Luanda - Dependente das importações de derivados de petróleo, as autoridades angolanas viram-se agora para Cabinda onde, contra todas as contrariedades do mercado, a Gemcorp – um Fundo de Investimento baseado em Londres - está envolvida, desde Outubro do ano passado, na construção da primeira refinaria em Angola depois da Independência.

* Gustavo Costa
Fonte: Expresso

Liderada pela empreiteira norte-americana VFueel LLC, para a construção desta obra concorrem também o consórcio formado pela Mota-Engil e os libaneses da Lambert e a brasileira Odebrechet. “A Gemcorp tem dinheiro, tem bons parceiros e tem demonstrado seriedade”, disse ao Expresso o Ministro dos Petróleos, Diamantino Azevedo.


Com previsão de produção de 30 mil barris/dia em finais de 2021, a Gmecorp acaba de adicionar ao projeto um sistema de pepilene e de monoboia para acomodar a atracação de navios de grande dimensão que vão assegurar o abastecimento do mercado interno e a exportação da produção para os países da região.


“Com este sistema, que estará concluído em julho do próximo ano, foram adicionados ao investimento inicial mais de 30 milhões de dólares”, revelou fonte ligada à construção da refinaria, que em 2023 começará a produzir 60 mil barris/dia.

 



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