A Voz do Club

Club-k: Feliz natal e um ano novo cheio de concretizações

Luanda - Com esta nota o Club-k agradece a cooperação de todos os "membros" desta família pelo suporte e carinho que nos têm dedicado. O Club-k so existe porque representamos a voz do povo e demos voz a quem não tem.

 

Fonte: Club-k.net

 

É com este sentimento de carinho e amor que retribuímos a todos queles que dia a dia  têm visitado este portal, aqueles que nos têm enviado matérias ou cartas de suporte e criticas.  Enfim, a todos incluindo organizações que suportam a nossa dedicação.

 

Se aproxima o ano de 2016 e como sempre todos os anos novas perspectivas e planos sao traçados. É neste contexto de ambições pessoais e grupos que desejamos a todos muito sucesso no novo ano que se aproxima.

 

Muito amor e carinho a moda de Angola

 

P/l
Direcção
Club-k.net

Carta Aberta ao governador do Bengo, João Miranda - Admar Jinguma

Luanda - CARTA ABERTA AO GOVERNADOR DA PROVÍNCIA DO BENGO, JOÃO BERNARDO MIRANDA

Os melhores cumprimentos.

Não havendo outro canal onde lhe possa fazer chegar a minha indignação, para quem, como eu, que não milita em qualquer CAP, espero que a partir deste o Senhor tome contacto com algumas das preocupações que gostaria de lhe fazer chegar, caso tivesse a rara oportunidade de privar com o Senhor e trocar algumas impressões.

 

Já que Vossa Excelência é bastante rigoroso, pelo que se diz, e gosta que as pessoas, ao se comunicarem consigo, sejam breves e detalhem com objectividade o que pretendem tratar, então vou directo ao ponto.

 

Escrevo­-lhe para lhe falar de Caxito, essa capital da nossa Província que vós ousais chamar de cidade, numa clara desvirtuação à real acepção dessa palavra.

 

Quando vossa Excelência foi apresentado em 2009 à população local em substituição do Dr. Jorge Inocêncio Ndombolo, para assumir os destinos da Província que também o viu nascer, fui convidado por um vizinho meu a ir à tal cerimónia, mas declinei imediatamente o convite, sob o pretexto de que não esperaria muita coisa da governação do senhor. Volvidos sete anos, desculpe­me a franqueza, parece­me que não me enganei! Porém, aquando da última visita do Presidente da República à Caxito, a 23 de Maio de 2013, para ser mais preciso, agradou­me a contundência do seu discurso, tendo­lhe dado na época, um “pequeno­grande” voto de confiança, que agora retiro.

 

Desde a sua ereção como capital de Província, por força da lei 3/80 de 26 de Abril (fonte: site do Governo da Província do Bengo), Caxito nunca beneficiou de qualquer obra de requalificação de realce, e a situação da nossa já degradada capital vai se agravando dia­pós­dia, à medida que a chuva vai se mostrando ser mais eficaz que o Executivo que vossa Excelência representa localmente.

 

Afinal de quem é a culpa? Se não é do Senhor, que não morra solteira, ou que ao menos nos venha dizer isso mesmo, e se demita de imediato para que o seu nome não continue sendo atirado na lama, que, aliás, Caxito tem de sobra! Se ao senhor não lhe é atribuído verbas para a requalificação urgente de que Caxito tanto clama, transmita ao menos a quem de direito que nós estamos fartos; chegamos ao limite; estamos cansados de ser a única Província onde a capital não tem qualquer diferença com um bairro periférico qualquer!

 Admar Jinguma

Basta de paliativos e do chão bruto em alguns pontos mais críticos! Eu, como pode calcular, não domino os bastidores da vossa governação, e como ninguém se lembra de falar connosco no período em que não há campanha eleitoral, não posso adivinhar as razões de tamanho desprezo e desrespeito às populações do Bengo, que em 1992 elegeram quatro deputados e cinco em cada um dos dois últimos pleitos eleitorais, a favor do Partido que o senhor representa e dirige na nossa Província.

