Económia

BPC mantém a suspensão de crédito

Luanda – A crise económica e financeira que paira sobre Angola está pôr à prova a vulnerabilidade do sistema bancário do país. Muitos bancos estão mergulhados em águas “turvas”. Um deles é o Banco de Poupança e Credito (BPC).

Fonte: Pérola das Acácias
O contexto financeiro do banco é cinzento. O presidente do Conselho de Administração do BPC, Paixão Júnior, admitiu essa realidade. Em entrevista a radio Nacional de Angola, nesta segunda-feira, 29/06, em Luanda, o gestor sublinhou que actual crise financeira e económica, motivada pela baixa do preço do petróleo no mercado internacional, que assola o país, esta repercutir-se negativamente na liquidez do Banco.

"Uma realidade que tem tido consequência na liquidez do banco tornando-o completamente dependente da melhoria do preço do crude no mercado internacional. A não melhoria, a situação se tornaria insustentável num curtíssimo prazo", afirmou o gestor.

De acordo com PCA do BPC, o contexto exige cautela. Face aos problemas de liquidez, que também motivados pelo crédito mal parado. “As empresas e particulares não estão a honrar com os compromissos que assumiram com o banco”, referiu Paixão Júnior.

“Estamos mal, temos que admitir, porque a nossa perspectiva, em termos de plano de negócios, era superior à realidade actual. Estamos aquém do preconizado no começo do ano. Não foi bom, tanto mais que, no âmbito da rentabilidade de exercício”, reiterou o PCA.

Nesse sentido, o presidente do Conselho de Administração anunciou a suspensão dos serviços de crédito a particulares e a empresas. Sem especificar o tempo de deverá durar a medida, Paixão Júnior afirmou apenas os que pretendem contrair empréstimos ao BPC terão de aguardar por mais algum. Um período que não deverá se alargar por muito.

Paixão Júnior mostrasse optmista. Para ele existem indicadores que o preço do petróleo deverá subir nos próximos tempos, o que deverá aumentar a entrada de mais para aumentar a liquidez.

Mais de 5000 empresas dependem a 100% de Angola para exportar

Lisboa - Do total de empresas portuguesas que vendem produtos para Angola, 56% apenas exportam para este mercado, deixando-as vulneráveis numa altura em que as importações estão a sofrer uma forte quebra.


* Luís Villalobos
Fonte: Publico

 

Outras 660 empresas que dependem a 91% e 99% de Angola

 

Do total de empresas portuguesas que vendem produtos para Angola, 56% apenas exportam para este mercado, deixando-as vulneráveis numa altura em que as importações estão a sofrer uma forte quebra.


Existem 9440 empresas em Portugal que exportam os seus produtos para Angola, e, destas, mais de metade não vende para mais nenhum mercado externo. De acordo com os dados solicitados ao Instituto Nacional de Estatística (INE) pelo PÚBLICO, verifica-se que, no ano passado, 5256 empresas dependiam a 100% de Angola para realizar as suas vendas para fora do país. Em valor, representaram 1234 milhões de euros, o que equivale a 41% do montante arrecadado com as exportações para Angola durante o ano passado.

 

Este número, algo surpreendente, surge numa altura em que as importações angolanas de produtos portugueses estão a sofrer uma forte quebra, enquadrada pela crise económica que Angola está a atravessar devido ao baixo preço do petróleo. Além disso, soma-se ainda a ameaça dos atrasos nos pagamentos, mesmo quando se faz negócios.


A falta de diversificação e forte exposição ao mercado angolano de milhares de micro e pequenas e médias empresas torna-as vulneráveis, com ameaças à sua tesouraria. Para a economista-chefe do gabinete de estudos económicos e financeiros do BPI, estas empresas “provavelmente passarão por dificuldades sérias, por dois motivos; por um lado, as necessidades de importações de Angola tenderão a reduzir-se, por força do encolhimento e dos condicionantes que afectam a procura doméstica; por outro lado, a queda das receitas petrolíferas denominadas em dólares, reflecte-se em escassez da moeda e maior dificuldade em realizar pagamentos internacionais, pelo que haverá uma tendência para acumular atrasados”.


Até 5 de Junho, cerca de duas semanas após o seu lançamento, havia já 312 pedidos de adesão à linha de financiamento para aliviar a tesouraria das empresas que operam em Angola, lançada pelo Governo. O valor total dos pedidos de financiamento era de 121 milhões de euros (cerca de 20% do total disponível).


Os números do INE mostram ainda que há outras 660 empresas que dependem a 91% e 99% de Angola, a que se somam outras 522 com uma exposição de 76% a 90% (ver infografia). Entre Janeiro e Abril, o valor das exportações de bens para Angola caiu 24,4% (para 725 milhões) face a idêntico período de 2014. Ao mesmo tempo, no primeiro trimestre a China e a Coreia do Sul (embora neste último caso possa ter havido um efeito extraordinário) ultrapassaram Portugal como maior fornecedor externo de Angola.


