Bastidores

Livro de Martins esgotado num único dia

Luanda - O livro "Labirintos Mundiais - As Revoluções Pós-Modernas e os Caminhos da Incerteza Global" de autoria do ex-patrão da secreta angolana, Sebastião José António Martins, esgotou-se na cerimónia de lançamento que teve lugar nesta quarta-feira, 26,  em Luanda.

Fonte: Club-k.net/Angop

De acordo com explicações, dada, quem desejar adquirir cópia do livro -  que esta a ser comercializado a quatro mil kwanzas - poderá tê-lo dentro de duas semanas a partir de algumas livrarias de Luanda, mencionadas no acto da cerimónia de lançamento.

A cerimónia realizada no anfiteatro do Memorial Dr. António Agostinho Neto, em Luanda, foi marcada pela conferência «Geopolítica e Geoestratégia Mundial na Actualidade» – Realidade e Desafios, contou com intervenções do sociólogo Victor Kajibanga, do professor Manuel Meirinho e do vice-almirante Silva Ribeiro. Esteve bastante concorrida, que a organização teve de aumentar mais cadeias para os presentes

 

"Labirintos Mundiais - As Revoluções Pós-Modernas e os Caminhos da Incerteza Global" surge proficuamente num momento em que a democratização dos meios de acesso à tomada de poder e as relações diplomáticas, económicas e militares, nas quais circulam agentes com interesses diversos, por vezes antagónicos, em muitas ocasiões cruzados, permitem vagas de aparente contestação ou apoio a medidas, actos pontuais ou políticas estruturais por parte dos actores políticos

 

Sebastião Martins, no seu modelo de análise, aplica à realidade de alguns países a Teoria da Estratégia com a narração das Revoluções Coloridas e das Primaveras Árabes, detecta indícios de uma ameaça à Segurança Nacional na República de Angola, corporizada na eventual ocorrência de uma alegada - Primavera Angolana e sugere como o Governo, estrategicamente, deverá responder.

 

Reflecte sobre a adequação e a eficácia das medidas neutralizadoras dos alegados movimentos subversivos. Com a sua experiência nos domínios político, militar, da segurança e da gestão, Sebastião Martins analisa situações, traça paralelismos com outras latitudes, procura explicações e antecipa cenários.

 

Sebastião José António Martins nasceu em Angola, em 1961. Especializou-se em Estratégia, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, da Universidade de Lisboa, com a dissertação de mestrado “A Subversão Política e a Revolução: Cenários Globais e a Perspectiva Angolana”.

Bacharel em Economia, licenciado em Gestão, pós-graduado em Segurança Nacional e em Gestão aplicada às Administrações Públicas, é, também, diplomado em Altos Estudos Internacionais. Actualmente, frequenta o doutoramento em Ciência Política.

 

Em Angola, foi Chefe do Serviço de Inteligência e de Segurança de Estado, Ministro do Interior, director-geral do Serviço de Informações e vice-ministro do Interior. Exerceu funções de Director Nacional de PIaneamento e Finanças do Ministério do Interior e do Comando-Geral da Polícia Nacional, entre outras.

PR rejeita pedido de “Nandó”

Lisboa - José Eduardo dos Santos (JES) terá rejeitado uma solicitação do líder da Assembleia Nacional (AN), Fernando da Piedade Dias dos Santos “Nandó”, para transmissão em directo dos debates parlamentares.

Fonte: Club-k.net

Para transmissão dos debates parlamentares

A solicitação de “Nandó” surgiu no seguimento de uma pressão dos deputados da oposição ocorrida, em Julho passado, nas vésperas do debate do pacote eleitoral. Na ocasião o líder parlamentar transmitiu aos deputados que o assunto não dependia dele e prometeu que iria consultar “a quem de direito”.

 

De acordo com esclarecimentos, há em Angola a ideia generalizada de que as autoridades rejeitam a transmissão dos debates parlamentar por representar campanha contra o próprio MPLA, uma vez que ficariam expostas a qualidade das intervenções dos seus deputados.

 

Elucida-se que num certo debate sobre questões económicas, alguns deputados do MPLA tem pedido a palavra para falar de guerra, ou de áreas com minas em consequência do conflito armado, acabando por distorcer o foco das discussões.