 

Gostaria de Lhe fazer uma pergunta, que não é retórica, embora não saiba como o senhor me vai responder. Quando se anuncia a vinda à Caxito de uma alta entidade da nação, vossos auxiliares precipitam­se em fazer aqueles tapa­buracos vergonhosos, para passar a imagem de que as coisas andam bem por essas bandas. De onde tem vindo o dinheiro para tais fins?! Ainda existe? Então ao menos finjam que virá visitar Caxito a mais Alta Entidade da Nação, para que façam alguma coisa! Ou vossa Excelência não sente qualquer remorso com a triste fotografia de Caxito?!

 

Um recado final aos meus detratores. Podem já abrir as hostilidades com as ameaças e a diabolização de sempre; e podem ir até mais longe, se quiserem, estou preparado. Mas a vossa atitude cobarde só mostra que também sois cúmplices e culpados com o “status quo”! Embora nós saibamos que, “de caxexe”, como se diz no nosso Caxito, vós sois bastante críticos à maneira como a nossa Província é desgovernada. Mas como precisam justificar os vossos altos salários só dizendo “SIM”, porque o “NÃO”, quando necessário, não faz parte do vosso dicionário, tendes a minha bênção, de um ex­candidato ao sacerdócio. Mas enquanto não fizerem nada que melhore a imagem de Caxito, podem crer que não nos calaremos.

A Crise de Valores Políticos - Carlos Kandanda

Luanda  - Observando bem as sociedades modernas e a postura da classe política e das suas elites, torna-se tão evidente a depreciação profunda de valores políticos e morais. Esses valores, na essência, constituíram-se em matrizes ideológicas, quer do Capitalismo, quer do Socialismo; assumindo formas substanciais a partir de 1945, no fim das duas grandes guerras mundiais.

Fonte: Club-k.net

Convém realçar o facto de que, a liberdade e a igualdade são dois princípios intrínsecos, inseparáveis, interligados; os quais, se conjugam reciprocamente. Sem a liberdade, não há a igualdade; e sem a igualdade, não há a liberdade; vice e versa. Neste contexto, a dignidade humana baseia-se nestes dois valores fundamentais, que asseguram e sustentam a vida humana. Esses dois valores básicos têm sido defendidos, com firmeza, tanto pelo Capitalismo, quanto pelo Socialismo. Embora, as formas de encará-los e interpretá-los sejam diferentes, de acordo com sistema económico e politico, que estabelece o modo de produção e o modo de distribuição do rendimento.

No sistema capitalista, por exemplo, a igualdade é reflectida na valorização de um conjunto de factores produtivos, em que o trabalho humano (em todas dimensões) destaca-se como factor principal da produção e da produtividade. Ou seja, o mercado é o mecanismo regulador, que relaciona os salários aos preços dos produtos ou das mercadorias, de acordo com a qualidade do trabalho despendido, com o poder de compra e com a qualidade das mercadorias – assente na lei da oferta e da procura.

Para que haja equilíbrio entre os salários, os investimentos e os lucros, a transparência torna-se imperativa e indispensável. Pois que, a valorização de cada factor de produção, numa equação complexa, exige necessariamente a transparência e a integridade, de modo que, «se vinque a equidade», em todas as etapas da produção e da distribuição do rendimento. Quaisquer distorções que surgirem neste processo têm consequências nefastas sobre as forças produtivas, que são vulneráveis diante os detentores de capitais. Não obstante, o trabalho humano, em todas dimensões, é o factor decisivo da produção, da produtividade, da inovação, do crescimento económico e do bem-estar; de facto, é o «epicentro» da actividade humana.

