Luanda - O Conselho de Administração da Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL) e o órgão sindical daquela empresa chegaram ontem a acordo para solucionar as questões que até então levaram à proclamação de uma greve.


Fonte: JA


O acordo, segundo um comunicado de imprensa, foi obtido nas questões de ordem salarial e subsídios de transporte e alimentação. O presidente do Conselho de Administração da EPAL, Leoníldio Ceita, afirmou que a entidade patronal e os trabalhadores chegaram à conclusão que “o que nos separava não era tão difícil de ser solucionado” e que “felizmente o sindicato apresentou soluções que foram ao encontro das nossas”.


Leoníldio Ceita adiantou que a empresa que dirige está em crescimento e tem importância estratégica e acrescentou que a greve deverá ser considerada “a última”.


O representante dos trabalhadores, Raimundo António, garantiu que, uma vez solucionadas as questões que preocupavam o sindicato, “não teremos mais motivos para paralisações”.

 

Raimundo António salientou que, fruto de longas discussões com o patronato, foi encontrado o denominador comum que vai assegurar a melhoria das condições sociais e salariais. “O salário era o que mais nos preocupava. Antes da paralisação apontámos números à empresa, mas infelizmente ela dizia que não tinha capacidade de suporte. Hoje, felizmente, chegámos a um acordo que achamos favorável”, disse.


Leoníldio Ceita escusou-se a avançar números relativos ao montante salarial acordado, frisando que “o mais importante é que chegámos a um acordo. Os montantes dizem apenas respeito à empresa. Somos gestores seniores e a garantia é a nossa palavra”.



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