Música

Pai Banana culpa MCK pela sua desgraça musical

Luanda  - O Kudurista Pai Banana,  de sua graça Carlos  Gonçalves do Amaral revelou recentemente a revista “Jovens da Banda” que a sua desgraça musical, começou quando  o rapper  MCK, usou a sua vez  na conhecida  música  “o país do pai Banana”. Desde então segundo, Carlos Amaral, foi ofuscado deixando de receber convites para espectaculos e de aparecer na televisão.  

Fonte: Club-k.net

“Ele adicionou a minha voz na música dele”

Carlos Amaral detalha que   “[Quando] entre 2011 para 2012 o rapper MCK trouxe aquela musica “O País do Pai Banana”, aquilo só ofuscou ainda mais a minha imagem. Ele adicionou a minha voz na música dele e as pessoas pensaram que eu colaborei. Ligaram-me à política, [então] deixaram de me convidar para fazer espectáculos.”

“Por dois anos deixei de fazer rádio e televisão. Fiquei totalmente fechado e não tive como divulgar a minha musica. Aí você que vive do Kuduro, morre.”, lamentou o kudurista.

De realçar que em ocasiões passada, o músico McK esclareceu, a imprensa, que a música “o país do pai banana”  faz referencia a um  país que não dispõe de bons exemplos em termos de figuras publicas dando como o  vencedor do Big Brother Angola, Pai Larama e o próprio kudurista  Carlos  Gonçalves do Amaral vulgo “Pai Banana”.

De acordo com as palavras do rapper, o “Pai Larama e o Pai Banana são muito parecidos. São gémeos. Se reparar com calma, não existem grandes referências das nossas figuras públicas associadas ao poder” 



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Ary: ”Eu não vou mudar, às vezes tento me fazer de santa e os fãs reagem mal”

Luanda - A cantora Ary foi a convidada desta quarta-feira no programa Made In Angola da TV Zimbo, onde falou dos seus projectos e da dificuldade que teve para agradar o público com a sua personalidade.

 

Fonte: Sapo

A diva disse no programa apresentado por Vânia Vilela que só vai fazer um filho daqui a mais dois anos.
"Filho só daqui a mais dois anos. Enquanto não tenho nenhum “mon ami” só vou estar concentrada na minha carreira, fazer músicas, agradar o público e cantar".

 

Alegre e sempre bem disposta com o seu jeito único de ser, a diva disse que tem muitos colegas da música que antes eram “finos e regrados” mas que agora a imitam em palco.

 

”A minha personalidade foi um choque para o público, eles gostavam das músicas e não da cantora. Eu me impus e disse não vou mudar. Se eu fizer o que eles querem não vou viver feliz. Às vezes tento me fazer de santa e os fãs reagem mal.”

 

A cantora disse que possivelmente no mês de Abril vai lançar um single e que agora está muito atarefada pois tem músicas novas. Está a fazer muitas publicidades de bebidas e de uma operadora móvel.

 

Ary admitiu ainda ser fã e respeitar o trabalho de Yola Semedo, que tem apoiado a sua carreira desde o início.



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Nova temporada do Show do Mês arranca com Irina Vasconcelos

Luanda - Os dias 27 e 28 de Março marcam o duplo concerto de Irina Vasconcelos, na segunda temporada do show do mês. Segundo a organização, o auditório do Royal Plaza Hotel,em Talatona,continuará a ser o local eleito para a realização daquele espectaculo mensal.

Fonte: NJ

A escolha de Irina Vasconcelos,acrescentam os responsáveis do evento, deveu-se ao facto de se tratar do mês da mulher pelo simbolismo que o mês tem para o sexo feminino reforçado pelo talento com que a vocalista da banda Café Negro tem se notabilizado em muitas das suas apresentações. Conhecida pela sua versatilidade, executante de rock como estilo predilecto, vai interpretar, além de temas da sua autoria, sucessos nacionais e internacionais, uma incursão dos anos 70 aos 90.

O evento, com o habitual inicio marcado para as 21 horas é organizado pela Nova Energia. Um DVD para cada concerto é outro dos planos que serão, a começar pelo show desta voz feminina da nova geração mas que carrega uma maturação na maneira de interpretar temas resultantes de uma viagem musical incomun para artistas das sua faixa etária Marito Furtado, director artístico do projecto, revela que "Há músicos que tiveram muito sucesso nas décadas 60,70 e 80, mas não existe nenhum registo disto, mesmo em cassete audiovisual".

Segundo ele, maior parte não possui imagens para mostrar as gerações vindouras, uma vez que naquela altura, a tecnologia não estava tão avançada por um lado e, actualmente, por falta de condições por outro.