Sintetizando esta linha do pensamento, o salário justo é aquele que reflecte o «valor real» do trabalho despendido; que concede às forças produtivas o poder de compra adequado; e que, permite a poupança e o crescimento, capazes de tirar as camadas baixas da pobreza; lançando-as à classe média; engrossando constantemente esta classe, tornando-a mais ampla, mais estável, mais crescente e mais dominante; fazendo com que haja equilíbrio social na sociedade, evitando a dominação do país por um punhado de pessoas, enriquecidas de forma injusta. A «ideia-base» é de criar a riqueza para todos e de permitir que, os que têm mais capacidades de fomentar o capital, o façam correcta e justamente, dentro dos marcos da lei.

No Socialismo, por sua vez, a igualdade é reflectida através do sistema da planificação da economia, da fixação de salários e dos preços do mercado e da centralização do poder económico e politico. O governo, neste sistema, desempenha o papel do mercado, como regulador e distribuidor do rendimento nacional. A distribuição equitativa do rendimento é considerada como sendo o princípio fundamental do Socialismo, que se traduz na «luta de classes», como forma de suprir as desigualdades sociais.

Na lógica do Socialismo Cientifico, concebido pelo Karl-Marx e Friedrich Engels, a luta de classes visa essencialmente eliminar as classes, para que surja uma sociedade sem classes, em que não exista pobres ou ricos, que apoderem-se da riqueza do país, em detrimento de toda gente. Os que apreenderam o Marxismo-Leninismo, durante a luta anticolonial, como no meu caso particular, conhecem bem estes valores sublimes do Socialismo.

Em seguida, o Karl-Marx e Friedrich Engels, ambos Filósofos Alemães, defendiam a tese de que, a acumulação desenfreada de capitais e a concentração da riqueza do Mundo nas mãos de uns poucos, representará a fase mais avançada do Capitalismo, que transformar-se-á no «Imperialismo Financeiro». Nesta altura, o poder político estará sujeito ao Imperialismo Financeiro, detentor de grandes capitais.

Por outro lado, na visão do Karl-Marx, o sistema económico mundial ficará submetido aos esquemas subtis da acumulação avultada de capitais, sem controlo formal dos mecanismos dos Estados Capitalistas; operando num ambiente de secretismo absoluto, desviando fundos públicos e fazendo deles meios de enriquecimentos ilícitos.

Os Filósofos Alemães, citados acima, afirmavam que, este estádio avançado do Imperialismo Financeiro será caracterizado pela «decadência moral», a ser dominada por individualismo, egoísmo e ganância insaciável. O «Bom Senso» e o «Altruísmo», inerente do Homem, como atributo de Deus, que asseguram e valorizam a dignidade humana, deixarão de existir. Tivera sido nesta base, que fez com que, Karl-Marx exortasse a Classe Proletária do Mundo para «Unir-se» contra o Imperialismo Financeiro.

Cá, em Angola, está ideologia socialista, tivera sido abraçada, de forma ortodoxa, pelo MPLA, cujo Presidente actual, José Eduardo dos Santos, teve sua formação superior e técnico-profissional nas Academias Socialistas, na União Soviética. Só que, é dramático como sucedeu a metamorfose súbita dos dirigentes do MPLA, do «socialismo científico», para o capitalismo selvagem, corrupto e prepotente. Este fenómeno, da metamorfose degradante, está na base da má-governação, que resultou na crise actual que grassa o País.

Vendo o Mundo contemporâneo, deste Século XXI, nota-se que, ambos sistemas económicos (capitalismo e socialismo) se encontram na profunda degradação moral. Manifestando visivelmente o desmoronamento gradual dos valores e dos princípios estruturantes, defendidos pelas sociedades modernas. As elites diversas, de muitos países, que têm as responsabilidades acrescidas de cuidar a humanidade e de promover a boa governação, a boa parte está mergulhada na imoralidade e na ganância; enganando os seus povos e saqueando as riquezas, em benefícios próprios; deixando os seus concidadãos na penúria e na pobreza extrema.

