpar o Mata K U
Durmamos e acordemos, relembrando que o MPLA, perdeu a autoridade politica de Cabinda.- Lamentavelmente , são os cabindas agora empurrados pelos colonislistas angolanos que neste momento fazem a p+olitica a favor do regime, principalmente as senhoras. O MPLA alegra-se com a conclusão do projecto que vai conduzir o petróleo e gás de Cabinda para o Soio, convencido que está tudo concluido, quando neste momento estamos a treinar especialistas para destruirem a conduta, pelo facto de na~o encarar um diálogo sério com a resistência. Venceremos.