Para Paula Carvalho, o impacto que estas empresas irão sofrer está dependente do seu grau de resiliência. Ou seja, tudo irá depender “da folga acumulada nos bons tempos e capacidade de a utilizar numa conjuntura desfavorável, mas que deverá ser temporária”.


Esta responsável destaca que os preços do petróleo estão a recuperar, “embora possam não voltar tão cedo aos patamares verificados antes do Verão de 2014”, e que “o movimento de diversificação da actividade económica (para actividades não relacionadas com o petróleo) em Angola deverá continuar, significando que o futuro e as perspectivas do país continuam positivos”.


Para algumas empresas, a alternativa às exportações poderá passar pela produção local, mas este é um caminho que demora a ser percorrido, e não está isento de percalços. Os últimos dados disponíveis dão conta de um arrefecimento de novos investimentos em Angola: nos primeiros sete meses do ano passado foram aplicados apenas 55,9 milhões (ver infografia).


Esta segunda-feira, o ministro da Economia, António Pires de Lima, vai assinar em Luanda um memorando de entendimento com o seu homólogo angolano, Abraão Gourgel, para lançar o observatório para o investimento entre os dois países. A ideia, conforme afirmou o ministro ao PÚBLICO, “é dar visibilidade aos vários projectos de investimento que existem” , embora tenha dito não esperar “milagres” com a sua criação. Na terça-feira terá lugar a realização do primeiro fórum empresarial Angola-Portugal.

Angola: Gestora da ANIP destaca incentivos fiscais ao investimento privado

Luanda - A nova versão da Lei do Investimento Privado, em vigor no país, vincula os incentivos fiscais, financeiros e aduaneiros a metas socioeconómicas do Plano Nacional de Desenvolvimento 2013-2017.

Fonte: Angop

A afirmação foi feita nesta terça-feira pela presidente do Conselho de Administração da Agência Nacional para o Investimento Privado (ANIP), Maria Luísa Abrantes, durante o Fórum Empresarial Angola – Portugal, que junta em Luanda cerca de 600 empresários dos dois países.

Entre as metas relativas ao investimento privado vinculadas ao Plano Nacional de Desenvolvimento 2013-2017, a gestora da ANIP disse estar a criação de postos de trabalho e a utilização de inputs locais.

Maria Luísa Abrantes, que falava sobre as “Dez razões para investir em Angola”, informou que os critérios de concessão dos incentivos estão ligados à localização geográfica dos investimentos.

Chamado a falar sobre o “Plano de Investimento nas Infra-estruturas”, o ministro angolano da Construção, Waldemar Pires Alexandre, apontou, entre as prioridades do sector, os projectos com recursos financeiros já garantidos e com conclusão prevista para os próximos dois anos.

Segundo o governante, a construção de estradas é a prioridade no leque de actividades do Ministério, bem como os equipamentos sociais, infra-estruturas integradas, edifícios públicos e monumentos.

"Continuamos a priorizar as obras de recuperação das vias rodoviárias, porque o nosso desenvolvimento assenta fundamentalmente na reabilitação de estradas, que irá promover uma maior circulação pelo país", realçou.

O avançado estado de degradação do corredor viário do litoral, planalto central e centro norte torna-os uma prioridade no rol de actividades do Ministério da Construção, afirmou Waldemar Pires Alexandre.

Com o tema "Juntos na diversificação da economia”, o encontro, com duração de um dia, visa promover as oportunidades de negócio em Angola e Portugal, bem como o estabelecimento e aprofundamento de parcerias entre empresas dos dois países.

A organização desta primeira edição do fórum instituído pelos dois países é da responsabilidade do Ministério da Economia de Angola, em colaboração com a embaixada de Portugal e da delegação da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) em Luanda.

Petrolífera Sonangol pode apresentar falência técnica

Lisboa - Um relatório interno, a que o Expresso teve acesso, deixa antever o colapso iminente da petrolífera angolana.


Fonte: Noticias minuto


Francisco de Lemos, presidente da Sonangol, assumiu há um mês, em reunião interna, que o modelo operacional que a petrolífera angolana segue “fracassou e está falido”, reporta o Expresso.


As conclusões dessa reunião são claras: as ‘alterações de gestão’ criaram uma mossa gigante na petrolífera e o único segmento que atualmente “funciona é o de upstream, gerido pelas companhias estrangeiras, sem qualquer intervenção da Sonangol”.


“Deixámos de aprender a saber fazer e aprendemos a contratar e subcontratar”, lê-se no relatório assinado por Francisco de Lemos, com as conclusões da reunião.


