Lisboa – Adalberto Costa Júnior, o líder da UNITA dispõe de um apartamento na cidade do Porto, Portugal, que lhe foi oferecido, na década de 90, pelo seu padrinho de casamento que em vida se chamou Jonas Malheiro Savimbi.

Fonte: Club-k.net

Regime mobiliza militante da UNITA a dizer que custou Kz 400 milhões 

Esta semana, uma equipa do regime, recrutou um militante do Comitê da UNITA, de Cacuaco, Domingos Pedro, para levantar o falso testemunho de que a referida casa de Adalberto Júnior em Portugal, é uma “casa luxuosa” adquirida por uma quantia de 400 milhões de kwanzas desviada dos cofres do partido.


As declarações do ex-militante, Domingos Pedro acontecem num período em que o Tribunal Provincial de Luanda, bloqueou, pela segundo vez as contas da UNITA, contendo nela 400 milhões de kwanzas.


De forma a criar divisão no interior da UNITA, uma equipa do regime agindo em nome do gabinete do general José Tavares do MPLA, reuniu-se com Domingos Pedro, na qual foi acertada a realização de uma confêrencia de imprensa, em directo, pelos canais da TPA e Zimbo, em que o mesmo se comprometeria passar a falsa versão sobre o 400 milhões de kwanzas congelados pelo Tribunal Provincial de Luanda.


Desde que foi eleito Presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, tem sido alvo de uma campanha do regime, que fora antes denunciada em documentos pelo semanário “Novo Jornal”.


Em meados de Abril, o MPLA na província do Huambo, teria também mobilizado um antigo soldado das extintas FAPLA, Domingos Marcelino Cossengue, de 67 anos de idade, natural da aldeia de Luanhica, Comuna da Chiaca, Município do Tchinjenje, que a partir do planalto central, deveria realizar uma conferencia de imprensa em que prestaria uma falsa declaração insinuando que Adalberto Júnior é “filho de uma estrangeira Cabo Verdiana e de um cidadão Português que trabalhava no Caminho de Ferro de Benguela que chegou em Angola nos anos 50”.


A conferencia de impressa - que seria acompanhada pela TV Zimbo - não chegou a ser realizada por alegado desentendimento quanto a compensação que Domingos Marcelino Cossengue receberia pelo trabalho. A proposta inicial seria a inserção de Domingos Marcelino Cossengue na Caixa Social das FAA e uma viatura de marca Toyota Hilux.


De acordo com relatos, o regime planeia também mobilizar um grupo de senhoras para serem apresentadas na televisão supostas antigas “amantes” que foram abandonadas pelo Presidente da UNITA. A estratégia, segundo apuração, é comprometer a imagem de Adalberto Costa Júnior junto do eleitorado feminino, com a mensagem de que não é um chefe de familiar exemplar e com isso não pode governar Angola.

 



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