Médico do regime declina doação de sangue da JURA

Lisboa - O diretor províncial da saúde no Cuando Cubango, Dr Fernando Cassanga declinou, uma solicitação da JURA, braço juvenil da UNITA destinada a efectuar, neste sábado (29), uma campanha de solidariedade para com os doentes da pediatria do Menongue.

 Fonte: Club-k.net

Jovens queriam fazer doação a pediatria do Menongue

A JURA, na sua carta datada no dia 27 de Agosto e assinada pelo seu Secretario Provincial, Evaristo Manuel Tchipema, propôs um programa consubstanciado nos seguintes objectivos:   “visita de cortesia ao gabinete do diretor do Hospital Pediátrico; limpeza no hospital; e doação de Sangue”

 

Em resposta a solicitação humanitária,o diretor da saúde, Fernando Cassanga respondeu que   “Por motivos de recebermos muito tarde a vossa solicitação e aponta ao dia de descanso e os membros da direção não estarão no Hospital, portanto a pediatria neste momento não tem tantos doentes que clamam pela doação de sangue”.

 

Segundo o responsável provincial   “pensamos que este gesto humano venha a concretizar na época chuvosa momento que se registra tantos casos na pediatria com necessidade de hemo - transfusão”.

 

 

 

Adelino de Almeida rende Artur Queiroz

Lisboa - Adelino Marques de Almeida, um antigo chefe de sessão do departamento de informação e propaganda do MPLA, disponibilizou-se em reaparecer como analista político preenchendo assim a vaga deixada pelo português Artur Orlando Teixeira Queiroz, que prestava serviços ao Jornal de Angola e aos Serviços de Inteligência e Segurança Militar.

 Fonte: Club-k.net

Regime  reabilita   estrátega em desinformação do tempo de partido único 

Semelhante a Artur Queiroz, o veterano Adelino de Almeida é também reconhecido como um especialista da propaganda em desacreditar opositores com recurso a desinformação.

 

Na sua mais notável aparição como analista do regime foi convencido a assumir como se fosse seu uma compilação, dos arquivos da TPA que visou desacreditar o líder da bancada parlamentar da UNITA, Raul Danda. Tratou-se de um vídeo gravado em 1992, na altura em que Danda rompeu com Jonas Savimbi, por descordar de praticas de violação de direitos humanos, no quartel general, na Jamba.

 

Na sua segunda aparição, Adelino de Almeida, através da TPA, disponibilizou-se em difamar a Fundação “Open Society” como financiadora de 14, 5 milhões de dólares, para promoção de actos subversivos contra o Presidente José Eduardo dos Santos. Apesar de não ter apresentado provas que sustentassem as suas difamações, as palavras deste quadro do MPLA causaram duvidas, uma vez que num vasto país como Angola e com uma “branch” de Inteligência Financeira, o cidadão Adelino de Almeida, foi o único a ver “milhões” da “Open Society”, a entrarem nas contas dos “Revús”, para derrubar  o regime. A sua tese entra em contradição com as anteriores pronunciadas por dirigentes do MPLA, que acusam a UNITA, de ser a financiadora das manifestações dos jovens contestatários a governação de JES.

 

Há informações, de que os Serviços de Inteligência estarão a preparar um dossiê para que nas próximas aparições públicas, Adelino de Almeida venha a desacreditar um Deputado da CASA-CE, Lindo Bernardo Tito, que se tem revelado bastante interventivo no Parlamento.

 

Antigo estudante do segundo ano da “escola do partido”, vulgo “Catambor”, Adelino de Almeida notabilizou-se nos anos 80, ao lado de um outro correligionário, André Passy como os “rapazes propagandas” do regime. O papel de ambos era contornar, e estarem em coabitação com os serviços de inteligência militar, a partir de Luanda, para, contornar versões da UNITA, sobre o desenvolvimento do conflito armado, na comunicação estrangeira.

 

A nível da media, Marques de Almeida marcou história por ter passado por três órgãos de comunicação social (TPA, Jornal de Angola, RNA) como diretor-geral. Serviu duas legislatura, como deputado a Assembleia Nacional, o que lhe habilita a uma reforma aceitável. O seu recente reaparecimento, sob capa de “analista político”, rompe com o   silencio que o mantinha depois de se ter retirado da vida pública, para tratar de um problema de saúde semelhante ao do antigo Presidente Agostinho Neto.

