Bastidores

Juiz do TC suspeito de dar cobertura a José Ribeiro

Lisboa - O juíz conselheiro e porta-voz do Tribunal de Contas, Gilberto Magalhães está a ser suspeito de se ter disponibilizado em dar cobertura ao PCA das Edições Novembro (EN), Antônio José Ribeiro ao declarar, numa encomendada entrevista ao Jornal de Angola que não existe em Angola gestores públicos que se tenham recusado a prestar declarações ao Tribunal.

Fonte: Club-k.net 

Magistrado faz entrevista encomendada ao Jornal de Angola 

Antônio José Ribeiro, na qualidade de gestor de uma empresa pública, como é o caso das Edições Novembro (detentora do Jornal de Angola) enfrenta um processo (No55/FS/AUD/15) de descaminho de cerca de 30 milhões de dólares americanos  dos cofres do Estado durante a gerência do anos de  2013 a 2104. Em função disto, no passado dia 5 de Fevereiro, o Tribunal de Contas deu-lhe, 20 dias para o mesmo se pronunciar sobre a matéria constante no processo.

 

O DG do Jornal de Angola  teria descumprido os prazos que lhe foi estabelecido  pelo Tribunal de Contas, num acto interpretado como  recusa. Apenas remeteu o seu contraditório depois de dois meses, ao contrario dos 20 dias que lhe foi dado pelo órgão de justiça. 

 

No seguimento de criticas segundo as quais estaria a desrespeitar um órgão de justiça, Ribeiro solicitou  uma empresa estrangeira   “PKF – Auditores Portugueses” que presta trabalhos ao Jornal de Angola, para o ajudar a justificar junto ao Tribunal de Contas como terá gasto cerca de 30 milhões de dólares.

 

Ao mesmo tempo “usou” o juiz Gilberto Magalhães para lhe ajudar a limpar a imagem de gestor descumpridor dos “times” dados pelo Tribunal de Contas. Isto é, logo apos a celebração do aniversario dos 15 anos do Tribunal de Contas, o diretor do Jornal de Angola,   por intermédio de um repórter Gabriel Bunga solicitou uma entrevista ao Juiz Gilberto Magalhães para falar sobre os gestores de contas angolanos, onde foram colocadas perguntas indutoras cujas respostas serviram para salvaguardar  a imagem de José Ribeiro, o gestor implicado em descaminho de fundos públicos. 

 

Uma das perguntas feitas pelo Jornal de Angola foi se existem gestores que se recusam a prestar declarações ao Tribunal. A resposta do Juiz Gilberto Magalhães foi a seguinte: “Até agora nós não temos conhecimento de gestores que se recusam a prestar esclarecimentos. A prestação de esclarecimentos ao Tribunal é livre. Se eu não quiser prestar esclarecimentos ao Tribunal, estamos a falar de pessoas individuais, se for gestor e ele tem o dever de prestar esclarecimentos, o Tribunal aplica-lhe um processo autónomo de multa. Por falta de cooperação com o Tribunal, nos termos do artigo 29.º da Lei 13/10, os gestores que venham a não prestar informação que é solicitada ao Tribunal são condenados a multa com limite máximo de um terço do vencimento líquido anual e remunerações acessórias que tenha percebido naquele exercício.”

 

O Club-K, ainda não conseguiu apurar se, a troco de que, o juiz disponibilizou-se em dar cobertura ao diretor do JA,  José Ribeiro. “Acto patriótico é que não foi”, relatou o analista Carlos André apelando aos magistrados do Tribunal de Contas a ter uma postura mais ética para não  entrarem no descredito como aconteceu com o Juiz Januário Domingos promotor de sentenças encomendas (caso revús).

 

José Ribeiro sacode capote

Luanda - José Ribeiro, PCA da Edições Novembro E.P., atribuiu quarta-feira, durante a reunião com os jornalistas da redação central do jornal de Angola, que tinha como agenda de trabalho apresentação do novo administrador executivo para a área editorial e das estratégias do novo conselho, todas as falhas ao ex-DG adjunto do Jornal de Angola, Filomeno Manaças, que segundo ele pareceu ser boa pessoa de princípio.


