Política

CASA-CE apela cidadãos a não se deixarem manipular pelas declarações do MPLA que associam qualquer acto politico ao retorno a guerra

Luanda - O Conselho Presidencial da CASA-CE, “após profunda reflexão dos acontecimentos de violência brutal perpetrada pelas autoridades policiais contra um grupo de manifestantes que pretendiam repudiar a detenção, no dia 20 de Junho, de 15 jovens do denominado movimento revolucionário, torna publico o seguinte:

Fonte: CASA-CE

Condena, repudia e deplora com veemência a agressão brutal e desproporcional a que foram vítimas um grupo de jovens manifestantes, no dia 29 de Julho de 2015, junto ao largo do 1º de Maio e a detenção de cerca de 10 (dez) outros manifestantes, que até ao momento encontra-se em lugar incerto.

 

O direito a livre manifestação é uma garantia constitucionalmente prevista no artigo 47º da Constituição da República de Angola, imposta pelo MPLA em 2010, e confere aos cidadãos angolanos o direito de livremente exprimirem através de manifestação, o descontentamento sobre o modo e forma incorrecta do exercício do poder político.

 

Lembra ao MPLA e ao seu Executivo que o direito à manifestação, como direito fundamental consagrado em muitas democracias, funda-se no reconhecimento da autonomia individual e no principio da dignidade da pessoa humana.

 

Insta-o a por fim as práticas dos partidos ditatoriais e adopte uma postura de pleno comprometimento com a democracia que diz defender. É hora do MPLA provar aos angolanos que não fez uma mera metamorfose política, mas sim, está empenhado em construir uma nação de direitos, liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos.

 

Considera que a paz e a segurança relativa que o país vive devem ser protegidas e promovidas pelas autoridades do Estado angolano, através do cumprimento rigoroso dos ditames da Constituição e da Lei.

 

Insta às autoridades policiais a observem, sem evasivas, o papel que a Constituição lhes reserva, no contexto do Estado Democrático e de Direito, abstraindo-se de praticar actos meramente proteccionistas dos interesses político – partidários do MPLA.

 

Alerta a todos cidadãos angolanos a não se deixarem manipular pelas declarações falaciosas dos dirigentes do MPLA que associam qualquer acto politico ao retorno a guerra, pois a paz é irreversível.”

 

Por último, o Conselho Presidência da CASA-CE, “apela a todos os angolanos a não se deixarem abalar por qualquer manifestação de intolerância e desrespeito a Constituição e a lei, independentemente dos seus respectivos autores.”

Segundo Secretário do MPLA processado por mandar bater dirigente da oposição

Luanda – O Bloco Democrático está a fazer uma participação contra o 2o Secretario do Comitê do MPLA de Luanda, Jesuíno da Silva a quem pesam acusações de ordenar a agressão contra Joaquim Lutambi, quadro da ala juvenil deste partido. A agressão aconteceu a margem da manifestação realizada, no passado dia 29 de Julho que visou expressar solidariedade e exigir a libertação de presos políticos em Angola.

Fonte: Club-k.net

“Fui esbofateado e quem orientava a agressão era o 2o Secretario do MPLA, Jesuíno Silva”

De acordo com o depoimento da vitima “fui esbofateado, e também levei alguns porretes, e quem orientava a agressão era o 2o Secretario do MPLA, de Luanda, Jesuíno Silva”.

 

“Até a hora que deixei o local a brutalidade continuava, e alguns   estudantes também sentiram a mão pesada da policia” disse Joaquim Lutambi relatando que “os cães [da Policia Nacional] morderam as pessoas, e outras foram arrastada, e muitos tinham de correr mais que a policia, para se livrarem”

 

Para além de Jesuíno Silva, um outro dirigente Constantino Lopes Pereira que exerce o cargo de primeiro-secretário do Comité Distrital Urbano da Ingombota do MPLA, foi também visto a dar ordens a um agente da polícia para bater manifestantes. Importa realçar que o agente recusou as suas orientações de reprimir os jovens.