O surgimento de «Panamá Pepers» desvendou o mistério, de uma vasta teia de aranha, que opera neste paraíso fiscal, da América Central. Esta rede clandestina abranja muita gente, de todas partes do mundo, envolvidos nos negócios duvidosos ilícitos e nas transacções de capitais avultados, fora do circuito formal, das instituições financeiras, sob alçada do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional.

Neste paraíso fiscal, de acordo com «Panamá Pepers», estão diversas personalidades, estadistas, políticos, religiosos, empresários, artistas, grupos terroristas, traficantes de armas, de drogas e de seres humanos, bem como governantes. Os negócios ocultos e as transacções financeiras cruzam-se entre si, numa interacção plena, sem possibilidade de distinguir e cifrar exactamente as linhas divisórias entre si, num sistema complexo e sofisticado.

O Fundo Soberano Angolano, sob alçada do José Filomeno dos Santos, filho do Presidente Angolano, aparece visivelmente neste circuito, através de enumeras ligações às empresas, às pessoas (com curriculum comprometidos) diversas e aos escritórios virtuais, que mudam constantemente de nomes e de contactos telefónicos e informáticos.

O Fundo Soberano Angolano está bem enraizado em Londres e na Suíça, com actividades intensas no paraíso fiscal suíço. O Fundo Soberano opera num ambiente restritivo e de absoluto secretismo. Os seus interesses estão bem ocultados, não identificáveis, sem transparência dos seus investimentos, dentro ou fora do país. Acima disso, o Fundo Soberano Angolano funciona paralelamente dos capitais da Isabel dos Santos. Esta última, por sua vez, tem investimentos volumosos em Portugal; com acções significativos no Banco BPI, Banco BIC Portugal e BFA.

Estas plataformas, mencionadas acima, actuam como «conduit financeiro», para movimentar capitais de Angola, com destino à Europa, passando pelo Portugal. O Fundo Soberano Angolano tem servindo-se igualmente da plataforma de Portugal, acima referida. Portanto, a «Desblindagem», feita há pouco tempo, de afastar as acções da Isabel dos Santos do BPI, exigida pelo Banco Central Europeu (BCE), deveu-se essencialmente deste fenómeno, de negócios e de transacções menos transparentes entre Banco de Fomento Angola (BFA) e BPI de Portugal.

A teia de negócios (secreta) criada pelo Fundo Soberano Angolano não permite qualquer fiscalização do Parlamento Angolano ou do Tribunal de Contas. As suas portas estão todas bem vendadas e bem trancadas, sem possibilidade para dar uma vista de olhos lá dentro, e ver como o dinheiro do país está sendo gerido e investido. Se tivéssemos Tribunais Independentes, como na Africa do Sul e no Brasil, talvez tivesse sido possível romper com este esquema, de carácter mafioso, no sentido de apurar os factos, de como este Fundo funciona.

Na verdade, o Fundo Soberano Angolano tem três propósitos principais, sendo: a) servir de oleoduto para a transacção das receitas petrolíferas de Angola para as Contas do Presidente e da sua família, através da SONANGOL; b) servir de Depósito para financiar os «Lobies» junto das Potências Ocidentais, das Organizações multilaterais e das Instituições Internacionais, com fim de promover a imagem do regime angolano; c) servir de «Lavandaria» e de «Fonte» de financiamento de operações ocultas.

Em súmula, o Mundo passa por uma fase crítica de degeneração de valores políticos, culturais, cívicos, morais e espirituais, em que se nota visivelmente a decadência gradual das instituições políticas, cívicas, eclesiásticas, económicas e financeiras, que afirmaram-se logo após a Declaração Universal dos Direitos do Homem, em 10 de Dezembro de 1948, no rescaldo da Guerra Mundial II, que terminou em 1945. A boa governação e a responsabilidade dos governantes perante os governados, só existem na teoria, sem sua aplicação na prática. A ganância pelos bens leva ao saque dos Cofres dos Estados, criando crises financeiras e económicas, com repercussões desastrosas sobre o tecido social das populações.

