Moçâmedes - O segundo comandante provincial da Polícia Nacional do Namibe, subcomissário Fernando António, alertou hoje, terça-feira, em Moçâmedes, às empresas segurança privada para acelerarem o processo de substituição gradual de armas de guerra por de defesa.

Fonte: Angop

A Assembleia Nacional procedeu, em 2014, a aprovação Final Global da Proposta de Lei sobre as Empresas Privadas de Segurança, que visa revogar a Lei 19/92, de 31 de Julho, e trazer mecanismos eficientes de controlo e fiscalização à actividade destas organizações no país, sendo que uma das medidas é o uso de arma ligeira e de pequeno porte, ao invés de armamento de guerra.

 

Em declarações à Angop, no final de um encontro com responsáveis de instituições bancárias da circunscrição, Fernando António apelou às empresas de segurança no sentido de se empenharem na formação dos seus agentes, para cumprirem cabalmente a sua missão de protecção de bens privados e auxiliarem a Polícia Nacional no trabalho de prevenção e combate ao crime.

Solicitou às empresas de segurança privada no sentido de colaborarem e partilharem mais informação com a Polícia Nacional para prevenção e combate de eventuais actos criminais.

Lembrou que o Comando Provincial da Polícia Nacional do Namibe registou o desaparecimento de uma arma de fogo, no dia 27 deste mês, que estava em posse de agente da empresa de segurança privada Angossego, quando fazia a protecção de uma dependência da agência bancária BFA, no município do Tômbua.

Revelou que estão a fazer diligência para recuperação da referida arma de fogo, sendo que os dois agentes da empresa de segurança implicados no extravio do material bélico estão detidos, numa das esquadras da circunscrição.

Desaconselhou, por outro lado, o uso de telemóveis por parte de funcionários bancários durante o período laboral, por ser um meio que pode ser usado para passar informações de carácter sigiloso de clientes para criminosos fora dos bancos.

Dados dos Serviços de Investigação Criminal (SIC) do Namibe afirmam não haver qualquer registo de assaltos a clientes ou funcionários no interior e exteriores das agências bancárias da região.

Polícia alerta empresas de segurança para mudança de armas

Moçâmedes - O segundo comandante provincial da Polícia Nacional do Namibe, subcomissário Fernando António, alertou hoje, terça-feira, em Moçâmedes, às empresas para de segurança a acelerarem o processo de substituição gradual de armas de guerra, por armas de defesa.

A Assembleia Nacional procedeu, em 2014, a aprovação Final Global da Proposta de Lei sobre as Empresas Privadas de Segurança, que visa revogar a Lei 19/92, de 31 de Julho, e trazer mecanismos eficientes de controlo e fiscalização à actividade destas organizações no país, sendo que uma das medidas é o uso de arma ligeira e de pequeno porte, ao invés de armamento de guerra.

Em declarações à Angop, no final de um encontro com responsáveis de instituições bancárias da circunscrição, Fernando António apelou às empresas de segurança no sentido de se empenharem na formação dos seus agentes, para cumprirem cabalmente com a sua missão de protecção de bens privados e auxiliarem a Polícia Nacional no trabalho de prevenção e combate ao crime.

Solicitou às empresas de segurança privada no sentido de colaborarem e partilharem mais informação com a Polícia Nacional para prevenção e combate de eventuais actos criminais.

Lembrou que o Comando Provincial da Polícia Nacional do Namibe registou o desaparecimento de uma arma de fogo, no dia 27 deste mês, que estava em posse de agente da empresa de segurança privada Angossego, quando fazia a protecção de uma dependência da agência bancária BFA, no município do Tômbua.

Revelou que estão a fazer diligência para recuperação da referida arma de fogo, sendo que os dois agentes da empresa de segurança implicados no extravio do material bélico estão detidos, numa das esquadras da circunscrição.

Desaconselhou, por outro lado, o uso de telemóveis por parte de funcionários bancários durante o período laboral, por ser um meio que pode ser usado para passar informações de carácter sigiloso de clientes para criminosos fora dos bancos.

Dados dos Serviços de Investigação Criminal (SIC) do Namibe afirmam não haver qualquer registo de assaltos a clientes ou funcionários no interior e exteriores das agências bancárias da região.

Huíla

O comandante provincial interino da Polícia Nacional da Huíla, subcomissário Florêncio Ningui, exortou hoje, terça-feira, no Lubango, aos directores das empresas de segurança privada da região a redobrarem acções de controlo e fiscalização dos seus agentes.

Segundo Florêncio Ningui, que falava numa reunião sobre segurança das instituições bancárias e supermercados, frisou que um maior controlo por parte empresas de segurança privada sobre os seus funcionários ajuda conhecer melhor o seu perfil e evita eventuais casos de crimes, do qual o agente protector pode vir a ser cúmplice ou autor da acção.

Disse que muitas das vezes, por falta de preparação ou negligência, alguns agentes de segurança privada têm sido rendido e desarmados por meliantes, que se apoderam deste meio para outras acções.

Caracterizou o quadro de segurança pública na província da Huíla estável, apesar da ocorrência de alguns crimes violentos, que têm merecido a pronta resposta do efectivo da Polícia Nacional.

 

 



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