PGR “estraga” festa de JES

Lisboa - Os festejos do aniversario do Presidente José Eduardo dos Santos, que estão a ser assinalados com mensagens que apresentam o estadista como condutor  de um Estado com justiça independente, estão a ser “beliscados” pela Procuradoria Geral da Republica, que a partir de Cabinda, solicitou, em pleno dia 28 de Agosto, 12 anos de cadeia para o activista, José Marcos Mavungo.

 Fonte: Club-k.net

Tomou posição que contraria o discurso do PR

O pedido de condenação feito pelo Sub-Procurador da República, António Nito, sem que haja provas contra Mavungo vai em contradição com a posição do PR, JES aos 10 de Outubro de 2014, segundo as quais “O destino da nossa democracia depende do aprofundamento e da consolidação do Estado de Direito democrático, que deve dispor de tribunais judiciais autónomos e independentes, capazes de funcionar com qualidade e eficiência”.

 

Em tribunal, surgiram evidencias que a prisão de Marcos    Mavungo foi uma orquestração do chefe do Grupo Operativo de Inteligência, coronel Xavier Cafumbia (50), que opera no enclave de Cabinda como homem de confiança do general Antônio José Maria.

 

Malungo é acusado de ser detentor de explosivos que o Serviço de Inteligência Militar diz ser do activista para derrubar o regime. Em tribunal, o capitão da Secreta Militar Joaquim Rufino Jamba que se diz ter sido a pessoa que viu os explosivos, na rua, revelou que o relatório da acusação foi assinado por si, na qualidade de testemunha, mas não foi ele quem escreveu, as acusações.

 

O depoimento de uma testemunha, o Padre Raúl, escrito há poucos dias revelem que Marcos Mavungo esta diante de um julgamento forjado e que os órgãos de justiça em Angola não são independentes. Ou seja o Sub- Procurador da República, António Nito estará a cumprir ordens da Secreta Militar.

Integra do depoimento de Raúl Tati

Finalmente aconteceu no dia, 26 de Agosto, a primeira sessão de julgamento do activista José Marcos Mavungo. A sessão teve inicio pelas 10:25 e terminou as 16:55. O Ministério Publico fez a leitura do libelo de acusação tendo imputado ao réu o crime de rebelião. A defesa alegou a nulidade do despacho de pronuncia por enfermar de vários vícios de direito.

O juíz Presidente da causa, Dr Jeremias Sofera José, entendeu que a sessão deveria prosseguir e que a defesa no final fizesse o respectivo recurso. Foi ouvido então o reú José Marcos Mavungo que serenamente e de forma convincente explicou tudo o que lhe foi questionado. Foram seguidamente ouvidos os onze declarantes do processo. O mais desastrado de todos foi seguramente o capitão de inteligência militar Joaquim Rufino Jamba que foi literalmente encurralado pela defesa na pessoa do advogado Dr Francisco Luemba. O oficial das FAA mal conseguiu explicar a estória forjada dos explosivos encontrados no Bairro 4 de Fevereiro, tendo sido desmascarado pelas suas próprias contradições.

Foi este oficial das FAA que elaborou um relatório incriminatório contra antigos membros da extinta Associação Cívica Mpalabanda e deu ordens à policia e à procuradoria para tomarem medidas contra os mesmos. Foi uma autentica vergonha! O homem gaguejou que se farta. A pedido da defesa,  o tribunal deslocou-se ao suposto local onde os militares teriam interpelado os três indivíduos que estavam com explosivos para uma reconstituição dos factos.  Na  sexta-feira, 28 de Agosto, ficou marcado  o prosseguimento do julgamento com as alegações. Entretanto, o comandante municipal de Cabinda, referiu que ninguém mandou prender o Marcos Mavungo, assumindo o ónus dessa missão mesmo sem mandado de captura.

A razão única alegada para detenção era por motivos de prevenção na iminência da manifestação programada. Entretanto, em termos de matéria probatória não foi exibido nenhum dos alegados panfletos subversivos nem tão pouco se sabe da existência de tais explosivos TNT que constam no processo. Por aquilo que se produziu hoje, a única coisa que ficou provada é que marcos Mavungo é inocente, mas vítima de uma cabala orquestrada nas hostes castrenses e do poder político. Não há matéria para condenação. A ver vamos, como é que o tribunal se vai desenvincilhar do caso. Uma nota negativa: o jornalista da DW, Nelson Sul D'Angola, foi impedido pela policia de assistir ao julgamento.