O que, de grosso modo, provoca instabilidades politicas e sociais no Mundo. Sendo exploradas subtilmente pelos grupos extremistas, que operam numa rede vasta, a nível mundial. Isso indica que, esta Ordem Mundial, que vigora no Ocidente e no Oriente, têm a mesma identidade, com dificuldades enormes de fazer face aos grandes desafios que o Mundo enfrenta hoje. A não ser que, haja de facto, mudanças profundas do sistema politico e do sistema económico-financeiro. Por isso, torna-se imperativo fazer reformas profundas do sistema bancário mundial.

Luanda, 24 de Abril de 2016  

Adenda sobre o artigo “Ministro Bornito culpa activistas pelo lixo”

Lisboa - Retificação: O Club-k vem por este intermédio clarificar e ao mesmo tempo assumir o lapso técnico sobre o artigo intitulado “Angola: Ministro Bornito culpa activistas pelo lixo .”


Fonte: Club-k.net


Após uma investigação atenta e cautelosa sobre o artigo em questão a direcção do Club-k concluiu que a passagem “Bornito de Sousa, acusou na última sexta-feira, alguns activistas angolanos de serem os responsáveis pelas montanhas de lixos que se encontram espalhadas em todos municípios de Luanda, inserido no artigo em análise foi uma interpretação infeliz do editor do artigo que publicou a referida peça sem uma prévia consulta e análise final por parte de um dos editores principais deste portal.


Assim sendo, e sem rodeios apresentamos humildemente as nossas sinceras desculpas aos internautas e especialmente ao Ministro Bornito de Sousa.


Para terminar transcrevemos a íntegra a versão final da ANGOP sobre este tema:


Ministro da Administração do Território recomenda mais trabalho para estancar o lixo
Luanda - O ministro angolano da Administração do Território, Bornito de Sousa recomendou hoje, sexta-feira, ao Governo Provincial mais trabalho para, num curto prazo, com vista a estancar rapidamente a situação dos amontoados de lixo em Luanda.

“Devemos trabalhar para que num curto prazo possamos estancar rapidamente esta situação, enquanto vai se regularizando e normalizando o quadro de recolha dos resíduos, a partir dos bairros ou distritos urbanos”, considerou.
O conselho do governante foi transmitido no final de uma reunião promovida pelo Governo Provincial de Luanda, onde com administradores municipais e presidentes de centralidades, analisaram a questão da actual situação de limpeza da cidade.


De acordo com Bornito de Sousa, deverá se tornar mais eficaz a colaboração e o diálogo com as populações sobre o tratamento, locais onde são colocados os resíduos e a forma como isso é feito.


Considerou também necessário se organizar melhor o trabalho das operadoras e igualmente, obter a cooperação de empresas, instituições que existem nos vários municípios, no sentido de colaborarem, particularmente nesta primeira fase em que é preciso uma acção de “choque” para se regularizar a situação.


Entretanto, disse constatar com satisfação esforços por parte GPL, administrações municipais e centralidades, no sentido de resolver a questão do lixo.


O ministro lamentou o facto de algumas pessoas ligarem o quadro dos resíduos sólidos com o lançamento do novo modelo, que disse ter sido apenas uma infeliz coincidência, assim como a auditoria para ver na realidade, a capacidade de desempenho das empresas que estavam a operar, tendo muitas delas sido desqualificadas.


Outra coincidência tem a ver com a redução drástica das receitas do petróleo.


Nesta reunião ficou esclarecido que as administrações municipais vão gradualmente retomar e regularizar a situação, a medida que forem normalizados os pagamentos e o enquadramento de empresas para realizar esta tarefa.
“O problema dos resíduos sólidos é de âmbito local e deve contar com a comparticipação de todos, no pagamento de taxas para recolha do lixo e na educação da população em relação a forma como tratam os detritos e os locais onde devem colocá-lo”, apelou.