 

A manifestação dos jovens do Movimento Revolucionário foi previamente comunicado ao GPL. Porém, no programado, dia 29 de Julho, o MPLA, tomou de assalto o largo, com ajuda da Policia Nacional, alegando que iriam homenagear o comandante Hoji Ya Henda, as mulheres africanas e aos artistas.

 

Desde 2011, que jovens angolanos tem sido reprimidos por realizarem manifestações pacíficos de apelo as liberdades cívicas no país. Em 2012, dois ativistas promotores de manifestação, Alves Kamulingue e Isaías Cassule, foram raptados e executados pelo executivo sob liderança do Presidente José Eduardo dos Santos. A operação envolveu agentes da Policia, SINSE, e o envolvimento de um responsável do Comitê do MPLA, em Luanda, Júnior Mauricio “Cheu”.

BD condena regime pela agressão a pessoas que se deslocaram ao Largo Primeiro de Maio

COMUNICADO DO SECRETARIADO NACIONAL

Luanda - 1. O Bloco Democrático deplora os graves incidentes, causados pelas autoridades, que ocorreram ontem na capital do país, na sequência de uma manifestação para exigir a libertação dos presos políticos.

Fonte: BD

2. O Bloco Democrático constata que de forma reincidente as autoridades judiciais e do Ministério do Interior, a policia e o partido governamental tudo fazem para impedir o direito constitucional dos cidadãos se manifestarem, criminalizando simples direitos adquiridos e usando a força coerciva.

 

3. O partido no poder ousou mesmo lançar povo contra povo, realizando uma contra ­manifestação, quando há muito foi divulgado o local da manifestação pela "Liberdade Já", pelos seus proponentes, jovens indignados com a prisão arbitrária dos seus colegas.

 

4. O Bloco Democrático começa a perceber que o entendimento sobre o que é democracia está muito longe de ser consensual no país e que a prática das instituições em nada se assimila ao que está postulado na Lei e na Constituição.

 

5. O Bloco Democrático condena assim as perseguições feitas a activistas e jornalistas ­ incluindo o facto da Rádio Despertar ter sido sitiada ­ a detenção de activistas e jornalista, a agressão desmedida a pessoas que se deslocaram ao Largo Primeiro de Maio, com porretadas, mordidelas de cães, esbofeteamentos, quando identificadas como não participes da contra­ manifestação e sob direcção de dirigentes do Comité Provincial do MPLA. Nesse pormenor, o Secretário da Juventude do Bloco foi seriamente atingido.

 

6. O Bloco Democrático vai continuar o seu combate pela Democracia e Liberdade. Apela a todos os extractos sociais a não permitirem que a crise da governação seja superada com o aprofundamento do regime repressivo, porque a verdadeira solução está afinal na própria Democracia.

“LIBERDADE, MODERNIDADE E CIDADANIA” SECRETARIADO NACIONAL DO BD,

EM LUANDA, 30 DE JULHO DE 2015.

O Secretário Geral João Baruba

Mensagem da MPA por ocasião das comemorações do Dia da Mulher Africana

Luanda - Comemora­-se hoje, 31 de Julho o Dia da Mulher Africana, data celebrada desde 1962, constituída em Dar – Es – Salaam – Tanzânia, na Conferência das Mulheres Africanas, que culminou com a criação da Organização Pan­ Africana das Mulheres.

Fonte: CASA-CE

Ao comemorarmos esta data, nós Mulheres Patrióticas Angolanas da CASA­CE (Convergência Ampla de Salvação de Angola) curvamo­nos solenemente perante a memória das grandes heroínas Africanas e particularmente Angolanas que com brio, bravura e abnegação deixaram­ nos um legado indelével nos anais da nossa História. É este legado que tem servido de força inspiradora e impulsionadora para continuarmos a lutar pela conquista da igualdade do género.