"Queremos mudar isto, é o nosso contributo à cultura angolana, música em particular", explicou. "A prioridade são os nossos, enquanto não esgotarmos as opções aqui, dificilmente vamos partir para o mercado internacional. Poderá excepcionalmente acontecer, não vamos fechar esta possibilidade, mas não é o nosso conceito", esclareceu o integrante da banda Maravilha, afastando desse modo a fraca possibilidade de existirem no plano de espectáculos artistas estrangeiros.

A ideia mantém-se de dois shows no final de cada mês (sexta e sábado), variando sempre entre nova e velha geração, mas com prioridade para aqueles que não têm tido oportunidades de se mostrar em cartaz.

O Show do Mês continuará a ser suportado musicalmente pela Banda Maravilha, mas com a possibilidade de inclusão de novos membros na banda, de acordo com a necessidade do músico em cartaz.

O projecto arrancou em 2014 pela mão da Nova Energia e já levou vários artistas nacionais àquele palco mediante shows em que incluiam-se algumas homenagens. Selda, Filipe Mukenga, Pedrito, conjunto de vozes femininas que integrava Patricia Faria, Gersy Pegado, Yadira Cabanas, Djanira Mercedes e Irina Vasconcelos. , Robertinho, Gabriel Tchiema, Jovens cantando Teta Lando (Selda, Kyaku Kyadaff, Jack Nkanga e Zino) Angola 70 (Gaby Moy, Jó Rosa e Legalize), Zé Kafala e Ricardo Lemvo.



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Angola: Irina Vasconcelos em "noite mágica"

Luanda - Noite mágica, concerto interactivo e mais de uma hora de música, "extraídas" de um passado que continua vivo na mente de centenas de angolanos. Foi neste cenário que a artista Irina Vasconcelos "arrebatou" corações, nesta sexta-feira, em Luanda, no espectáculo de lançamento da segunda temporada do projecto "Show do Mês".

Fonte: Angop

Durante uma hora e 45 minutos, a cantora angolana "viajou" no tempo e foi a três décadas marcantes da música nacional e internacional.

Segura na voz e admirada, interpretou sucessos como "Belina" (Artur Nunes), "Stapora do Diabo" (Bana), "Sacrifice" (Elton Jonh) e "Minha Viola" (Beto de Almeida).

O evento, em que interpretou outros números, teve três momentos distintos.

Isto representou uma inovação que valorizou o concerto, assistido por mais de 300 pessoas.

Irina começou com um trio de músicos (percursionista, Violancelo e Dj), de seguida actuou com a banda (Maravilha), antes de cantar com o Dj.

Em alguns momentos, deu um cariz electrónico ao show, mas noutros soltou a voz, ao som dos acordes da banda.

No meio deste cenário, um convidado quase roubou-lhe o protagonismo, com dois grandes sucessos nacionais.

Trata-se de Zé Kafala, que fez dueto com a artista no tema "Kudizola Kweto" e despediu-se com "Renuncia Impossível".

O folclorista deixou extasiado o público, que pedia mais.

Mas a noite era mesmo de Irina. Sobre ela recaiam todos os olhares, os holofotes da imprensa e a avaliação da crítica.

A "guerreira", como é conhecida, rápido se apercebeu disso.

Mostrou garra no seu primeiro grande show a solo e justificou o porquê ser tido como uma das revelações da música angolana.

Para mostrar o seu preparo e veia apurada para a música, percorreu pelo rock, género musical que lhe caracteriza, sendo líder do grupo Café Negro.

Para encerrar a noite, voltou às raízes e ao folclore nacional, brindando a plateia com "Kilapanga do órfão".



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Kudurista Pai Banana "surrado" na via pública - vídeo

Luanda – O kudurista Pai Banana foi recentemente espancado na via pública por um colega seu de profissão (identificado apenas por Da Beleza), sob acusação de ter furtado um telemóvel “Samsung – Galaxy 5”, como justifica o agressor no vídeo. Não se sabe ao certo em que parte de Luanda foram registadas as chocantes imagens.

Fonte: Club-k.net
Kudurista.jpg - 30.69 KBO vídeo posta a circular há escassos dias nas redes sociais, mostra a vítima (neste caso o Pai Banana) já “surrado” a ser colocado – feito um objecto – na porta-bagagem de uma viatura, cor vermelha, de marca Kia Soul, cuja chapa de matricula: LD-70-35-FP.

Nas imagens, o agressor “Da Beleza” acusa o seu colega de o ter furtado seu telemóvel. Fazer justiça pelas mãos próprias, em Angola, é quase uma pratica normal sob o olhar dos órgãos competentes (Polícia Nacional e Procuradoria Geral da República).

O que aconteceu com a vítima Pai Banana, após ser posto na porta-bagagens? O mesmo está em vida? Em que estado? São perguntas que o Club K deixa no ar. Agora resta a saber qual será a reacção da Polícia Nacional diante deste cenário arrepiante.



