Lisboa – Os técnicos dos laboratórios de Portugal e da África do Sul recentemente levados a Luanda para o processo de exumação das ossadas de Jonas Savimbi, admitiram dificuldades para o rastreamento de amostras para os exames do ADN, tendo em conta o estado de decomposição avançada com que encontraram os restos mortais do fundador da UNITA.

Fonte: Club-k.net

Para se realizar as contra-prova dos exames de ADN

O entendimento existente é que quanto as contra provas, os técnicos sul africanos irão recorrer a uma congénere na Argentina , enquanto que os técnicos portugueses (Instituto de Medicina Legal do Porto), irão recorrer a um laboratório espanhol, com técnicas mais avançada.

 

Os restos mortais de Savimbi, sepultados no cemitério de Luena, capital do Moxico, foram exumamos no passado dia 1 de Fevereiro. O procedimento de colheita das amostras foram feitas por peritos da faculdade de medicina da Universidade Agostinho Neto em conjunto com técnicos forense da área criminalista do Serviço de Investigação Criminal (SIC)/

 

Os exames deverão ser feitos com as amostras de cálcio rastreadas dos seus ossos do malogrados e comparados com dados da identidade biológica de três filhos (Rafael Massanga Savimbi, Durão Savimbi e Kanganjo Savimbi) e da irmã mais velha do malogrado, Judith Savimbi Pena.

 

Ao total, o processo de exame deverá levar cerca de 25 dias, seguindo depois para acertos das cerimonias fúnebres previstas para o dia 6 de Abril, na comuna de Lopitanga, no município do Andulo, que é a localidade que em vida, sempre desejou, que fosse ai sepultado junto a tumba dos seus pais.



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