Lisboa – A empresa angolana ANGOLOTT  que   é uma das concorrentes  participa no concurso Internacional para a Concessão Exclusiva de Exploração dos Jogos Sociais nos termos da Lei n.º 5/16, de 17 de Maio, fez sair um comunicado de imprensa  explicando sobre polêmicas tornadas publicas.

Fonte: Club-k.net 

DIREITO DE RESPOSTA 

Acusada de ter sido favorita pelo ministério das finanças, no que respeita a submissão dos documentos em tempo estabelecido,  a empresa  explica  no seu comunicado que “a decisão da comissão de avaliação do concurso, após a reclamação da ANGOLOTT, que autorizou esta empresa a submeter novamente os sus documentos (proposta técnica e financeira), é de 21 de Julho de 2021”.

 

“Esclarecemos o assunto: A ANGOLOTT submeteu  as suas propostas às 22:30h do dia 28/06/2021, isto é cerca de 1:30 H antes do prazo limite e registou fotograficamente a data e hora da submissão”, lê-se no documento acrescentando que “no dia seguinte, 29/06/21 a ANGOLOTT foi surpreendida com a informação que não tinha submetido as propostas, que não tinha as propostas no sistema”.

 

Esta empresa de lotto diz que ao sentir estupefacta,  “reagiu imediatamente e apresentou uma reclamação à comissão de avaliação do concurso sobre o ocorrido expressando sua profunda estranheza, pois estava a ser impedida de apresentar, como todos os outros concorrentes,  as suas propostas e ser avaliada  apenas pelo mérito das mesmas, ficando bem classificada se as suas propostas forem melhores do que as outras e perdendo o concurso se assim não for”, diz o documento.

 

 “Aguardamos pela decisão sobre legitima reclamação, baseada em factos ocorridos não imputáveis à ANGOLOTT, tendo-nos sido comunicado no decorrer do dia 21/07/21 que fora dado provimento à reclamação e poderíamos voltar a submeter as propostas até dia 22/07/21, o que fizemos no período da manha de 22/07/2021”, lê-se ainda no documento.

 

PEDIDO A SONANGOL

 

Respeitante a um   oficio 037/AG/2021, enviado a Sonangol solicitando a colaboração da petrolífera estatal, no sentido de integrar nas suas lojas de retalho, na rede ponto de distribuição de jogos sociais, a ANGOLOTT alega que “a forma como o explanam a questão é no mínimo enganadora” e que “foram escritas com o mesmo conteúdo pelo menos 10 cartas à varias empresas (e todas, juntamente com a da Sonangol, submetidas no portal): Cartas à Sonangol, Kibaka, Shoprite, etc, isto é, empresas com pontos de vendas de retalho, passiveis de receber e alojar as maquinas de Venda de  cartões/talões de Totoloto, etc”.

 

Sobre a data da sua fundação,  a empresa rebate dizendo  que  das cinco concorrentes “todas  as outras foram criadas depois da ANGOLOTT, embora tenha sócios com vários anos de existência”, conforme lê-se no documento que o Club-K publica em anexo.  

 

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