Esse relatório, a que o Expresso teve acesso, reconhece que a petrolífera muito dificilmente conseguirá “mover-se por si própria” sem o apoio do Tesouro nacional, deixando antever uma possível falência técnica.

Angola no 'top' 10 dos países com maior crescimento potencial

Lisboa - Angola é um dos 10 países com maior potencial de crescimento nos próximos 30 anos, segundo um relatório da consultura IHS, no qual se afirma que este crescimento abrandou de 2,5% para 1,8%.

Fonte: Lusa

"A taxa de crescimento potencial a longo prazo para as economias avançadas é, em média, de 1,8% entre 2020 e 2045, desacelerando dos 2,5% que se registaram entre 1990 e 2007", lê-se no documento, que diz que Angola é um dos 10 países com a maior taxa de crescimento potencial nos próximos 30 anos, e que Portugal é o décimo país com esta taxa mais baixa.

"A longo prazo, as cinco economias com o maior potencial de crescimento estão todas na Ásia-Pacífico: Índia, Vietname, Filipinas, Indonésia e China", sendo que as cinco seguintes estão na América Latina, Norte de África e África subsariana (Chile, África do Sul, Peru, Egipto e Angola).

O relatório afirma que os crescimentos de 3% são "uma relíquia da história económica" e antevê que apesar de o crescimento do PIB poder flutuar durante os ciclos económicos, sendo por isso possível que sejam atingidos valores superiores, por exemplo no caso dos Estados Unidos, cuja previsão de crescimento potencial está nos 2,3% ao ano.

Por outro lado, os países com o crescimento potencial mais baixo, a longo prazo, são economias avançadas, que a IHS coloca por esta ordem: Japão, Itália, Suíça, Kuwait e Portugal.

O PIB potencial mede a capacidade produtiva de uma economia, sendo assumido que, a longo prazo, os desequilíbrios que causam as flutuações nos ciclos económicos são suavizados de forma a que o PIB real convirja com o potencial, explicam os autores do relatório.

O crescimento a longo prazo é determinado por fatores como a força de trabalho disponível, as reservas públicas e privadas de capital e a infraestrutura de energia e a produtividade da economia, acrescentam.

Sonangol assegura domínio do ex-BESA

Lisboa - A Sonangol é o maior accionista do Banco Económico, a nova instituição financeira angolana que substitui o BES Angola (BESA), ao deter 39,4% do capital. A posição da petrolífera estatal é assegurada através de três entidades, a Sonangol EP (16%), Sonangol Vida (16%) e Sonangol Holding (7,4%).

Fonte: Publico

Até ao momento, não se conhecia com exactidão as participações dos accionistas deste novo banco, estimando-se que a Sonangol ficasse com 35%, em pé de igualdade com um novo investidor, a Lektron Capital. No entanto, a Lektron, tida como sendo de investidores chineses (uma informação não confirmada pelo PÚBLICO), ficou com 30,98%, posicionando-se como segundo maior accionista.

 

Para conseguir assumir o controlo do Banco Económico, a Sonangol teve de receber uma injecção de capital do Estado angolano, que ajudou ainda a petrolífera a manter-se como maior accionista do BCP. Conforme noticiou o PÚBLICO, a Sonangol recebeu 1062 milhões de dólares (965 milhões de euros) do Estado angolano como “prestação suplementar” para reforçar a presença no sector bancário. Deste valor, cerca de metade foi para o Banco Económico, e o resto serviu para acompanhar os aumentos de capital do BCP.

 

O capital restante do Económico está nas mãos da Geni (do general angolano “Dino”, e que já era accionista do BESA), que fica com 19,9% (e que é também accionista da Unitel, ao lado de Isabel dos Santos), cabendo ao Novo Banco uma fatia de 9,72%. Assim, aquele que é era o accionista maioritário, ainda antes da intervenção do Banco de Portugal no BES, passa agora a ser o accionista mais pequeno. De fora do Económico parece a Portmill (de Manuel Vicente, ex-CEO da Sonangol e vice-presidente de Angola, e do general “Kopelipa”), que detinha 24% do BESA.

 

Neste momento, a rede de balcões que pertenciam ao BESA, e que foi alvo de intervenção por parte das autoridades angolanas após o colapso do BES/GES (e no qual teve um activo, com somas avultadas de empréstimos por apurar), está a ser remodelada, no âmbito da nova identidade corporativa.

 

O presidente executivo do Banco Económico é Sanjay Bhasin, um gestor que tinha sido convidado em 2013 pela Sonangol para criar uma outra instituição financeira, o Banco de Poupança e Promoção Habitacional (que acabou por não avançar). Especialista em recuperação de créditos, trabalhou em empresas como a WestLB e Morgan Stanley. A presidência do conselho de administração fica a cargo de António Kassoma, membro do bureau político do MPLA que ocupou cargos como o de primeiro-ministro de Angola e o de presidente da Assembleia Nacional.