Disse ter-se apercebido por via das redes sociais, que alguns cidadãos têm depositado deliberadamente lixo em locais impróprios, no sentido de passarem uma imagem cada vez pior da cidade, tendo apelado a colaboração de todos para a inversão desse quadro.

Club-k.net: Nota de esclarecimento sobre o artigo de José Ribeiro

New York - Resumo: Esclarecer a comunidade nacional e internacional sobre os actos de calúnia e difamação propagados no Jornal de Angola no artigo intitulado “Um terreno sem justiça e nem lei” assinado pelo director geral José Ribeiro. “O “Club-K” está dentro desse mundo do terrorismo mediático e criminoso internacional”, sintetiza o director. É desta tese que esclarecemos o seguinte:

Fonte: Club-k.net

O contraditório não existe no Jornal de Angola

Foi através do Club-k.net que o caso “Cassule e Kamulingue" chegou a ser tema de análise em vários parlamentos europeus e americanos. Foi ainda deste portal que as impunidades e maus-tratos existentes na cadeia de Viana foram revelados. Foi igualmente através deste espaço que a lei do contraditório ganhou azo em Angola e articulistas e políticos como João Pinto e Ismael Mateus trocam ideias e posteriormente retomados em diversos formatos nas redes sociais.

Portanto, a lista das denúncias publicadas neste portal ao serviço de Angola em vários níveis e áreas são infinitos partindo do princípio que em mais de 12 anos de existência, a missão primária desta agremiação primou-se em dar “voz aquela classe” descriminada e sem espaço nos órgãos públicos em Angola.

É neste vertente de pluralidade de pensamentos que se promoveu o espaço do contraditório associado ao novo fenómeno de informar. Infelizmente alguns “matutinos” nacionais optaram em manter-se no passado com um modelo semelhante a -panfletos políticos.

Contrariamente como afirma o director do Jornal de Angola, os “animadores” do Club-k não são traficantes ou assassinos “do bom-nome, da honra de pessoas e das instituições angolanas”. Os membros deste portal são “tão angolanos” como José Ribeiro, mas com uma visão progressista diferente sobre os moldes de informar neste século digitalizado.

A título de exemplo, o Club-k.net acredita que um órgão público como o Jornal de Angola deveria pautar em servir a população e não favorecer um específico partido político. E para tal os jornalistas teriam que ser munidos com princípios imparciais e não partidarizados.

Para finalizar, o director geral do Jornal de Angola, José Ribeiro, foi infeliz quando afirmou que o “Club-K” está dentro desse mundo do terrorismo mediático e criminoso internacional”. O Club-k.net é reconhecido a nível mundial como um espaço, por excelência, para documentação e estudo sobre Angola.

É assim que centenas de instituições filantrópicas e governos a nível mundial consultam diariamente este espaço. E mas, cerca de um milhão de visualizações diárias de angolanos a nível nacional e diáspora consultam o Club-k.net e outras plataformas desta organização. A causa primária do sucesso do Club-K é simples de justificar. Infelizmente, o contraditório não existe no Jornal de Angola.

 Artigo relacionado:

Um terreno sem justiça e nem lei - José Ribeiro

Club-k: Votos de festas felizes

Lisboa - “Melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz.” Esta família tem como nome próprio Club-k.net

 

Fonte: Club-k.net

 

Um feliz dia da família e “um ano novo repleto de coisas boas" são os votos da direção do Club-k para todos os internautas que dia-a-dia directa ou indirectamente tem suportado este espaço virtual.

 

Muito amor.  Muita paz. E muita prosperidade!!!!

 

Club-k responde Henrique Miguel “Riquinho”

Luanda - Advertimos que o texto a seguir contém palavras inapropriadas. “Você é do club-K vai para o caralho e não necessito de conceder entrevista nenhuma para dar a minha versão porque eu tenho um jornal aonde posso publicar o meu parecer desabafou Riquinho em Fevereiro do corrente ano via telefone, para acrescentar que vocês do Club-K foram comprados e estão ao serviço do MPLA”.

