Sociedade

Angola: Ministro admite que sistemas de abastecimentos de água funcionam de forma precária

Luanda - O ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, reconheceu nesta quarta-feira, em Luanda, que os sistemas de abastecimento de água funcionam de forma precária, com tarifas baixas e dependência do Orçamento Geral do Estado (OGE), criando grandes dificuldades na operação e manutenção dos sistemas.

Fonte: Angop
O ministro fez esta afirmação na abertura do primeiro encontro alargado do Instituto Regulador dos Serviços de Eletricidade e de Água (IRSEA) sobre a regulação dos serviços de água, que decorre numa unidade hoteleira, em Luanda.

Salientou que a situação das redes de água cobrem normalmente apenas a zona central das cidades, e as periféricas mantêm-se sem qualquer tipo de abastecimento ou com abastecimento precário.

De acordo com o governante, a captação de água para fins de abastecimento urbano é realizado por um conjunto diversificado de entidades, mais um número considerado de utilizadores individuais recorre a quase exclusivamente à captações ou pontos de água próprios.

Referiu que a melhoria do abastecimento de água urbano e rural exige a resolução de vários problemas onde se destacam a abrangência territorial limitada dos sistemas existentes, com custos elevados da água para as populações das áreas periféricas, que têm de recorrer ao mercado informal, a quase ausência de informação sobre os sistemas de abastecimento de água e sobre a sua gestão, o que dificulta o acompanhamento do progresso do sector.

Considerou que o abastecimento de água às populações e o saneamento básico são factores determinantes para a qualidade de vida da população angolana, para reduzir a pobreza e para se atingir níveis adequados de saúde pública.

Disse que água é um bem social que deve ser vista como tendo um valor económico, daí a necessidade da promoção de formas adequadas de participação dos sectores públicos e privados na gestão e desenvolvimento dos recursos hídricos.

Referiu que o Programa de Desenvolvimento Institucional do Sector das Águas (PDISA), prevê a criação de 15 empresas provinciais de água de forma faseada.

Cunene: Polícia detém cidadão com cápsulas de cocaína

Luanda - Um cidadão de nacionalidade angolana, de nome Dushua Manuel, de 30 anos de idade, proveniente da cidade de Luanda, foi detido neste final-de-semana pela Polícia Fiscal no posto fronteiriço da Santa-Clara, província do Cunene, transportando 59 cápsulas de cocaína.

Fonte: Angop
A informação foi prestada nesta quarta-feira pelo director do gabinete de comunicação institucional e imprensa do comando da Polícia Nacional no Cunene, intendente Piedade Pombal, referindo que o suposto traficante foi detido quando pretendia atravessar o posto fronteiriço de Santa-clara com destino a República vizinha da Namíbia.

De acordo com o oficial, o número de cápsulas equivale a 770 gramas de cocaína, foi detectado através da perícia do efectivo posto no local, cujo processo já se encontra encaminhado ao Ministério Público.

Por seu turno o suposto traficante, Dushua Manuel alega que trazia a mercadoria a partir da cidade de Luanda via terrestre com objetivo de comercializá-la na cidade de Windhoek, capital da República da Namíbia.

Alega ter praticado a acção por necessidade de dinheiro para o sustento familiar, uma vez que, o proprietário da mercadoria prometeu-lhe uma remuneração de 500 dólares.

Ministro destaca implantação das plataformas de logísticas

Cunene – O ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás, destacou, no 15 de Julho, em Ondjiva, província do Cunene, a importância da implementação das plataformas logísticas transfronteiriças na dinamização das relações comerciais e económica entre Angola e países vizinhos.

Fonte: Club-k.net
O governante, que falava na abertura da Conferência Regional sobre a Plataforma Logística Transfronteiriça de Santa-Clara, que decorreu em Ondjiva, disse que o país elegeu cinco plataformas logísticas com o objectivo principal de dinamizar as relações comerciais e económicas entre Angola e toda região central de África.

De acordo com o governante, as cinco plataformas serão factores de competitividades económicas e de acessibilidade a portos marítimos com grandes capacidades e excelentes posições estratégicas na inserção da economia nacional e no mercado mundial e as relações privilegiadas com países que de todas as latitudes e das principais comunidades económicas integradas.

“Estas plataformas constituem, no seu conjunto, uma frente integrada multipolar e multivariada nas relações económicas com os países circunvizinhos, pois, são entrepostos comerciais económicos privilegiados na circulação do comércio entre o mercado internacional e uma vasta zona centro africana que se estende desde os países da região dos grandes lagos até Botswana”, sublinhou.

Neste contexto, salientou a necessidade da construção da rede logística regionais que irá transformar, por completo, a realidade económica das vastas regiões de influência que não se subscreve apenas nos seus efeitos internos, mas projectado para o continente através das redes fundamentais de estradas e fluviais.