A celebração de mais um aniversário do Dia da Mulher Africana, constitui um momento de reflexão para avaliar os progressos alcançados e constrangimentos registados ao longo dos 53 anos percorridos, tendo em conta o propósito fundamental então preconizado, de tomar decisões e traçar políticas sobre o papel da Mulher nos processos políticos, económicos e sociais, colocando como meta principal a descolonização completa do nosso Continente, a eliminação de todas as formas de exploração e descriminação da Mulher.

As Mulheres Africanas ao longo do tempo enfrentaram vários desafios como a escravatura, o tráfico para outros Continentes, os efeitos nefastos da colonização, a obrigatoriedade do uso de burkas em algumas regiões, a mutilação genital, a violência social e familiar, a subjugação e a descriminação, de entre outros.

Volvidos 53 anos, orgulhamo­nos pelas lutas e conquistas alcançadas ao longo do tempo. As Mulheres Africanas têm conseguido uma melhor posição na sociedade, o respeito, sua valorização profissional e familiar. Mas, ainda estamos aquém das metas desejadas e preconizadas internacionalmente.

Temos um caminho longo a percorrer porque apresentam­se muitos desafios a enfrentar:

  • Surgem novas formas de colonização, de trabalhos forçados e de tráfico de seres humanos em que a Mulher é a maior vítima.
  • O papel e responsabilidades da Mulher na família são acrescidos.
  • O papel da Mulher no desenvolvimento social económico e cultural é cada vez mais exigente por ela ser a maioria nos países Africanos e ser a força determinante na luta contra a pobreza, o analfabetismo, a fome, etc.

Nós Mulheres Patrióticas Angolanas da CASA­CE temos esperança e firme certeza de que com o nosso esforço, coragem, determinação e através da nossa participação política conseguiremos construir Angola que sempre almejamos: uma Angola próspera no concerto das Nações Africanas sem fome, sem pobreza, sem corrupção; uma Angola digna, justa onde o Angolano seja o centro da atenção na acção governativa.

 

Por ocasião da comemoração desta data histórica – Dia da Mulher Africana:

  • Manifestamos o nosso veemente repúdio á todas as práticas violentas contra as Mulheres em todo mundo, em África e particularmente em Angola, como o tráfico de Mulheres e crianças, o rapto ou sequestro de Mulheres e raparigas na Nigéria, pelo Grupo de Terrorista Boko Haram;
  • Exigimos aos governos Africanos que cessem as guerras e que a PAZ seja um valor imprescindível para a estabilidade, desenvolvimento e prosperidade da África;
  • Apelamos aos governos Africanos e particularmente de Angola, que seja dada uma especial atenção à educação, à saúde materna e infantil, às doenças endémicas que assolam indiscriminadamente o nosso Continente e que diariamente ceifam milhares de vidas;
  • Clamamos por uma África, vista não pelo seu potencial económico em recursos minerais mas com um olhar fito no seu potencial humano para que se afaste uma vez por todas o espectro da fome, da miséria, da guerra, e da morte que caracteriza hoje o nosso Continente.

Nesta data memorável a nossa mensagem à todas as Mulheres Africanas e em particular às Mulheres Angolanas, é de encorajamento, de firmeza nos nossos propósitos e de unidade na acção pela Dignidade, Valorização, Desenvolvimento e Empoderamento das Mulheres.

 

Luanda, 31 de Julho de 2015

FLEC quer General Miala para resolução do conflito em Cabinda

NOTA DE IMPRENSA

Paris - A direcção político­militar da Frente para a Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC/FAC), chamadas para o diálogo evitar conflitos entre nossos povos. Chamamos a atenção do Presidente José Eduardo dos Santos para liberar todas as políticas de prisioneiros cabindenses e estabelecer um diálogo construtivo com a FLEC/FAC para a resolução de problemas.

Fonte: FLEC

Todas as questões devem ser resolvidas através do diálogo. Queremos com o Presidente José Eduardo dos Santos politicamente estudar soluções a adoptar para este caso específico. É nesta linha que devemos seguir, a linha da discussão, a linha de diálogo.

