Lisboa -  O problema da transparência na indústria de petróleo, gás e extracção mineira tem sido identificado em diversos países. Ainda este ano a Transparência Internacional (TI) publicou um relatório em que denunciava que “em demasiados países, os governos davam pouca informação” sobre os seus negócios.


Fonte: Publico


Angola tem sido criticado por não aderir (nem se propor como candidato para não ter de cumprir os critérios) à Extractive Industries Transparency Initiative (EITI), uma organização internacional de luta pela transparência nos países com petróleo, que foi lançada pelo primeiro-ministro Tony Blair, em 2002.


A EITI tem vindo a captar países desenvolvidos como os Estados Unidos e a Noruega e é citado pelas medidas americana e europeia (ver texto principal). Dois países da Comunidade de Língua Portuguesa, Timor e Moçambique, foram recentemente aceites por aquela entidade.

 

A organização por detrás da EITI, a Publish What You Pay, começou a fazer campanha pela transparência e um incidente entre a BP e o Governo angolano, em 2002, é descrito como o episódio fundador: em 2001 a BP queria publicar os pagamentos a Angola, mas o Governo ameaçou tirar-lhe a licença de exploração caso o fizesse, relatou na altura a Global Witness.



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