“As plataformas transfronteiriças seriam alguns dos factores determinantes para o incremento das relações de cooperação entre os Estados e colocar-nos-iam no centro dos importantes fluxos comerciais gerados com mais de 250 milhões de consumidores", sustentou.

No caso da fronteira Sul, Augusto da Silva Tomás salientou que a plataforma de Santa-Clara cumpre funções idênticas às outras e irão competir com o porto marítimo de referência de Walvis Bay, que beneficia Botswana, Zimbabwe e parte da Zâmbia.

O contexto da logística transfronteiriça ao Sul é mais complexo porque têm que contar sempre com a concorrência da vizinha Namíbia, que se pressupõem a necessidade da observância da qualidade e eficácia das infra-estruturas e dos serviços.

Além de Ondjiva, o Ministério dos Transportes realizou ainda em Mbanza Kongo e Cabinda Conferências Regionais sobre as Plataformas Logísticas Transfronteiriças do Luvo (localizada na Província do Zaire) e do Iema e Massabi (localizadas na Província de Cabinda).

No decurso das Conferências sobre as Plataforma Logísticas Transfronteiriças, o ministro dos Transportes, dissertou, por outro lado, sobre as linhas mestras da estratégia para a saída da crise económica que assola o país, baseando-se no lema "fazer mais, com menos".

 

Angola: Preço do pão não pára de subir e o mata-bicho está cada vez mais difícil

Luanda – O preço do cacete, o pão mais consumido nos bairros de Luanda, não pára de subir. Numa semana subiu de 60 para 90 kwanzas. O Novo Jornal Online falou com alguns habitantes que dizem que o "mata-bicho" é cada vez mais incerto.

Fonte: NJ
As constantes mexidas no preço do pão, alimento fundamental dos produtos básicos da população angolana, está a deixar a esmagadora maioria dos habitantes de Luanda com os nervos em franja. O dedo acusador está apontado aos especuladores que manuseiam o preço da farinha importada.

Um exemplo desse mal-estar é dado por Jorge Lourenço, que o Novo Jornal foi encontrar no Cazenga, onde disse que já não consegue tomar o pequeno-almoço porque, "com o preço do pão sempre a subir não é possível organizar o salário para ir até ao mês".

"Desde que subiu o preço já não consigo tomar o mata-bicho porque fica complicado gastar 90 e no almoço gastar mais 900 kwanzas. Então, prefiro não comprar o pão de manha e gastar diariamente no almoço 1000 kwanza. O governo deve rever esta situação porque a vida está cada vez mais difícil", disse o cidadão de 26 anos, morador do Cazenga.

De acordo com Mário Gustavo, também morador no Cazenga, o mercado está um caos "onde cada um estipula o preço segundo a sua conveniência", acreditando que a principal causa da especulação é a falta de um órgão responsável para controlar e regularizar os preços.

A justificação

Gina da Silva, vendedora de pão no mercado dos Cajueiros, explica que o pão está a subir porque a caixa de 50 pães que comprava na padaria para revender a 1800 kwanzas, "custa agora mais de 3500".

"Cada cliente que vem comprar fica a reclamar como se fossemos as principais causadoras, mas nós não somos as culpadas porque não fabricamos pão. Só temos um ganho de 25 kwanzas em cada caixa. Enquanto a caixa estiver no valor de 3500 não temos uma outra opção", disse a vendedora.

O sector responsável pela fiscalização e estipulação do preço está de mãos atadas porque 80 por cento do mercado de importação da farinha de trigo está dominado por empresários estrangeiros, segundo dados da associação de industriais e panificadoras, AIPPA.

Perante está situação, o sector diz-se refém de um "cartel que faz o que bem entende", chegando a vender a farinha três vezes acima do seu valor e o resultado é a subida do preço do pão.

"Neste momento são os estrangeiros que detêm o monopólio da importação de farinha de trigo em Angola. Vamos até dizer que formaram um cartel, e são eles que põem e dispõem dos preços", acusa Gilberto Simão, presidente da associação das indústrias de panificação e pastelaria de angola, em declarações ao Novo Jornal Online há cerca de uma semana.

"Basicamente tomaram conta do sector e fazem o que bem lhes apetece. Mas isso tem de acabar. O Governo tem de pôr um travão", reitera o responsável da AIPPA.

Para inverter este quadro, a AIPPA defende a criação de uma central de compras e de uma cooperativa, por forma a assegurar a importação de farinha de trigo por todos os industriais, e para que se façam importações dirigidas em todas as províncias do país.

Alegada intoxicação alimentar mata adultos e crianças em Angola

Luanda - As autoridades angolanas informaram hoje que estão a investigar a origem de uma alegada intoxicação alimentar que levou ao internamento de 13 pessoas, sobretudo crianças, na província do Bengo, seis das quais acabaram por morrer.