Fonte: Club-k.net


Filomeno Manaça foi o único responsável pelas falhas da área informativa do J.A

A moda da fábula da onça e a lebre, José Ribeiro, cuja relação era por si só “muito azeda” com Filomeno Manaças, chegando ao ponto de não lhe passar nenhuma palavra e de permitir que seu assessor, Artur Orlando Queiroz, destratasse a segunda figura da Edições Novembro em plena redacção, despejou todo o “sangue” ao pobre ex-DG adjunto, ante as várias reclamações de pelo doze jornalistas que aceitaram falar durante o longo encontro de quase quatro horas.


As intrigas, falta de colaboração e de interesse, sobretudo por parte de jornalistas seniores, má qualidade do jornal que só serve para embrulhar peixe na Mabunda e o espaço do ministro disse e falou, entre outras situações desagradáveis são, para José Ribeiro, por culpa de Filomenos Manaças, um quadro do Jornal de Angola dado como estando a caminho do Ministério da Comunicação Social onde deverá ser nomeado director nacional de Publicidade e Marketing. Ao Filomenos Manaças, Ribeiro só faltou atribuir a autoria da subtração de dinheiros e do não pagamento da segurança social que pesa sobre si e seu administrador financeiro, Eduardo Minvu. José Ribeiro, uma afirmação unânime dos funcionários da Edições Novembro, foi o próprio que esvaziou a acção do ex director de informação, e confiou todos os poderes ao seu acessor, Artur Queiroz, a quem  o pca considera como um dos maiores repórteres do mundo, cujo regresso já foi vaticinado por algumas fontes, para desgraça de muitos jornalistas da Edições Novembro. Aliás muitas vezes questionou porque razão José Ribeiro confiou tantos poderes ao Queirós. Diz-se, a boca pequena, que é o Queirós que sempre escreveu os textos assinados por JR, e o assessor diz “se refilas, conto tudo”.


Sobre a segurança social, uma questão levantada por Fonseca Bengui, na qualidade de sindicalista, José Ribeiro tentou dar algumas explicações sobre as razões pelas quais a Edições Novembro E.P. não pagou em tempo oportuno os montantes, mas tudo foi de forma atabalhoada, como se todos os presentes fossem cegos, o que provocou certo desconforto por parte de Eduardo Minvu.


As intervenções dos jornalistas não se fizeram esperar depois das palavras do novo administrador executivo para a área editorial, Victor de Carvalho, que chegou a Luanda nos anos 90 e naturalizou-se angolano, tendo nos últimos tempos, ainda como adido de imprensa, se destacado nos escritos quase diários no Jornal de Angola, onde abordava temas africanos e assinava com o pseudônimo de Roger Godwin.


A jornalista Cristina da Silva, da editoria sociedade, num gesto de coragem, lamentou “a morte da criatividade” dos jornalistas que desde um tempo a esta parte passaram a receber ordens superiores para escreverem só e só se o pca autorizar.


Para um dos editor da sociedade, Izaquiel Cori, a preocupação do conselho passou a ser, somenmte, a presença dos jornalistas e não a produção, um facto observável na redacção central em que muitos profissionais, depois de assinalarem a chegada, passam a vida no facebook ou em conversas barulhentas.


Pereira Diniz, o chefe de reportagem, é o pombo correio, que volta e meia leva a mensagem se o jornalista fulano pode escrever sobre este ou aquele assunto. A resposta muitas vezes demora, porque o pombo correio pára pouco no jornal e para ser encontrado é necessário percorrer as tascas: Pingão, encerrado há poço, para tristeza do PD, na Maria, com relação azeda, ou no 25 de Abril, este última, o novo bebedouro. Quando a sorte bate-nos a porta, a resposta vem sem demora: o pca disse....


Num gesto de falta de elegância, José Ribeiro voltou a sacudir o capote, tal como fez com Filomeno Manaças, desta vez contra o seu pupilo que ele próprio transformou num menino de recados, que muitas vezes dá o seu show, mesmo sem o chefe dizer algo, ele canta a música que aprendeu no gabinete onde nem todos podem entrar: o pca disse.... Pura humilhação ao pobre PD, que durante as cerca de quatro horas de reunião, só se entregou aos sorrisos e quase que entrava por baixo das cadeiras.  