Sinceramente pedimos ao Presidente José Eduardo dos Santos, que o nomeado general Fernando Garcia Miala como um facilitador para a questão de Cabinda, porque até prova do contrário, o general é credível aos olhos do povo de Cabinda. Com Miala FLEC e seu líder supremo Nzita Henrique Tiago, comprometem­se a solucionar problemas.

Esperamos que as chances de diálogo serão apreendidas pelo Presidente José Eduardo dos Santos. Se não foi esse o caso, nós temos muito claramente que haveria consequências práticas, não só instruções, mas as consequências que o governo angolano vai sentir.

Estamos convencidos de que o conflito não pode ser resolvido por meios militares. Só uma solução política encontrada através de um processo inclusivo pode levar a paz e a estabilidade sustentável.

Jean Claude Nzita Porta voz da FLEC/FAC

Feito em Paris, 30.07. 2015

General insta Ana Gomes a visitar Sócrates e não fazer show com Angola

Luanda - O general angolano e dirigente do Movimento Popular de Libertação de Angola, Bento dos Santos "Kangamba" aconselhou a eurodeputada socialista Ana Gomes a dedicar atenção a Portugal, visitando antes o ex-primeiro-ministro português José Sócrates.

Fonte: Lusa

Considerado como um dos homens fortes na organização de massas do partido, o dirigente do MPLA falava em entrevista à agência Lusa, em Luanda, sobre a situação política em Angola, numa altura que Ana Gomes, crítica do atual regime, está no país para aferir do cumprimento dos direitos humanos.


"Ainda tem sítios para ir, lá em Portugal, tinha que ir visitar o engenheiro Sócrates, que são do mesmo partido, que está preso lá dentro e que se calhar precisa de apoio desse tipo de pessoa. Tem que ir lá no Sócrates", afirmou o general angolano.

A eurodeputada socialista está em Luanda a convite da Associação Justiça, Paz e Democracia e agendou para sábado uma conferência de imprensa para abordar as conclusões sobre a visita a Angola, que coincidiu com a realização, na quarta-feira, na capital, de uma manifestação de jovens ativistas que terminou com uma carga policial.

Ana Gomes está em Luanda na qualidade de membro do Parlamento Europeu e da subcomissão de direitos humanos da União Europeia e já admitiu, durante esta visita, ter ouvido "expressões de preocupação" sobre direitos humanos em Angola.

A sua presença em Angola tem sido duramente criticada nos últimos dias por figuras do MPLA, partido que suporta o Governo, e do próprio Executivo, que acusam Ana Gomes de ingerência nos assuntos internos do país.

"Andar de Portugal para Angola é longe, tem sítios na Europa que tem mais problema que Angola. Achamos que essa deputada tem que evitar de criar ?show' com os angolanos. Angola é um país independente há muito tempo, nós com Portugal somos irmãos", enfatizou o general "Kangamba".

Para o também secretário do comité provincial de Luanda do MPLA para a Área Periférica e Rural, "em vez de se preocupar" com Angola, a eurodeputada - que já se reuniu esta semana com vários ministros angolanos de acordo com a comunicação social pública, a Lusa não teve acesso ao programa da visita - "podia ir a países onde existem esses conflitos", apesar da "abertura" para demonstrar a situação do país.

"Portugal e Angola já não podem ter este tipo de situação. Pessoas de Portugal virem aqui agitar em Angola, pessoas de Angola irem agitar em Portugal", disse ainda.

Um grupo de cerca de 40 jovens ativistas manifestou-se na quarta-feira em Luanda para exigir a libertação de 15 outros elementos, detidos desde 20 de junho por alegada tentativa de golpe de Estado.

Têm sido apontados publicamente, em termos nacionais e internacionais, como presos políticos, por alegarem que apenas discutiam política, uma tese que o dirigente do MPLA rejeita.

"Presos políticos não há, nunca existiram. Não vejo a UNITA, a CASA-CE, a FNLA, o PRS, a reclamarem os seus militantes presos. Os que estão presos são jovens que algumas pessoas estão a incentivar para fazerem arruaça que não está prevista na nossa Constituição", afirmou.