Fonte: Lusa

De acordo com a informação transmitida hoje à agência Lusa por fonte do comando provincial do Bengo da Polícia Nacional, o caso envolveu duas famílias num bairro do município de Açucareiro e já se encontra a cargo do Serviço de Investigação Criminal, para apuramento das causas.


Na origem da alegada intoxicação alimentar terá estado o típico funge de milho com peixe seco ingerido pelas famílias na refeição de terça-feira. As vítimas, incluindo crianças com idades entre os 4 e 8 anos, ainda foram transportadas para o Hospital Geral do Bengo, no Caxito, para assistência e tratamento médico urgente.


De acordo com a mesma fonte, seis das pessoas, incluído quatro crianças, acabaram por morrer hoje, permanecendo mais sete em internamento.


As autoridades de saúde e de investigação policial estão a analisar os restos da alimentação das duas famílias para apurarem eventuais indícios criminais.

Luanda: Camião destruiu ponte pedonal acabada de inaugurar

Luanda - Um camionista alcoolizado deixou a basculante do seu camião aberta e fez-se à estrada. Não chegou ao destino porque embateu numa ponte pedonal metálica acabada de inaugurar, na Via Expressa, em Viana. Sobre o asfalto ficou um prejuízo de muitos milhares de dólares.

Fonte: NJ
A ponte pedonal montada na Via Expressa, próximo de Viana, km 30, que liga ao Kilamba, foi destruída este Domingo por um camionista que circulava com a basculante do seu camião aberta, provocando prejuízos de centenas de milhares de dólares, confirmou fonte do Ministério da Construção.

Esta ponte metálica, que faz parte de um projecto de colocação de 104 estruturas de passagem pedonal sobre as rodovias que circundam a cidade de Luanda, tem um custo estimado de um milhão de dólares norte-americanos.

Ikuma José Bamba, do gabinete de assessoria de imprensa do Ministério da Construção, disse ao Novo Jornal que este tipo de estrutura está adaptada para ser colocada a diversas alturas, por forma a responder aos desníveis que existem no asfalto, tendo a que agora foi parcialmente destruída sido colocada a seis metros, mais um que a altura regular.

"Foi colocada a seis metros, mais um que a altura regulamentar, por forma a evitar que algum percalço a pudesse danificar. O que não se estava à espera era que alguém circulasse com a basculante do seu camião subida, porque, perante essa situação, nenhuma ponte pode resistir", adiantou.

Depois do acidente, no Domingo, foi enviada pela Direcção Nacional de Infra-estruturas Públicas (DNIP), uma equipa para o local para que a circulação rodoviária nesta via possa ser restabelecida "o mais breve possível". O condutor foi testado pela Polícia Nacional e revelou estar, no momento do acidente, embriagado e foi detido.

Na sexta-feira foram inauguradas quatro pontes com este perfil, sendo uma das quais a que foi danificada, sendo que para este ano está prevista a colocação de 40, num total de 104, com um custo por unidade na ordem de um milhão de dólares.

Sindicato do Ensino Superior exige pagamento das bolsas a alunos angolanos no exterior

Luanda - Sindicato do Ensino Superior de Angola manifesta-se preocupado com as repetidas denúncias de não pagamento dos subsídios a que têm direito os estudantes a frequentar instituiçõesuniversitárias no estrangeiro, por parte do Instituto Nacional de Gestão de Bolsas de Estudo (INAGBE).

Fonte: VOA

O responsável do Sindicato, Carlinhos Zassala, fez estas declaraçõesdepois de, nas últimas semanas, terem surgidonotícias a dar conta da expulsão ou suspensão de estudantes universitários em alguns países, particularmente na África do Sul, por falta de pagamento das propinas.

 

Zassala, também antigo bolseiro angolano, considera que a responsabilidadedeveserimputada ao INAGBE, que, de forma recorrente,não cumpreastarefas para as quais foi criado.

 

“É uma situação que deve preocupar não só o Executivo mas toda a sociedade angolanaincluindoa Assembleia Nacional para encontrar uma solução adequada”, concluiu.

 

O INAGBE controla 5.598 bolseiros externos maioritariamente emCuba, RússiaeArgélia.

 

Numa nota publicada recentemente aquele instituto negou que estudantes bolseiros no exterior estivessem aregressar ao país devido à não regularização do suplemento das bolsas.

 

A instituição dissetratar-se de informações infundadas e que exploram de modo doloso as dificuldades que decorrem ao actual contexto económico e financeiro.

 

Entretanto, o Banco Nacional de Angola (BNA)vendeu na última semana àbanca comercial 284,9 milhões de dólares, sobretudo para pagar bolsas de universitários no exterior, importar alimentos, cobrir operações da Sonangol e ainda garantir necessidades do Ministério da Saúde .