A colocação de um jornalista na secretaria de redacção, uma área chave, mas que apresenta muitas debilidades foi igualmente apresentada como preocupação. A questão foi levantada pelo Alberto Pegado, editor chefe das regiões, conhecido como um dos bufos do PCA, com um astral alto nos últimos dias pelo facto de, segundo informações, José Ribeiro ter-lhe-á prometido um posto. Para Alberto Pegado, que dispensa muitos minutos à fofoca, este jornalista iria cuidar das questões do fórum jornalístico e a secretária, Ana de Sousa “Nina” trataria das questões administrativas. José Ribeiro mostrou-se, talvez por ignorância ou embriaguês por explicações atabalhoadas, que tem pouco conhecimento sobre o conceito jornalista ao ponto de não poder distinguir este profissional, cuja função é produzir notícias e uma secretária. “Mas a Ana de Sousa não é jornalista”, questionou o pca que acrescentou que ela faz tão bem as coisas. Que coisas? questionaram em silêncio os “escribas”: gritar para os jornalistas, desligar o cabo do telefone impedindo contactos, dizer que a impressora não tem tonel para evitar que este ou aquele funcionário imprima um documento de serviço, e outras falhas.


Sobre a fazenda de que se diz ser proprietário, José Ribeiro negou, que nem o diabo na cruz, tendo acrescentado que pessoas de má fé pretendem juntar este facto com a acusação de desvios de dinheiros.


Disse não ser proprietário de nenhuma fazenda no Kwanza Sul, uma das únicas províncias, a para do Bengo, que o pca e o administrador financeiro, Eduardo Minvu, prestam uma pequena atenção devido aos favores que volta e meia os respectivos directores de incompetência reconhecida, Luís Pedro e Noé Jamba, prestam, tais como intermediar terrenos, compra de cabritos e outros bens que prontamente chegam a Luanda.


José Ribeiro tentou distrair a atenção dos cerca de quarenta jornalistas presentes no anfiteatro com palhaçadas e coisas triviais e esqueceu-se de trazer à discussão os verdadeiros problemas que a velha casa vive, como por exemplo, o “desemprego” a que muitas penas seniores foram votadas, porque as iniciativas pessoais foram, totalmente, vetadas.


Aos directores provinciais, Man Ribas, como também é tratado pelos bufos, em tom de ameaça, prometeu em breve, no âmbito dos encontros que estão agendados, atribuir-lhes a categoria de delegado “para a vaidade acabar”, para ver se melhoram. Falou de algum nível de desorganização que se regista nas províncias, cuja responsabilidade estava, no mandato passado, a cargo de Eduardo Minvu, que tinha como única preocupação andar ao encalço das tesoureiras das direcções provinciais, indicadas por ele, a troco de alguns favores íntimos, até com compromissos maritais.


Sobre a questão de admissões anárquicas, José Ribeiro citou como exemplo o ex director de Malanje, Filipe Eduardo, há cerca de nove meses em Luanda, a quem pareceu ter certa animosidade, que terá admitido um jornalista que segundo ele impedia que efectivos escrevessem.  Honorato Silva, editor dos desportos, falou da falta de uma pequena biblioteca, ao que José Ribeiro respondeu que já pensou trazer ao jornal de Angola alguns livros seus, mas não o fez por falta de espaço onde colocá-los, esquecendo-se, talvez por inocência ou incapacidade, que o que os jornalistas precisam é de material de consulta, entre dicionários, enciclopédias, glossários, mapas e outros, pertenças do jornal e ao dispor dos profissionais que volta e meia vêem as suas pretensões goradas pelo todo poderoso pca. Já no fim do encontro, depois de cerca de quatro horas de “blabla”, veio-se confirmar que se tratava, realmente, de uma palhaçada. O menino dorminhoco da redacção, Cândido Bessa, editor chefe de política, mesmo depois de ter dito que estava ultrapassado, resolveu contar uma estupidez que cheirou a graxa e bufaria, portanto a história de uma repórter que confundiu fuga de cérebro com ausência de juízo, numa entrevista concedida por um diplomata de expressão anglófona, uma anedota que só teria graça num ambiente da praça.

