Luanda - Trinta e dois mil milhoes de kwanzas é o valor disponibilizado pelo Executivo para combater à Covid-19, avançou, na terça-feira, em Luanda, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta.

Fonte: Angop


Em entrevista à Televisão Pública de Angola, a governante referiu que este valor foi implementado em logística, formação e infra-estrutura, para a prestação de um serviço de qualidade.



O quadro epidemiológico nacional regista 20.584, com 500 óbitos, 19.207 recuperados e 877 activos. Dos activos, três em estado crítico,11 graves, 32 moderados, 33 leves e 798 assintomáticos. Nos centros de tratamento do país estão internados 33 doentes, enquanto nos centros de quarentena institucional estão 43 pessoas.


Conforme a ministra, Angola obteve, igualmente, o apoio das agências das Nações Unidas, avaliado em 6.2 milhões de dólares em reagentes e material de biossegurança. Sílvia Lutucuta adiantou que um ano após o primeiro caso de Covid-19 no país, os angolanos devem sentir-se orgulhos e felizes pelas medidas tomadas, entre as quais a institucionalização das quarentenas, realçando, no entanto, que não se deve baixar a guarda, principalmente devido as novas estirpes.



Apesar de lamentar as consequências nefastas, adiantou, no entanto, que a pandemia ajudou a intensificar a terapia intensiva e a dar atenção a saúde pública, que engloba os Serviços Primários de Saúde.


Apontou como ganhos a aquisição de mais de ventiladores e de camas para terapia intensiva, tendo em conta que antes da pandemia o país contava apenas com 190 aparelhos do género.



Ainda no âmbito do combate à Covid-19, foram construídos hospitais de campanha nas províncias do Cunene e Lunda Norte, o Centro de Tratamento do KM30, em Luanda, e em construção estão os de Cabinda, Benguela e do Uíge.



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