Estes dados constam do relatório semanal do BNA sobre a evolução dos mercados monetário e cambial, no período entre 11 e 15 de Julho.

 

Gabela: Empresa HP e LP sacrifica crianças em trabalhos forçados – André Katolo

Gabela – A empresa “HP e LP” é tutelada pelo jovem que atende pelo nome de Lito Pimentel. Este agrupou número considerável de adolescentes dos 10 aos 14 anos de idade, para estes em nome da sua empresa se ocuparem da limpeza e embelezamento da cidade da Gabela.

Fonte: Club-k.net
A intenção, é sem dúvida de poder tirar dinheiro da administração municipal alegadamente por prestação de serviços de uma empresa considerada fantasma.

Lito que por sinal é um jovem com espírito de empreendedorismo devido sua dinâmica (fura daqui e acolá), faz dos munícipes gato e sapato. Não respeita até a sua própria alma. Propala aos quatro ventos que é o segundo homem do município depois do administrador municipal e tudo porquê!

Acontece que o administrador do Amboim, Francisco Manuel Mateus, depois de ser ludibriado por Lito Pimentel demostrando algumas qualidades no conhecimento de como se faz negócio, nada mais fez senão chamar Lito junto de sí e este servir de olhos seus. Atribuíu-lhe competências até junto da administração para a qualquer momento o jovem ter acesso directo ao seu gabinete.

Daí, Lito ganhou estatuto e começou a voar alto demais ao ponto de quando lhe der na gana e quando o assunto é desbunda com amigos, com sua autorização manda encerrar até ruas sem consentimento da polícia para realização de qualquer actividade ou Reav’s individual como aconteceu recentemente ter fechado a rua principal na estrada nacional 240 para realização de corrida de motorizadas tendo deixado mais de duzentas viaturas estacionadas sem solução, sem que a administração tomasse a peito tal situação.

Ainda sobre trabalho forçado que as crianças estão sujeitas, o responsável do Instituto da Criança no Amboim tentou dissuadir Lito sobre o crime que estav cometendo mas, do dito segundo homem do município só veio ameaças emuito mais deixando o jovem responsável do INAC sem solução, numa altura que isso no dia 30 de mês passado o voce-governador para área técnica e infra-estruturas António da Gama Lopes Teixeira ter dito que “a Lei será dura para aqueles que se aproveitarem do trabalho infantil”.

Lito dá-se ao luxo de bater nessas crianças quando achar conveniente e por capricho. O trabalho de limpeza a cidade é de inteira responsab ilidade da administração municipal e, ao que se sabe existe pessaoal para tal mas, na ganância do lucro fácil, empresas há que fazem de tudo para tirar algum dinheiro do Estado como é o caso da HP e LP de Lito Pimentel, com crianças a serem exploradas, sem meios de protecção, expostas a grandes perigos numa altura que Gabela faz muito frio. Como recompensa, Lito oferece pequena refeição baseada em pão seco e banana (não trazemos qui retrato dessas crianças para não ferir sensibilidades).

Lito detinha mais de 90% de popularidade dos gabelenses mas hoje, nem aos 25%de popularidade chega. Tudo e todos detestam-no por várias falcatruas e abusos. A piscina da Gabela, consiederada um dos cartões de visita da cidade lhe foi entregue para gerir mas, nem água vai, nem água vem. Está tudo na mesma e cada dia a degradar-se.

Os munícipes do Amboim sobretudo os citadinos da Gabela, vivem atribulados com comportamento anormal de Lito Pimentel e dizem que viver na Gabela hoje para os gabelenses é preferível viver no inferno e justificam dizendo que a actual administração não é idónea e administra o município pura e simplesmente por amiguismo ou seja por Francisco Manuel Mateus (embora filho da terra) ser amigo do governador Eusébio Teixeira.

Sabe-se também que no hospital público da Gabela existem duas salas VIP´s sendo uma para homens e outra para mulheres sendo que para ser internado numa dessas salas paga-se 15 mil kwanzas/dia.

MADEIREIROS E SONHO ADIADO

Sabe-se ainda que a produção de madeira no Amboim diminuíu drasticamente tudo porque a administração do Amboim e governo provincial entenderam não licenciarem os madeireiros em mais de 20 e apenas licenciar um, o Chico Celeste. Essta medida criou um mal estar no seio dos madeireiros muitos dos quais são primeiros na exploração da madeira e desde tempo colonial.

Como consequência, a madeira está em falta no mercado da província porque Chico Celeste sózinho não está dar conta do recado. É assim hoje viver na Gabela. Quem quer para lá viver terá que dançar a música de Lito Pimentel, caso contrário vai sentir as arruaças do jovem que embora desempregado, tem livre trânsito para aconselhar o administrador naquilo que deve ser feito ou não.

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