Fonte: Club-k.net

“Eu tenho dinheiro e sou rico. Tenho casas de luxo em Angola, no Brasil e em Portugal”, gritava do outro lado da linha o reconhecido empresário Riquinho, aquando da solicitação de uma entrevista em Fevereiro do corrente ano.

Mais adiante provavelmente por falta de adjectivos qualificativos, sem pedir licença com diz os princípios de boa educação simplesmente desligou o telefone, mais antes disse aos berros: Eu sou o único empresário que reuniu cantores como Bonga, Tetalando e outros que viviam na diáspora e os conectei com o MPLA.

Aproximadamente 5 minutos mais tarde depois de ter desligado o telefone, Riquinho ligou de volta. E a conversa não mudou de tonalidade e tão pouco de adjectivos.

O representante do Club-K não teve outra alternativa senão desculpar-se e solicitar uma conversa oportunamente porque não era possível ter uma diálogo construtivo e os termos levianos que Henrique Miguel “Riquinho” usava nem sequer podemos transcrever na íntegra.

Portanto, a direcção do Club-K condena imperiosamente a carta de resposta publicada neste portal intitulado "Riquinho responde: “Quanto á alegada agressão foi apenas um correctivo e não agressão” e a peca publicada no Jornal Independente com o título "Club-K perde credibilidade":

-   “O seu slogan notícias imparciais e balanceadas de Angola” já não tem feito jus” - Riquinho
 O argumento acima transcrito simplesmente não corresponde com a verdade dos factos. A direcção do Club-K o contactou com o propósito de o entrevistar e informar com rigor, imparcialidade e balancear  os factos e ao mesmo tempo promover a lei do contraditório

- Club-K perde credibilidade - Jornal O Continente

Estatísticas da GOOGLE analytics e outros sites com o mesmo propósito simplesmente provam ao contrário a tese de Riquinho. A título de exemplo, em menos de 1 mes o FACEBOOK do Club-K teve um aumento de mais de 50 mil gostos. Porém, o número de aderentes ao portal e comentários teve um aumento de cerca de 20% nos últimos 3 meses.

- Os comentários inseridos no artigo publicado no  “Jornal O Continente : Club-K perde credibilidade

Com má fé, tendência manipuladora e sem rigor profissional, o  “Jornal O Continente” simplesmente seleccionou aqueles comentários em defesa do Riquinho com o intuito de formatar os leitores como se fossem os únicos comentários inseridos no artigo. Contrariamente ao Jornal Continente, solicitamos aos internautas consultarem em primeira mão todos os comentários inseridos no artigo clicando neste link: Riquinho responde: “Quanto á alegada agressão foi apenas um correctivo e não agressão”

Dito isto, é lamentável, inacreditável a falta de bases de sustento os artigos assinados pelo empresário Riquinho. É também lastimável e vergonhoso a conversa que Riquinho teve com um dos colaboradores do Club-k. Tudo isso evidência que estamos perante "dois" mundos opostos e difícil de se chegar uma plataforma de entendimento e só nos resta fazer uso do popular slogan deste portal: " Nos reportamos, Você decide".

Assim sendo, os leitores são livres de tirar as suas conclusões com base nos pontos supra citados e de outras ocorrências recentes atinentes ao Sr. empresário Riquinho.

Club-k.net: Interrupções por manutenção no site

Luanda  - O site estará em manutenção durante as próximas 72 horas para melhorias quanto à visibilidade de informações.


Fonte: Club-k.net

Consequentemente, durante este período o portal terá breves interrupções e enquanto isso poderá manter-se informado visitando o Facebook ou Twitter do Club-k.

 

Agradecemos a operação


P’la
Info/Club-k.net
Maio 30, 2013

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