Integra do parecer do   deputado  Raul Danda que assistiu o julgamento


Tenho estado a acompanhar o julgamento (ou teatro) do Dr. Marcos Mavungo, em Cabinda, em mais uma teimosa demonstração de que com a justiça que temos no país estamos mesmo "paiada".

Depois do ridículo adiamento de terça-feira, quarta-feira apresentou-se, finalmente, o representante do ministério público. E lá fez a sua acusação.

1. Dizia que explosivos tinham desaparecido dos armazéns da CHEVRON (é a única empresa para a qual Mavungo estava a trabalhar), mas o comandante da Polícia do campo petrolífero do Malongo disse, em declarações no tribunal, que tinha recebido informações desde o ano passado, de explosivos desaparecidos de armazéns mas da Halliburton e não dá Chevron, e que, mesmo assim, ele ainda não tinha conseguido apurar nada. Disse também que, de qualquer forma, os explosivos "descobertos" pelo grupo operativo da contra inteligência militar eram muito diferentes dos que presumivelmente poderiam ter desaparecido dos armazéns da Halliburton.

2. O procurador provincial de Cabinda disse que os explosivos teriam sido encontrados "numa das ruas do bairro primeiro de Maio, portanto nos arredores do aeroporto, mas o capitão Jamba da contra inteligência militar que  os tinha "achado" afirmou que não foi nada lá mas antes no bairro 4 de Fevereiro.

3. O capitão Jamba disse que tinha sido enviado ao bairro 4 de Fevereiro de forma aleatória e que, mesmo na escuridão das 19h, onde nem energia eléctrica havia, ele e os seus homens tinham conseguido visualizar, a 300 metros, 3 homens "suspeitos" que, em vez de os deter, o capitão decidira mandar um dos seus homens dar um tiro no ar, num gesto que, do seu ponto de vista, iria "convence-los" de que se tratava de uma atitude amistosa que os faria ir calmamente ao encontro dos militares, para depois dos 3 homens se terem posto em fuga, irem recolher o saco contendo os explosivos TNT, alguns panfletos e ainda um envelope contendo uma carta a dizer "vamos fazer acções". Alguém perderia tempo num cinema a ver um filme tão ridículo?

4. O procurador (acusador) dizia que havia uma relação directa entre os explosivos "achados" e quer os membros da extinta Mpalabanda, quer os organizadores da manifestação "proibida", o mesmo estando escrito no relatório do capitão Jamba. Mas este declarou que não conhecia o réu Marcos Mavungo, não conhecia nenhum membro da extinta Mpalabanda, não conhecia nenhum dos organizadores da manifestação, pelo que não poderia estabelecer essa ligação. Mais grave ainda, disse, aí mesmo em frente ao meretissimo juiz, que o relatório por si entregue ao comando da região militar limitara-se ao "achado" (entenda-se explosivos, e que a parte da acusação feita ao Mavungo, restantes membros da ex-Mpalabanda e organizadores da abortada manifestação foi introduzida pelo comando da região que o mandou apenas assinar o relatório.

5. Esta quinta-feira, 27 de Agosto, juiz, representante do ministério público e defesa foram, às 19h, ao interior do bairro 4 de Fevereiro, ver como é que homens sem equipamento de visão noturna, conseguiram, no escuro, e a 300 metros de distância, "visualizar" 3 suspeitos e "seus" explosivos, para S. Exa. Senhor "Ordens Superiores" ter com que acusar Marcos Mavungo e, por extensão, os ex-membros da extinta Mpalabanda; uma associação que, mesmo extinta, continua a tirar o sono ao regime do Presidente Eduardo dos Santos.

O julgamento deve ser concluído. E, com essa farsa toda, o juiz vai fazer o que?

Jornalista angolano pede asilo na África do sul

Lisboa – As autoridades sul africanas irão decidir até finais de Setembro, um pedido de asilo político do jornalista angolano Antônio Capalandanda que se refugiou neste país por alegadas perseguições ligadas ao seu trabalho, em Angola.

 Fonte: Club-k.net

Diz temer pela sua vida em Angola  

Antônio Capalandanda que se dedica em trabalhos na vertente dos direitos humanos, a partir da região sul do país (Benguela e Huambo), tem trabalhos produzidos pela Voz da América, e em alguns órgãos privados. Na sua terra, Lobito, alega-se que as pressões ao seu redor acentuaram-se por ter estado a desenvolver um trabalho de investigação envolvendo um Procurador local ligado a atividades ilícitas.