Contactos com “Kopelipa” embaraçam dirigente da CASA-CE

Lisboa – A CASA-CE ainda não reagiu a veracidade de um “assessement” posto a circular, em meios restritos da política nacional sugerindo o amadurecimento de contatos entre o seu vice-Presidente, Alexandre Sebastião André “Alex” (na foto) e a Casa de Segurança da PR, do general Manuel Hélder Vieira Dias “Kopelipa”, realizados no primeiro semestre do corrente ano.

Fonte: Club-k.net

Regime programa fragilidade da coligação de Chivukuvuku 

Alexandre Sebastião André antigo líder do extinto PAJOCA, é o actual Presidente do Partido de Apoio para Democracia e Desenvolvimento de Angola – Aliança Patriótica (PADDA-AP), que integra a coligação Convergência Ampla de Salvação de Angola. De acordo com o que circula, Sebastião André “Alex” teria sido recebido pelo general “Kopelipa”, num encontro encorajado por um reformista da FAA, que aderiu recentemente ao PADDA-AP.

 

No seguimento de reivindicações levantadas no encontro alega-se que a Casa de Segurança da PR terá pedido  como “moeda de troco”, que o PADDA-AP, de Sebastião André se comprometa em retirar-se da coligação CASA-CE, no período quente da campanha eleitoral das eleições marcadas para 2017.

 

Em meios que acompanham o assunto suspeitam que a proposta da Casa Militar está destinada a fragilizar a coligação liderada por Abel Epalanda Chivukuvuku, nas próximas eleições. Por outro lado, as referidas informações não são alheias ao patrocínio que os órgãos de comunicação do regime estejam a dar a posição de Sebastião André “Alex” em opor-se ao congresso, que visa transformar em partido a actual terceira força política angolana, marcado para o mês de Julho em Luanda.

 

Com oito deputados no Parlamento, a Casa-CE é uma coligação partidária integrada pela Aliança Livre de Maioria Angolana (Palma), pelo Partido de Apoio para Democracia e Desenvolvimento de Angola-Aliança Patriótica (Padda-AP), pelo Partido Pacífico Angolano (PPA) e pelo Partido Nacional de Salvação de Angola (PNSA).

Zé Tavares junta-se a Miala

Lisboa – O ex-Presidente da comissão administrativa de Luanda, José Tavares Ferreira é citado em meios competentes como estando a dedicar-se aos negócios privados e se associado ao general Fernando Garcia Miala, antigo director-geral do Serviço de Inteligência Externa.

Fonte: Club-k.net

No quadro desta amizade, Zé Tavares inclinou-se também a um empresário angolano, Fernando dos Anjos Ferreira, que no passado foi sócio do general Higino Carneiro e que agora serve os interesses econômicos de Garcia Miala.

 

Tavares esteve nos últimos anos em ascensão iniciando como administrador do Sambizanga e há poucos anos, o PR, Eduardo dos Santos fez dele Presidente da comissão administrativa de Luanda. Saiu do cargo por decisão do general Higino Carneiro que ao assumir a liderança de Luanda entendeu que o mesmo não fazia falta ao governo provincial da capital do país.

Cantora Canícia recebe canudo

Luanda -  A cantora angolana  Julieth Canícia Lage Rodrigues "Canícia", recebeu o diploma de licenciada em psicologia pela Universidade Lusíada de Angola (ULA), do ano lectivo de 2015, numa cerimonia  realizada na  sexta-feira, 22, no centro de conferência de Belas, em Luanda.

Fonte: Club-k.net

“Canícia” teve também a honra de ter sido selecionada para cantar, uma das suas músicas na abertura do evento da sua própria graduação.

 

Para além de “Canícia”, uma outra destacada figura da comunicação social que recebeu o canudo neste mesmo dia é Adalberto Cláudio Miguel Lourenço, quadro sênior da RNA. O mesmo foi distinguido como um dos melhores alunos do curso de relações internacionais da Universidade Lusíada de Angola (ULA), do ano lectivo de 2015. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Manaças rende Albino Carlos no MCS

Washington – O ex-DG adjunto do Jornal de Angola, Filomeno Jorge Manaças, é dado como estando a caminho do Ministério da Comunicação Social onde deverá ser nomeado director nacional de Publicidade e Marketing, substituindo assim Albino Carlos que está dedicado à vida académica, sendo director geral do Instituto Superior de Ciências da Comunicação (ISUCIC), em Luanda.