Papagro transformou-se em empresa de "kilapes", acusa o secretário da UNITA no Namibe

Namibe - O secretário provincial da Unita no Namibe, Ricardo Ekupa de Noé Tuyula, insurgiu-se contra o facto do estado ainda não ter pago dividas a camponeses que venderam os seus produtos à companhia estatal Papagro.

*Armando Chicoca
Fonte:  VOA

Tuyula disse que a Ministra do Comércio, Rosa Pacavira, deve ser responsabilizada, pois foi ela que se assumiu publicamente como mentora do surgimento do Programa de Aquisição dos produtos Agropecuários (Papagro).

O Papagro, disse Tuyula, transformou-se numa empresa de “kilapes” que desfalca os camponeses.

A companhia deve cerca de 300 mil dólares por produtos comprados a diversos camponeses para sua posterior comercialização.

«Não há dinheiro para potenciar o Papagro, uma instituição que eles próprios criaram?” interrogou o responsável da UNITA

“Se o regime angolano criou o Papagro para aliviar o sofrimento dos camponeses, se isso funciona noutras províncias, aqui no Namibe não funcionou”, disse.

“O Papagro não devia aparecer aqui como uma organização kilapeira aos camponeses. Papagro devia ter uma verba própria que lhe permitisse comprar na hora o produto dos camponeses, permitindo deste modo que o homem do campo continua a produzir”, frisou o político da UNITA.


Procurou-se ouvir a Ministra do Comercio, Rosa Pacavira, em Luanda, para dar explicações sobre o caso, mas sem sucesso.

Os camponeses já somam seis meses desde que entregaram os seus produtos do campo com o propósito de no dia seguinte receberem de volta os respectivos valores.

São mais de 50 camponeses visados, maioritariamente mulheres, alguns dos quais deixaram de ir às suas respectivas fazendas agrícolas, temendo represálias dos trabalhadores que há muito esperam pelos salários.

Angola confirma melhoria nas condições do crédito chinês

Luanda - O Ministério das Finanças de Angola confirmou hoje a negociação com o Governo da China da melhoria das condições do crédito chinês, mas garantiu que não foi solicitada qualquer moratória sobre o pagamento.

Fonte: Lusa

Em comunicado, o ministério liderado por Armando Manuel refere-se à visita oficial de cinco dias do Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, à China, que terminou a 13 de junho, durante a qual foi negociado um reforço do apoio financeiro chinês a Luanda.


Os contornos deste acordo são ainda desconhecidos, tendo sido noticiado o pedido de uma moratória de dois anos sobre o pagamento da dívida - apoio financeiro obtido depois do fim da guerra civil, em 2002 - junto de entidades chinesas.

"Estes relatos não são verídicos", garante o ministério das Finanças angolano, no primeiro pronunciamento sobre os acordos com a China, e numa altura em que a oposição angolana e economistas questionam o teor e contrapartidas deste novo entendimento.

No mesmo comunicado é esclarecido que os ministros angolanos que integraram a comitiva de José Eduardo dos Santos discutiram com os homólogos chineses "maneiras para expandir a capacidade fiscal" e para prosseguir com a execução do Plano Nacional de Desenvolvimento, de Angola, "sem comprometer a atual carteira de dívida, dada as circunstâncias atuais de baixa dos preços do petróleo no mercado internacional".

"A estratégia adotada incluiu a exploração de novas formas de financiamento, expansão do limite de exposição ao risco oferecido pela Agência de Crédito de Exportação da Chinesa, expansão das oportunidades de financiamento, melhorando os termos e condições das facilidades de crédito anteriores para refletir as condições atuais mercados, bem como a identificação de projetos estratégicos nas áreas de energia elétrica, abastecimento e tratamento de água, saneamento, e agricultura", lê-se no mesmo comunicado.

A crise da cotação internacional do barril de crude fez diminuir as receitas fiscais angolanas com a exportação do petróleo, cujo peso passará de mais de 70% em 2014 para cerca de 36,5% este ano, com o Governo a tentar diversificar as fontes de financiamento internacional.

Apesar das "atuais condições adversas de mercado", o Ministério das Finanças angolano afirma que o Executivo "continua focado na implementação de políticas fiscais e monetárias sólidas" para garantir a estabilidade do ambiente macroeconómico, dos programas de investimento público e as reformas "necessárias para estimular o crescimento económico e a sustentabilidade da dívida pública".

O Presidente angolano visitou a China pela quarta vez em 27 anos, em termos oficiais.

Após as conversações entre Eduardo dos Santos e o homólogo chinês, Xi Jinping, foi anunciado que a China vai ajudar financeiramente Angola a "superar as dificuldades" criadas pela queda do preço do petróleo e consequente "diminuição das receitas do governo", mas ambas as partes recusaram falar em montantes da ajuda.

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