 

Em 2012, o jornalista denunciou ter sofrido ameaças logo apos ter noticiada através da VOA, o caso de um cidadão chinês Zang Yan que foi transferido para Luanda, por alegadas ordens superiores. O cidadão chinês   era acusado de ter assassinado a facada o cidadão angolano Pedro Chiwila Nguli, em Novembro de 2010, na cidade de Benguela.

 

Um ano depois a organização “Front line defender” baseada no exterior de Angola, denunciado que no inicio de 2013, o jornalista havia sido seguido por homens não identificados num veículo, que estacionou perto de sua residência e seguiu-o, logo que ele saiu para o trabalho.

 

A FLD, denunciou também que aos 7 de Dezembro de 2012, dois homens não identificados transportados numa motorizada, na província do Huambo, agrediram o jornalista e levaram consigo o seu material de trabalho nomeadamente a câmera, gravador de voz e dois blocos de notas.

 

No mesmo dia, António Capalandanda apresentou uma queixa a Direcção Provincial da Polícia de Investigação Criminal, no Huambo, porém o oficial que se registrou o caso afirmou que este tipo de agressão era incomum na região e acrescentou que parecia que o defensor dos direitos humanos estava sendo submetido a vigilância.

 

As autoridades angolanas tem sido citada desde 2011, como tendo adoptado praticas de perseguição e repressão contra ativistas e jornalistas identificados como críticos ao estilo de governação   do Presidente José Eduardo dos Santos. Tem sido também referenciadas como estando a usar os órgãos de justiça para forjar processos criminais contra os opositores ao regime.

 

Em Abril passado, um activista Marcos Mavungo em Cabinda foi presos e esta a ser julgado num processo que se diz ter sido forjado pelos serviços de segurança. Em Junho deste mesmo ano 15 jovens foram presos por acusação de estarem a preparar um “Golpe de Estado”, contra o Presidente.

 

Ex-Patrão da Secreta lança livro sobre revolução

Lisboa - Sebastião José António Martins, ex- diretor do Serviço de Inteligência e Segurança de Estado (SINSE), apresenta , na próxima quarta-feira (26), em Luanda, um livro de pendor cientifico, cujo palco de lançamento é o memorial Dr. Antônio Agostinho Neto.

Fonte: Club-k.net 

O livro que tem como titulo “Labirintos Mundiais: As revoluções pós-modernas e o impacto global” é resultado da sua tese de mestrado inspirada no tema das primaveras árabes.

 

Martins é licenciado em gestão pela Universidade Aberta de Lisboa e mestre em Ciência Política, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade Técnica de Lisboa (UTL). Desde que saiu das funções publicas, passou a viver entre Luanda e Lisboa, cidade onde frequenta o grau de doutoramento.

Jornalista da RNA concorre a liderança do Sindicato

Lisboa – Luísa Rangel, uma veterana jornalista da Radio Nacional de Angola (RNA), com cerca de  27 anos de casa, é apontada como “interessada”, em apresentar-se, como candidata as eleições, marcadas para Setembro, para o cargo máximo do Sindicato de Jornalistas de Angola (SJA).

Fonte: Club-k.net

É-lhe reconhecida uma veia reivindicadora, em casos de injustiças. Em 2012, protagonizou enquanto coordenadora do núcleo local do Sindicato dos Jornalistas Angolanos, na RNA, uma manifestação destinada a exigir a reivindicação, de reajuste salarial na ordem dos 300 porcento.

 

Formada em Direito, Rangel é presentemente - por força da lei - Assistente de Direcção para Assuntos Síndicos da RNA. Função que tem vindo a desempenhar  junto do Conselho de Administração desta emissora estatal. 

 

Ao se confirmar, a sua intenção em  concorrer as eleições no SJA, Luísa Rangel deverá disputar o posto com dois candidatos Altino Matos e Teixeira Candido, ambos oriundos das Edições Novembros. O primeiro estará a contar com o apoio de quadros como Filomeno Manaças, DG adjunto do Jornal de Angola e o segundo goza do apoio da corrente da Secretária-geral cessante, Luísa Rogério.

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