Lisboa - O Presidente angolano, João Manuel Gonçalves Lourenço desconfirmou a sua participação no fórum virtual, organizado pela prestigiada Chattan House da Inglaterra, subordinado ao tema “Sustentabilidade e Inclusão na Recuperação e Reforma Económica”. O evento decorre de 23 a 24 de Novembro.

Fonte: Club-k.net

Depois de saber que Adalberto Jr  também participaria 

A organização refez o programa do fórum disponível na pagina da Chattan House, sem no entanto, justificar os motivos que levaram o Chefe de Estado angolano e o seu embaixador em Londres, Geraldo Nunda a retirarem da conferência.

 

Citando especialistas na Europa, o delegado da UNITA, na Alemanha, João Kanda Bernardo através de uma nota adianta que a desmarcação do Presidente de Angola foi tomada “depois de ele se aperceber que o Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior também podia intervir na mesma Conferência”.

 

Para Kanda Bernardo, “este é um sinal de que, durante as eleições de 2022 em Angola, o Presidente JLO também não vai admitir um debate com o Presidente da UNITA”.

 

No novo programa do fórum disponível na internet, constam oradores como são os casos de Giza Gaspar Martins, Diretor Nacional de Meio Ambiente e Ação Climática, Ministério da Cultura, Turismo e Meio Ambiente; Veronica Rito, Vice-presidente, Federação de Mulheres Empreendedoras de Angola (FMEA); e Sizaltina Cutaia, Diretora em exercício para Angola, da Open Society Initiative for Southern Africa (OSISA).


O fórum terá ainda como oradores incialmente previstos como o acadêmico Alves da Rocha, o Economista-Chefe para Angola e Moçambique, Standard Bank, Fausio Mussa; o Diretor Executivo da Fundação Kissama, Vladimir Russo; o PCA da AIPEX, Antônio Henriques da Silva.


O nome do líder da UNITA, Adalberto Costa Júnior e do  Presidente da CASA-CE, André Gaspar Mendes de Carvalho, constam do programa. 


Os oradores, segundo programa que o Club-K teve acesso, irão discutir as prioridades políticas para promover a recuperação económica sustentável e a resiliência para além da pandemia COVID-19, e como Angola deve alargar o espaço para o envolvimento cívico e inclusão na formulação e resultados da política económica.

 



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