Para inverter a tendência de queda do preço, afirmou o ministro angolano do Petróleo, Botelho de Vasconcelos, será necessário um novo corte de produção, que pode atingir dois milhões de barris diários.

"Não sabemos ainda quanto vai ser cortado, possivelmente ficará entre 1,5 a 2 milhões de barris por dia, dependendo do diálogo entre os países membros", afirmou o ministro angolano, citado pela agência Angop.

"É consensual entre os países-membros que um [preço] de US$ 70 a US$ 75 por barril é satisfatório", disse.

A organização petrolífera, que representa cerca de 40% da produção mundial, reúne-se extraordinariamente na quarta-feira em Oran, na Argélia.

O preço do barril de petróleo está 70% abaixo do recorde de julho deste ano, de US$ 147,27.

Na segunda-feira, o preço barril tocou nos US$ 50, depois de o secretário-geral da Opep ter afirmado que é necessário um corte da produção.

Fonte: Lusa



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