Luanda – O futuro político do Advogado David Mendes, é considerado, em meios que acompanham a trajectoria deste político  como estando ainda em reticência. Recentemente uma publicação, em Luanda pertencente ao general “Kopelipa”  publicou que o mesmo estaria a negociar a sua entrada para o maior partido da oposição. Apesar de não ter havido uma reação formalmente pública de ambas as partes (UNITA e David Mendes), fontes próximas ao dossiê desconfirmaram o sucedido e adiantaram  que o advogado estaria em conversações com o Bloco Democrático e não com o “Galo Negro”.

Fonte: Club-k.net

“Tive reuniões com o Bloco Democrático”

Por altura da publicação, David Mendes estava fora do país durante a semana tendo regressado a Luanda no passado dia 13 de Abril.  Através das redes sociais, precissamente o facebook, o mesmo reagiu dizendo que:


“Sei que muitos aguardavam com expectativa uma declaração minha sobre a presumível adesão a UNITA. O meu silêncio deveu-se em primeiro lugar por me encontrar fora do país e não ter possibilidade de falar com o jornalista que publicou a notícia. Creio ter sido mal interpretado quando disse que "é possível". Porque, para mim, reforçar a oposição é um dever de qualquer patriota. Mas, não tive nenhum contacto formal nem informal com a UNITA sobre o assunto. Os meus encontros com o deputado Numa nada têm haver com a UNITA.” escreveu.


De acordo com o  político,  a  “Verdade é que tive reuniões formais com o BD, mas não conclusivas. E, conforme manifestei vamos  continuar a conversar. Em política nunca se diz "nunca". Mas podem ter a certeza, no MPLA, David Mendes nunca.”


Pelo lado do “Galo Negro”, uma voz autorizada esclareceu também que “não há negociações nenhuma com ele. Os membros da UNITA filiam-se nela voluntariamente. A filiação não se negocia, porque ser-se da UNITA não é negócio como acontece no regime do MPLA.”


Considerado como um dos mais  prestigiados  políticos, da oposição, David Mendes, igualmente, lidera o Partido Popular (PP).  Goza de apoio na franja juvenil e em sectores rurais que o consideram como “o advogado dos pobres”.



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