Numa altura em que os partidos angolanos dão o tiro de partida para os congressos que ao longo dos próximos doze meses vão preparar as eleições gerais de 2017, o dirigente do MPLA diz que na base da agitação "com cinco ou seis miúdos" estão "outros partidos que querem subir no poder a todo o custo".

"Aqui não é isso. Treze anos de Paz não é nada para anos e anos de guerra em que que se mataram tantos milhares angolanos", apontou, admitindo que o país ainda tem "muitos problemas para resolver".

"Por exemplo é preciso criar condições para os que vieram da mata [militares, com o fim da guerra], para que eles depois possam também criar os seus filhos", rematou o general angolano.

JURA: Partidarização da comunicação social explicita a vontade do MPLA de golpear a democracia

Sua Excelência, Secretário Provincial do Partido, Senhor Ernesto Kambinda Baco; ­ Digníssima Presidente da LIMA

­ Senhor Secretário Municipal do Partido do Menongue; ­ Estimados Membros do Executivo Provincial do Partido; ­ Caros companheiros do Executivo Provincial da JURA; ­ Prezados convidados; ­ Minhas Senhoras e meus Senhores;

Por força das circunstâncias estamos aqui hoje dia 25 de Julho de 2015 a celebrar o dia Nacional da JURA – Juventude Unida Revolucionária de Angola organização juvenil da UNITA por ter completado 41 anos de existência. Foram 41 anos de luta sem parar, sem parar para a dignificação e honra do Angolano excluído na Pátria do seu nascimento.


Durante este percurso, a JURA encetou um combate multiforme tendo como balizas o projecto político da UNITA baptizado como projecto político dos conjurados do Movimento do 13 de Março. A democracia é um dos ideais que este projecto contém. Estes ideais que a UNITA defende, constituem a força anímica da existência da JURA como organização de Massas da UNITA no cenário Político Angolano. Estimados membros do Partido; Caros Jovens! O MPLA, no seu projecto de sociedade, desde os primórdios não contem o princípio da democracia. Razão pela qual tudo tem feito para escamotear a verdadeira democracia. Até porque dizem mesmo que: “a democracia foi nos imposta, a democracia não enche a barriga de ninguém”.
­

Sua Excelência, Secretário Provincial do Partido, Senhor Ernesto Kambinda Baco; ­ Digníssima Presidente da LIMA

A partidarização da comunicação social estatal, a aprovação da Lei do registo eleitoral oficioso pelo Grupo Parlamentar do MPLA, o genocídio do monte Sumi na provincial do Huambo, os vários actos de intolerância política praticados pelos militantes afectos ao partido no poder contra a oposição, mormente a UINITA, em todo espaço nacional, e em particular na província do Cuando Cubango onde se registou, só no primeiro semestre de 2015 mais de 10 actos de intolerância política nos municípios de Rivungo, Dirico, Calai e Menongue são, de entre vários acontecimentos ou factos, que explicitam a vontade política do MPLA de golpear a democracia.


Nós da JURA repudiamos categoricamente essas práticas que enfermam os ideais da democracia, da reconciliação nacional e da paz. Porque sem a promoção desses ideais, não teremos um país capaz de realizar o sonho da juventude Angolana em todas as vertentes. Estimados jovens da JURA; O país vive hoje uma discriminação política, económica e social protagonizada pelo partido que sustenta o governo. Em 2013, o governo realizou o Forum juvenil de auscultação e debates dos problemas que afligem a juventude angolana, a fim de se buscar políticas de acomodação dos seus anseios cujos resultados só estão a beneficiar os jovens filiados na JMPLA, discriminando assim os jovens filiados noutros partidos políticos.