Fonte: Club-k.net

Para além de número dois do Jornal de Angola, Filomeno Manaças foi igualmente administrador executivo para a área editorial, cargo agora ocupado pelo luso angolano, Victor de Carvalho. Apesar de não ter sido reconduzido na actual administração da Edições Novembro, Filomeno Manaças manteve-se como director adjunto do Jornal de Angola, principal título da empresa por mais alguns meses. Foi o tempo para que Victor de Carvalho arruma-se a sua transferência de Harare, onde era adido de imprensa, para Luanda.

 

Victor de Carvalho, o seu substituto é um antigo delegado da agência Lusa que chegou a Luanda nos anos 90 e naturalizou-se angolano. Nos últimos tempos, ainda como adido de imprensa vinha a destacar-se nos escritos quase diários no Jornal de Angola, onde abordava temas africanos e assinava com o pseudónimo de Roger Godwin.

Líder das Mãos Livres recebe titulo de Mestre

Lisboa – O Presidente da Associação Mãos Livres, Salvador Freire dos Santos recebeu esta segunda-feira, o título de mestre em Ciências Jurídicas na área dos Direitos Humanos pela Universidade Federal da Paraíba Brasil.

Fonte: Club-k.net

O advogado teve como orientadores e examinadores da banca, a Prof. Dra. Hertha Urquiza; Rômulo Rhemo Palitot; Lorena de Melo Freitas e Enoque Feitosa Sobreira Filho.

 

Em mensagem divulgada pelas redes sociais, o jurista agradeceu o apoio da sua família, dos seus orientadores e “aos meus colegas de trabalho Dr. David Mendes, Zola Ferreira Bambi, Afonso Mbinda, Odete Fernandes, Guilherme Neves, João Mendes, Vanda Rodrigues, Maria António e a todos os membros de direção e trabalhadores da Associação Mãos Livres.”

 

“Aos meus companheiros e camaradas de sofrimento, sobretudo o (Mestre) Martinho que nos momentos mais difíceis esteve sempre ao meu lado.”, le-se na mensagem de Salvador Freire Santos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Artur Queiroz plagia obra de urbanista português

Washington - O assessor do Jornal de Angola, Artur Orlando Queiroz, foi apanhado a plagiar o capitulo da obra de um renomado urbanista português, já falecido, Manuel da Costa Lobo, “Subsídios para a História de Luanda”, editada em Lisboa, no ano de 1967.

Fonte: Club-k.net 

Assessor do JA em práticas de desonestidade intelectual 

O plagio feito por Queiroz foi publicado na edição de 11 de Janeiro de 2011, do Jornal de Angola, com o titulo “Luanda nasceu na Ilha do Cabo”.

 

A descoberta deste acto de desonestidade, só veio a se saber agora, depois de um estudioso ter desenvolvido uma pesquisa e ter deparado que o texto assinado por Artur Queiroz, é uma copia do trabalho de Manuel da Costa Lobo. Queiroz copiou um  sem sequer retirar as pontuações do texto original do dono do livro, fazendo passar como se fosse da sua autoria.

 

Artur Queiroz, a quem o DG do Jornal de Angola,  José Ribeiro considera como um dos maiores repórteres do mundo, é também um dos colunistas de plantão do principal veículo diário do regime e, não raras vezes, propaga nesse órgão a intriga entre os próprios angolanos, principalmente entre a UNITA e o MPLA.

 

Nas redes sociais onde a sua desonestidade intelectuas está a ser repudiada consideram o seu acto como um “plágio sem tamanho”.

 

“Afinal o maior repórter do mundo, como lhe chamou o José Ribeiro, não passa de um vulgar copiador de textos, durante anos principescamente pago pelo Jornal de Angola para desfilar ódio e fomentar intrigas entre os angolanos e insultar os seus irmãos portugueses, como ainda aconteceu nesta semana através de um editorial contra Portugal onde a linguagem e o estilo não esconde a autoria”, escreveu o estudante Paulo Gouveia.

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