Lisboa –  A MEDIVISION SA, a empresa conotada  ao regime que comprou o Semanário ACapital não permitiu que  a  última edição deste jornal    fosse a rua, este sábado,  por  trazer textos  considerados como críticos ao Presidente José Eduardo dos Santos.


Fonte: Club-k.net


Esta é a terceira censura, no Semanário ACapital ,   ocorrida num espaço   de cinco  meses.  A última vez   por trazer uma entrevista com o economista Vicente  Pinto de Andrade que  reagia  ao discurso de Estado da Nação do PR. No mesmo mês, isto é em  Outubro de 2011, a MEDIVISION SA voltou a censurar, um texto do jornalista Mário  Paiva que alertava que “o  país já não acredita que depois de JES, só pode ser o  dilúvio”.


Embora nos outros casos a censura foi no sentido de terem retirado os textos críticos deixando paginas em brancas, no  caso mais recente, os responsáveis da MEDIVISION SA,  não deixaram   que a publicação fosse levada  a gráfica,  após terem dado conta que trazia no   um dossiê em que os jornalistas faziam uma   analise sobre o estado do país e o modo de governação do Presidente da República.

 

Por habito, antes  da  publicação, seguir para  a gráfica  é antes enviada  para uma desconhecida  equipa de avaliadores   que decidem o que deve ou não sair.  Embora a MEDIVISION SA, seja  apresentada como uma empresa conotada aos interesses do general “Kopelipa”, dão  rosto por ela,  dois elementos identificados por “Senhor Pinheiro” e “Doutor Celso”. Por sua vez ambos são representados juntos a   redação  do Jornal por duas funcionarias administrativas, Marcela Costa e Irene, esta última identificada como “afilhada do Senhor Ribeiro”.


Desde que passou a ter novos donos, a reprodução do Semanário ACapital passou a ser feita na  Damer Gráfica SA,  propriedade do Grupo Media Nova,  pertencente ao trio presidencial (Manuel Vicente, “Kopelipa” e Leopoldino do Nascimento).

 



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