Minhas Senhoras e meus Senhores;

Aproveito esta ocasião para desmentir a informação passada pelos meios da comunicação social, segundo a qual, mais de 200 militantes da UNITA tivessem se rendido ao MPLA. Isso não corresponde a verdade. Trata­se de uma mera propaganda. Apelo aos jovens da JURA a aderirem activamente à campanha massiva de registo civil para a obtenção do Bilhete de Identidade que possibilitará o acesso ao cartão de eleitor. Finalmente, trabalhemos afincadamente rumo as eleições de 2017 a fim de garantirmos a vitória eleitoral do nosso partido para se pôr termo o sofrimento dos Angolanos.

Bem ­haja Angola; Bem ­haja a UNITA; Bem­ haja o Presidente Samakuva;
Bem ­haja a JURA;
Unidos venceremos
Menongue, aos 25 de Julho de 2015.

 

Uige: Casa-CE e MPLA trocam acusações em torno da intolerância política

Uige - No Uige, o secretario Geral da Juventude Patriótica de Angola, braço juvenil da Casa-CE, Rafael Aguiar acusa o Presidente da Republica de causar a instabilidade no país.

*Moniz Francisco
Fonte: VOA

Rafael Aguiar, que falava numa palestra, explicou que o Mpla promove a "intolerância política para privar os outros angolanos de ecederem os bens sociais relevantes e de não sonharem com o poder político".


O político acrescentou que por causa de “actos de intolerância política, sobretudo no interior do país", as pessoas perdem emprego e morrem.

Outros exemplos, segundo Aguiar, são a “fabricação de golpes de estado; assassinatos e matanças, como o caso de 27 de Maio; assassinato dos crentes toquistas; assassinato de Caçulé e Camulingue; ou a prisão e espancamento de ativistas políticos, jornalistas e políticos.”

Para fazer face a isso, Aguiar apela aos jovens a utilizarem todos os mecanismos consagrados na constituição para destronar o regime no poder.

O secretário provincial do MPLA, no Uíge, Paulo Pombolo acusou os partidos políticos na oposição de se envolverem em acções que causam distúrbios nas comunidades.

Pombolo, que falava na 13ª sessão plenária do MPLA que decorreu no município do Maquela do Zombo, acusou os partidos políticos de criarem grupos compostos por criminosos que semeiam pânico no seio das populações.

Diz ele que os adversários políticos optaram por uma nova filosofia, que se traduz na criação de grupos compostos por criminosos, semeiam o pânico nas regiões da província onde realizam as suas actividades políticas, espancando sobas e militantes do nosso partido, e para se autodefenderem colocam acima o discurso da intolerância política.

Quem Somos

CLUB-K ANGOLA

CLUB-K.net é um portal informativo angolano ao serviço de Angola, sem afiliações políticas e sem fins lucrativos cuja linha editorial consubstancia-se na divulgação dos valores dos direitos humanos, educação, justiça social, analise de informação, promoção de democracia, denuncias contra abusos e corrupção em Angola.

Informamos o público sobre as notícias e informações ausentes nos canais informativos estatal.  Proporcionamos ao público uma maneira de expressar publicamente as suas opiniões sobre questões que afectam o dia-a-dia, qualidade de vida, liberdades e justiças sociais em Angola... Leia mais

 
 

Direcção consultiva
- Barbosa Francisco  (New York) - IT
- Massano Jorge ( New York) - Editor Principal
- Juca Manuel (New York) - Editor
- Noel Pedro (Lisboa) - Revisor
- Marcos Miguel (Brasil) - Editor
- Júlio Beto - (Holanda) - Editor
- Simão Manuel - (França - Editor
- Juca Fernandes - (Alemanha) - Editor


Telefone: New York: (315) 636 5328

Contactos

 

  • E-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

  • WhatsApp: (+244) 918 512 433 Para uso no aplicativo WhatsApp apenas!

  • Reino Unido : (+44) 784 848 9436

  • Buffalo / EUA: (+1) 347 349 9101 

  • New York /USA: (+1) 315 636 5328

Newsletter

Assine a nossa Newsletter para receber novidades diárias na sua caixa de e-mail.

INSERE O SEU E-MAIL

// TAG FOR ADVERTISEMENT