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Musico DBC não faz parte de grupos reportados como estando em litígio

NOTA DE ESCLARECIMENTO 

Luanda - Na sequencia de uma matéria publicada pelo portal Club-K, referente ao litígio entre dois grupos de jovens em Luanda, nomeadamente HDA e Alameda, na qual é anexado uma fotografia de três jovens  em que  apareço ao lado, tenho a esclarecer o seguinte:

 Fonte: Club-k.net

Não pondo em causa a veracidade da informação,  esclareço a opinião publica que condeno o uso da minha imagem uma vez que não faço parte de nenhum grupo  das partes em litígio conforme reportado pelo Club-K.

Como músico que sou,  faço parte do grupo musical  “Dibandanzas Connection DBC”. A  fotografia em que apareço foi tirada  após a venda da mixtape "Taking Over"  comercializada nos dias 8 e 9 de Novembro de 2014  na praça da independência e casa da juventude em Luanda. 

Portanto não existe nenhum envolvimento com nenhum grupo que não seja de caracter musical. A  imagem publicada,  retrata pois  um momento de celebração pelo sucesso da obra e havia muita gente ligada ao mundo musical que nos veio parabenizar. Assim sendo entendo que não podemos ser culpados  se as pessoas  que vieram nos parabenizar  pelo nosso trabalho artístico tem algum problema de litígio com terceiros. 

Sabendo da vossa dedicação pela necessidade de bem informar, acreditamos que irão esclarecer este lapso

Atentamente  DBC

 

Nota da Redação: A direção deste portal apresenta sinceras desculpas ao músico rap DBC pela postagem de uma fotografia sua publicada num contesto contrario ao tema  reportado. 



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Bonga vai receber uma distinção do Governo francês

Lisboa - O cantor angolano Bonga vai receber uma distinção do Governo francês na área da Cultura, tendo lamentado, em declarações à Lusa, em Luanda, que Portugal não o tenha feito em mais de 40 anos de carreira.

Fonte: TVI

«Portugal nunca me deu nada»

De acordo com o artista, o prémio «Chevalier de l'Ordre des Arts et Lettres» (Ordem das Artes e das Letras), será atribuído pelo Ministério da Cultura de França, em cerimónia agendada para 10 de dezembro, em Angola.

Hoje com 72 anos, mais de metade com uma carreira que passou em grande parte por Portugal, Bonga confessa que tem tido menos espetáculos no país, admitindo algum desconforto com a situação.

«Eu não quero forçar nada. Quero é que me chamem», afirma, em entrevista à Lusa, na capital angolana. Admite que por «não entrar em cambalachos», na área da promoção dos espetáculos, só «de vez em quando» atua agora em Portugal.

Autor e intérprete de música tradicional angolana, Bonga atingiu o topo da carreira internacional na década de 1980, e tornou-se no primeiro artista africano a atuar a solo, e em dois dias consecutivos, no Coliseu dos Recreios.

Agora, a distinção que vai receber de França, país que diz que lhe «abriu as portas» e língua em que lançou o primeiro trabalho em 1975, contrasta com algum esquecimento a que a «Mariquinha» ou a «Currumba» - temas popularizados e ícones da carreira de Bonga - ficaram votados em Portugal.

«Vou receber agora um dos maiores prémios da Cultura pelo Governo francês. Portugal nunca me deu nada», desabafa, sem esconder o desalento por não atuar com «aquela assiduidade» no país.

«Mas o que tinha a fazer em Portugal já fiz», afirma.

O músico falava durante o II Angola Wine Festival, que termina hoje em Luanda, onde apresentou o vinho com o seu nome, fruto de uma parceria com a adega portuguesa de Palmela.

«Com quarenta e tal anos de carreira continuo na boa», remata Bonga.

 



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Dupla B4 distinguida com prémio de melhor música estrangeira em São Tomé e Príncipe

Luanda - Os B4 foram distinguidos neste domingo com o prémio de Melhor Música Estrangeira da Rádio Nacional de São Tomé, pelo sucesso do hit "É melhor não duvidar?"

Fonte: Angop

O galardão foi atribuído à dupla angolana depois do espectáculo esgotado no Estádio Nacional 12 de Julho.

Recorde-se que o vídeo, gravado em Miami (EUA), com a actriz Rita Pereira, conta já com cerca de 10 milhões e quatrocentas mil visualizações.

Depois de lotarem o Coliseu de Lisboa, a 31 de Outubro, os B4 continuarão a digressão em Portugal, com espectáculos em Leiria, Viseu e no Porto, dia 15 de Novembro, no Pavilhão Rosa Mota.

O primeiro CD+DVD da banda, gravado ao vivo em Maio passado, durante o espectáculo esgotado no Campo Pequeno em Lisboa, foi editado dia 6 de Outubro em Portugal sob a chancela da Sony Music.

A dupla B4, constituída por Big Nelo e C4 Predo, foi fundada em 2013, tendo na altura assinado um contrato de estarem junto apenas um ano. No mercado têm o disco 2los Compadre".



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